Eu Amo meus Inimigos
E em seguida ele me beija. E, Deus me ajude, eu o beijo de volta.
Neste lugar eu ainda nunca estive: a respiração é diferente e, mais ofuscante que o sol, brilha ao seu lado uma estrela.
Não da pra parar o tempo
Nem mudar a curva do vento
Quando eu me ver um dia, no ponto final da vida
Do meu passado, não mudaria nem uma virgula
Eu sei que ele me amou como jamais havia amado outra pessoa antes, porque só um amor tão grande, justifica tamanho ódio.
A Chave do Paradoxo
Eu tenho uma chave na mão Mas não sei qual porta abrir Tantas possibilidades me esperam Mas nenhuma me parece atrair
Eu tenho uma ideia na cabeça Mas não sei como expressar Tantos sentimentos me invadem Mas nenhum me faz vibrar
Eu tenho uma caneta no bolso Mas não sei o que escrever Tantas histórias me inspiram Mas nenhuma me faz viver
Eu tenho um paradoxo no peito Mas não sei como resolver Tanta beleza me encanta Mas nenhuma me faz ver
Eu sou um escritor sem rumo Um artista sem obra Um sonhador sem sonho Um poeta sem poesia
Eu sou a chave do paradoxo A solução do enigma A resposta da pergunta A essência da vida
Poesia
Eu escrevo poesia Para expressar o que sinto Para liberar a minha energia Para dar voz ao meu instinto
Eu escrevo poesia Para explorar o meu universo Para descobrir a minha magia Para revelar o meu verso
Eu escrevo poesia Para me conectar com as pessoas Para compartilhar a minha alegria Para inspirar as suas ideias
Eu escrevo poesia Porque é a minha paixão Porque é a minha terapia Porque é a minha expressão
A escrita é uma forma de arte, de comunicação, de transformação. Eu escrevo para criar mundos, personagens, situações que possam tocar as pessoas, fazê-las rir, chorar, pensar, se emocionar. Eu escrevo porque eu tenho a chave para abrir as portas da imaginação. [...] (em entrevista)
Eu não me limito a um só estilo ou a uma só categoria. Eu acho que a literatura é rica e plural. Eu gosto de explorar diferentes possibilidades, de sair da minha zona de conforto, de experimentar novas formas de narrar. Eu sou um escritor que não tem medo de ousar, de experimentar e de se expressar. [...] (em entrevista)
A flor, a estrela e a lua
Eu sou um homem de muitas histórias
Você é a musa que me inspira
Você é a fonte que me dá memórias
Você é a arte que me admira
Mas eu sei que você não é só minha
Você é a flor que todos querem colher
Você é a estrela que todos seguem
Você é a lua que todos veem
Eu sou um homem de muitas saudades
Você é a razão do meu viver
Você é a dor que me dá vontades
Você é o amor que me faz sofrer
A verdade e a mentira
Eu sou um homem de muitas verdades
Você é a testemunha que me confirma
Você é a prova que me dá certezas
Você é a justiça que me liberta
Mas eu sei que você não é fiel
Você é a traição que me condena
Você é a falsidade que me desmente
Você é a corrupção que me prende
Eu sou um homem de muitas dúvidas
Você é a razão da minha confusão
Você é a dúvida que me atormenta
Você é a pergunta sem solução
Eu tenho um cachorro que é o meu melhor amigo. Ele é fiel, carinhoso e divertido. Ele adora brincar comigo e com o seu brinquedo favorito: uma bola de borracha. Ele não larga a bola por nada, nem mesmo para comer ou dormir. Ele fica com ela na boca, nas patas, no colo. Ele a leva para todo lado, como se fosse um tesouro.
Mas eu sei que ele não ama a bola como eu amo ele. Ele é curioso, aventureiro e desobediente. Ele gosta de explorar o mundo e viver muitas peripécias. Ele às vezes foge de casa e deixa a bola para trás. Ele vai atrás de outros cachorros, de outros brinquedos, de outras coisas. Ele se esquece da bola, mas não se esquece de mim.
Eu tenho um cachorro que é o meu maior problema. Ele é teimoso, bagunceiro e barulhento. Ele me faz passar muitos apuros e preocupações. Ele rasga as minhas roupas, suja a minha casa, late para os meus vizinhos. Ele me desafia, me irrita, me enlouquece.
Mas eu sei que ele me ama como eu amo ele. Ele é leal, protetor e companheiro. Ele me faz sentir muitas alegrias e emoções. Ele me abraça, me beija, me consola. Ele me obedece, me admira, me respeita.
Coração Dolorido
No fundo da minha alma, sinto um vazio sem fim,
A dor que me consome, eu não entendo assim,
Sempre fui um ser de amor, com gentileza no olhar,
Mas algo em mim mudou, e eu comecei a machucar.
Sempre dói, sempre dói,
Quando foi que aprendi a causar dor?
Meu coração se quebra em pedaços,
Eu me perdi em labirintos devassos.
Lembro dos dias tranquilos, onde a paz me acompanhava,
Mas o caminho escuro me fez desviar da estrada,
Aprendi a ferir com palavras afiadas e frias,
E agora me pergunto: por que deixei a bondade vazia?
Sempre dói, sempre dói,
Quando foi que aprendi a causar dor?
Meu coração se quebra em pedaços,
Eu me perdi em labirintos devassos.
Mas ainda há esperança em meu peito,
Quero voltar a ser o que sempre fui de direito,
A dor que causei, preciso remediar,
Amar e cuidar, com a alma em paz caminhar.
Sempre dói, sempre dói,
Quando foi que aprendi a causar dor?
Meu coração se quebra em pedaços,
Eu me perdi em labirintos devassos.
Mas a luz brilha no horizonte, o perdão é minha luz,
Vou trilhar o caminho da redenção, meu coração seduz,
Aprendi com meus erros, irei me transformar,
Deixarei a dor para trás, a bondade irá reinar.
