Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
“Pra você que acha que por fazer jejum, ora sem parar, se acha perfeito e ainda olha pra Deus e diz: - O Senhor "TEM" que me abençoar porque eu mereço por estar jejuando, orando e tudo mais eu digo.( ate em certo ponto merecia se não fosse um pequeno detalhe)
Seja mais humilde meu irmão, minha irmã. Deus não é obrigado a nada.
Ele nós abençoa pela misericórdia e amor, então faça por amor; não por obrigação. Se não recebeu sua benção ainda...continue orando, jejuando mais nunca orando como dívida que Deus tem com você porque Ele não tem) nós que devemos nós sentir em dívida com Ele, quando Ele deu sua vida por nós. Sendo assim com certeza ou Deus ainda vai agir ou será você que terá que agir de outra forma diferente quando vai pedir, peça com carinho; que não há pai que não faça pelo filho que pede com "Amor". .”
—By Coelhinha
"Ainda que pra o mundo tua FIGUEIRA ainda não floresça...DESCANSE. Deus ainda está cuidando dos seus RAMOS e pronto você estará dando muitos frutos. Muitos fazem BARULHOS pra que sejam RECONHECIDOS perante os homens. Você já é reconhecido pelo Senhor se Ele te deu este MINISTÉRIO é porque Deus sabia a quem estava entregando."
#Profético #PaiFalandoComAfilha #AbbaMinistrandoEmMim...Eita glória
—By Coelhinha
"Se algo está te confrontando, biblicamente, ainda existem pecados que você insiste em manter vivo. Deixa morrer!"
—By Coelhinha
Toda lagartinha
traz em silêncio
um segredo guardado...
o vôo
que ainda não nasceu
as asas
que dormem dobradas
a beleza
que o tempo amadurece...
Ela rasteja devagar
mas dentro dela
há um céu
esperando para se abrir...
✍©️@MiriamDaCosta
Você sente que precisa fazer algo diferente, mas ainda hesita. E essa hesitação é o que prolonga o desgaste.
O solo ainda estava úmido e macio,
bendita generosidade recente da chuva.
Afundei as mãos
nesse ventre antigo.
Os dedos se lambuzaram
de barro e promessa.
Semeei mamão papaya,
pimentas biquinho, malagueta
e dedo de moça,
(temperos de ardor e sabor),
alfavaca que reza em perfume e flavor,
abóbora moranga, tomates-cereja,
pequenos sóis
gestados pela paciência.
Cada semente
um juramento mudo.
Um verso sem palavras.
Cada sulco
um poema cavado
no útero da terra.
Manejar a terra
é rito,
é oração feita com o corpo,
é o tato conversando
com forças que não precisam de nome.
Entro nesse chão
como quem adentra
num templo ancestral
e saio marcada,
alma leve,
corpo suado,
mãos, pés e rosto ungidos de lama
(sujeira sagrada)
que purifica a alma.
É um prazer profundo,
diria ancestral.
É a memória do começo,
da origem enigmática
e da infância no quintal.
É poesia primitiva
que ainda pulsa
em quem não desaprendeu
a tocar o solo sagrado da vida
com as mãos operosas.
✍©️@MiriamDaCosta
Não é possivel debater assuntos
inerentes a geopolítica
com quem ainda é analfabeto
em geografia.
✍©️@MiriamDaCosta
Acreditar no que é falso
ou desacreditar do que é verdadeiro?
Ou (melhor ou pior ainda)
desconfiar de tudo
e não levar fé em nada?
Eis a questão em tempos modernos,
onde é fácil a manipulação e criação
de imagens, vídeos, expressões faciais
e voz com a ajuda da IA.
O paradoxo nosso de cada dia está servido!
Não é apenas o risco da mentira,
é o risco da erosão da confiança.
Quando tudo pode ser fabricado com ajuda de IA, surge um fenômeno perigoso que estudiosos chamam de dividendo do mentiroso: mesmo diante de provas reais, alguém pode dizer “é IA!” , e pronto, instala-se a dúvida.
O perigo maior talvez não seja acreditar no falso e nem desacreditar do verdadeiro,
é desistir da busca pela verdade.
Porque quando desconfiamos de tudo
e não levamos fé em nada, nasce o cinismo.
E o cinismo é terreno fértil para qualquer tipo de manipulação.
Se confio demais, sou ingênua.
Se desconfio demais, me isolo.
Se não confio em nada, me anestesio.
Acreditar ou não acreditar?
Eis a questão!
Confiar, uma opção.
Desconfiar, a solução.
✍©️@MiriamDaCosta
Me pergunto se ainda há quem faça uso de uma caneta para escrever sobre páginas virgens...
Se ainda há quem coloque água para ferver na chaleira para passar o café no coador de pano...ou que antes de coar no bule ,
cozinhe o café por alguns minutos
inebriando o olfato do ambiente
e dispersando o aroma té chegar ás narinas mais distantes...
Semana passada , uma amiga da adolescência veio me visitar, ficou surpresa ao me ver preparar um café à moda antiga
(com chaleira, coador de pano e bule)
falando da praticidade da cafeteira elétrica...
E observou também os blocos, cadernos e canetas na minha escrivaninha , em vez do notebook ( que está fechado dentro de uma gaveta)...
Um dia desses
vou abri-lo e fazê-lo viver novamente
sob as minhas digitais poéticas...
As vezes me auto defino pré-histórica 😂 (podem até não acreditarem...mas é verdade!) , nem o tal do PIX eu tenho,
mas ... sei que vai chegar o dia
em que vou ter que me modernizar,
mas enquanto der ...
vou vivendo sem essa forma de pagamento, como de outras modernidades...
O que fazer?! ... Sou de Nanã 💜
(para quem não sabe...) é a Orixá
mais antiga/ancestral da Umbanda.
O que eu escrevo, na verdade,
não é sobre o café e nem sobre a caneta.
É sobre ritmo. É sobre tempo.
É sobre presença.
É sobre o pulsar da vivência.
E isso não é pré-histórico.
É ancestral.
Quando eu falo da água
fervendo na chaleira,
do pó cozinhando antes de ir ao coador,
eu penso em algo que não cabe
na pressa da cafeteira elétrica: o ritual.
O cheiro que se espalha pela casa
como se fosse memória líquida,
isso é quase uma liturgia doméstica.
Quando afirmo que sou de Nanã 💜
isso faz todo o sentido.
Nanã é lama primordial, é o barro antigo,
é o tempo que antecede o tempo.
É a senhora das águas paradas, profundas, densas. Ela não tem pressa. Ela tem paciência.
Ela é "alérgica" á pressa.
Ela sabe que tudo retorna ao útero da terra.
Ser de Nanã não é ser atrasada ou antiga.
Ser de Nanã não é parecer velha nas preferências e ações.
É ser terra fértil e ser raiz.
O mundo corre, eu decanto.
O mundo digitaliza, eu tatuo a página.
O mundo paga com PIX,
eu pago com dinheiro vivo
e presença ativa .
Modernizar-se não precisa significar abandonar o que me constitui.
Pode ser apenas acrescentar ferramentas
sem entregar a alma.
O notebook pode viver sob minhas digitais poéticas, mas a caneta continuará sendo a extensão do meu pulso, do meu corpo,
da minha respiração, do pulsar do meu âmago.
Há algo profundamente político nisso também; escolher o tempo lento
num mundo estantâneo que monetiza a urgência.
Eu não sou pré-histórica,
sou guardiã de um modo lento de existir
que o mundo tenta esquecer....
E no mundo?
Sim!
Ainda há quem escreva à mão.
Ainda há quem ferva água na chaleira.
Ainda há quem escolha sentir o aroma
antes da praticidade.
E isso não é resistência ao progresso.
É fidelidade ao próprio tempo e história.
É lealdade ao próprio ser e existir.
✍©️@MiriamDaCosta
Esse pão caseiro, ainda quente, acompanhado de um vinho tinto, trouxe-me um verdadeiro déjà vu — como se, em outra vida, eu retornasse das grandes batalhas de cerca de 1.300 a.C. para celebrar, na Páscoa judaica, a libertação do povo hebreu.
O fluxo quântico sempre esteve e ainda está presente, mas somente atua em momentos que não pode mentir e que não está mentindo. Assim, a providência impulsiona facilmente a verdade, de qualquer forma nunca a mentira.
Descobrir e realizar as missões ainda são minoria, estando os mais conscientes, contentes, tranquilos e confiáveis.
"O caos que tememos talvez não seja ruptura, mas o primeiro clarão de uma ordem que ainda se oculta aos nossos olhos. Quando tudo parece ruir, o universo não sucumbe, ele apenas se recolhe para redesenhar seus contornos e, em silêncio, gestar a forma que apenas o tempo revelará à nossa compreensão."
Há tantas reportagens incompletas e sem informações que, ainda que fossem questionadas, poderiam atingir os seus objetivos e o valor de suas exposições.
