Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Eu nunca mais queria
passar uma noite fria
me aqueça cobertor
sirva como impostor
queria ter o seu fogo
mas nesse nosso jogo
espero o amanhecer
não posso sempre vencer
"Quem Sou Eu?
Aos Meus Amigos
Eu Sou,
Quando Poder...
- O Riso Do Humor.
Se Precisar...
- O Ombro Da Confiança.
Se Quizer...
- O Conselho Da Consciência.
E Pra Sempre...
- O Sórrizo Da Gratidão!"
Pelo amor de Deus para de mentir pra mim, deixa eu te esquecer. Cansei de chorar por amar você.
Eu entro na sua vida, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mas você tem que me prometer que todo esse sonho não vai ser à toa, que vale a pena. Que por você, por mim e principalmente por NÓS vale a pena.
Trecho do Livro: A construção do eu na Modernidade,
Cap. 10 Pag. 83/84
O eu deixará de ser tomado como totalidade e, cada vez mais, tomará o aspecto de uma apresentação social, uma auto-imagem cultivada e civilizada que encobre, no entanto, algo mais que habita e constitui as pessoas e que elas procuram manter em segredo.
Hoje,tudo aquilo que me fazia mal e me deixava triste ,eu piso por cima, assim como uvas sendo transformadas em vinho.
Eu fico triste...eu choro, e sinto saudades.
Eu mudo.
Uma sombra se instala no meu olhar, que é dificil disfarçar...
Eu vou saber que me apaixonei sim, que me envolvi sim...mas que amor mesmo...amor de alma, amor de corpo, amor de tudo...amor pra vida toda, amor pra desejar ficar velhinha com a pessoa...ficou na lacuna que vc deixou em mim, e que talvez eu tenha deixado em algum momento em você...
LOUCO
Eu quase que sou louco...
Eu quase que sou louco...
Eu quase que sou louco...
Não se vá... Quase sempre eu sofro.
Eu quase que sou louco...
Eu quase que sou louco...
Eu quase que sou louco...
Não me abandone...
Às vezes eu quase morro.
A FONTE BRANCA
O mendigo maldiz de mim,
E eu que não sou louco, não discordo!
Diz-me que não sou capaz,
Que estou indo em vão.
Mas tu vens e desmente,
Todos os dementes.
Diz-me que sou ciente
E forte. Só me resta ser crente!
Sigo os dizeres da fonte branca,
Pois é dessa água que quero beber.
E agora eu tenho sede,
Sacia-me com um beijo na boca.
O CONDENADO
De que importa ser vivo, sentido, sem tino, sem valor?
Eu não consigo ser diferente de mim mesmo.
Não consigo não sentir o que sinto.
Estranho é ser reticente...
Não me julgue! Que não me condeno!
Faço-me impune e detenho-me.
Aprisiono-me em teus braços
E declaro-me culpado! É prisão perpétua!
OLHARES DE FOGO
Eu via a saudade, porque ela existia,
Eu tinha saudade, porque eu a sentia.
E tinha medo da verdade enquanto você partia
Sentia pena do meu amor que aos poucos se entristecia.
Eu vi você distante dos meus olhares de fogo,
Vi a felicidade partindo de mim também,
Era a vida me tratando com desdém.
Eu era tão pouco, agora pouco.
E do contrário tudo era...
Quando agora resta a espera.
A esperança do seu retorno
E o perdão do abandono.
