Eu Amo meus Inimigos
Enquanto muitos escondem por medo da inveja, eu compartilho porque sei que quem me guarda é Deus. Prefiro ser alvo de olhares do que viver desejando a vida dos outros. Melhor ser invejada do que invejosa.
Chegou meu 4.0 turbo
Algumas escondem a idade... eu? Eu celebro!
O corpo a gente ajeita, maquia, brinca de disfarçar.
Mas o espírito? Ah, esse não tem bisturi que alcance.
Sou Raquel Sutel: 40 anos no corpo, mas uma alma que continua dançando descalça pela vida.
Porque o tempo só pesa onde falta leveza.
Medo da morte?
Medo eu tenho do que possa acontecer
De pessoas não queridas, depender
Perder o sentido da vida sem adormecer.
Enquanto você busca a resposta, eu já trouxe os dados.
Não sou só a pergunta — não fico na teoria; eu ajo.
Estou em constante transformação, construindo meu caminho mesmo diante das críticas.
Sigo em frente. Se você não quiser vir junto, tudo bem — só peço que evite lamentações e críticas vazias.
Você é uma luz — então brilhe.
Sinto uma leveza, o perfume das rosas.
Sinta o vento que alivia o calor;
se tiveres frio, eu te abraço agora.
Quero estudar o amor.
Sinto leveza nas palavras que nascem.
Me inscrevo em grupos de confissões:
estou estudando o amor,
os riscos de vida dessas situações,
o não poupar de si em busca do prazer,
a disposição para o dar e o receber.
No meio do não pensar, apenas ser —
ser o que tem de ser,
segundo a disciplina que segue a cartilha do amor.
Descubro que a vida só é boa
quando se conhece o amor:
gratuito, insensato, ponderado.
Estou estudando as ciências naturais
que emanam das leis, das leis do amor.
💿
Estava eu agora, num momento relax, ouvindo a música "Fácil" do Jota Quest, quando, de repente, me deu aquele "estalo neuronal" e pensei que talvez, hoje, a letra dela ficasse melhor assim:
Tudo é tão difícil e vermelho
E desesperador como sempre
Os olhos piscaram de medo
Um pesadelo
As coisas são assim
Quando se está dormindo
As bocas não se falam
E o tempo não tem fim
Um dia feliz
Às vezes é muito raro
Andar é complicado
Quero um combustível
Fácil, extremamente fácil
Pra você, e eu e todo mundo dançar junto
Fácil, extremamente fácil
Pra você, e eu, e todo mundo dançar junto
Tudo se torna claro
Pateticamente pálido
O coração dispara
Se eu vejo o teu Ferrari
A vida é tão simples
Mas dá medo de viver
As mãos se procuram
e não se acham
Como a gente mesmo quis
Um dia feliz
Às vezes é muito raro
Andar é complicado
Quero um combustível
Fácil, extremamente fácil
Pra você, e eu e todo mundo dançar junto
Fácil, extremamente fácil
Pra você, e eu, e todo mundo dançar junto
Nada pessoal, isso é só um joguinho de palavras:
"Olha, hoje eu vou partir
Pra longe, e não mais te ver
Ando com a cabeça louca
Louca, pra te esquecer
Amo, como você sabe
Choro, por não ter você
Presa a você
Vivo, sem saber se vivo
Olha, hoje eu vou partir
Pra não mais te ver
Bem longe, longe de você
Te esquecer, vou viver"
19/06/2018.
❔❓
Eu sempre amei o "por que" , porque o "por que" é a palavra, porque tudo tem um porquê, porque é o porquê de quase tudo, porque os porquês são para os porquês, senão nem diria por quê.
Todos querem saber os porquês e quase ninguém sabe o porquê. Nem se lembram do porquê de ter tantos porquês, por quê?
Porque não há um porquê para não entender por quê. É porque não querem saber o porquê dos porquês. E nem mesmo se interessam em saber o porquê por que perguntaram. Por que será? Por quê???
"Há coisas que vale a pena pensar ou até mesmo repensar. Outro dia eu estava pensando em como as coisas ficaram fáceis para os homens. Fáceis demais, até. Absurdamente fáceis. Nem mesmo precisam tomar a iniciativa da conquista. Hoje, tem mulheres que vão até eles. Inclusive tem mulheres que telefonam, que convidam pra sair, que pagam a conta... Ééé, muito fácil pra caralh##! Ora, se coisa fica fácil demais, acaba perdendo a graça, concordam?"
"Na época em que eu crescia, quando o Brasil ainda vivia numa Ditadura Militar, algumas amigas minhas se achavam ricas. Mas descobri, anos mais tarde, que naquela cidade em que nós morávamos só viviam pessoas tão ou muito mais pobres que elas. Aí, caiu a minha ficha, como se diz.
Infelizmente, nesse tempo era assim, pois quem tinha um aparelho de TV e uma linha telefônica se considerava rico, mesmo em meio a tanta pobreza... Na verdade, eram 'ricas' porque os pobres eram pobres demais."
