Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar

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A história nos determina ao mesmo tempo em que a fazemos.

Quem tem um alvo não tem pressa de acertá-lo, pois o tempo gera precisão!

A felicidade ocupa muito espaço.
Sendo assim não sobra espaço ou muito menos tempo para sentimentos ruins ou a vida alheia .


Ocupe-se em ser feliz!

⁠As estrelas não morrem, apenas se transformam em luz que atravessa o tempo, sussurrando ao infinito que um dia brilharam.

⁠Sem Reembolso

O tempo não espera troco,
não aceita devolução.
Cada segundo gasto
é um passo sem retorno,
um eco que some no vão.

Ou se vive, ou se perde.
Ou se lança ao agora,
ou fica contando migalhas
do que não foi.

A vida não se guarda em bolsos fundos,
não se deixa para depois.
É fogo que pede sopro,
rio que exige corpo,
vento que chama voz.

O relógio não faz acordos,
nem as horas dão desconto.
A urgência é hoje.
O tempo,
esse, já foi.

⁠Renacente

És raiz que o vento não arranca, mesmo quando o tempo insiste em testar tua fé. És mar que se refaz em ondas, sendo força, sendo entrega, sendo tudo o que quiser.

Tens no olhar o peso dos séculos, memórias que ecoam além do corpo e da pele, mas na tua essência, há um brilho inquebrantável, um lume que nem a sombra repele.

Caminhas entre destroços e ainda assim constróis beleza, transformas dor em poesia, silêncio em canção. És feita de alma que não se dobra, de ternura que é resistência, de amor que é revolução.

Persistes, porque és feita de verbo e coragem, de fotografia e palavras que nunca se apagam. És mulher que sente e não se rende, mulher que é inteira, mesmo quando o mundo tenta partir em farrapos a tua estrada.

És tempo que recua e avança, és entrega e refúgio, és pulsar e calmaria. És mulher que não se desfaz, porque és, simplesmente, poesia.

Feliz teu dia, feliz tua existência.

⁠Impressões do Tempo

Há momentos que escapam aos olhos, não porque são rápidos, mas porque carregam o peso de tudo o que já foi e tudo o que poderia ter sido. Eles se encolhem no peito, se tornam memória antes mesmo de se tornarem reais, como se o tempo já os estivesse preservando. Não são os dias que permanecem, mas os sentimentos que se escondem entre suas frestas.

Eu não busco registrar a mim mesma, mas o que escapa de mim—o que não posso segurar, mas que se derrama de forma silenciosa nas coisas que toco. Um olhar que atravessa a janela, o suspiro de uma folha que se entrega ao vento, o silêncio que respira entre as palavras não ditas. É nisso que estou. Não na imagem que a câmera captura, mas no que ela não pode revelar: o que pulsa além da pele, além do instante.

As memórias não são fotografias. Elas são ecos. São risos que ainda ressoam nas paredes de uma casa vazia. São promessas sussurradas entre o amanhecer e a noite, palavras que se tornam raízes na alma, mesmo quando não temos consciência delas. E é nelas que fico. Não na forma como o mundo me vê, mas na forma como o mundo me sente.

Quando alguém olha para uma foto e sente um arrepio sem saber o porquê, é porque aquela memória, aquela emoção, encontrou um espelho no coração dele. Não somos feitos de imagens. Somos feitos de vivências, de ressonâncias que, mesmo distantes no tempo, ainda têm poder de tocar, de mover, de transformar.

E no fim, é isso que me torna eterna. Não as fotos, não as palavras, mas a sensação de que algo em mim permanece, sem precisar ser guardado.

⁠Sempiterno

Há coisas que o tempo não apaga. Elas resistem ao desgaste dos dias, atravessam silêncios, sobrevivem às ausências. São memórias que se recusam a se dissipar, sentimentos que se enraízam tão profundamente que se tornam parte de nós.

O instante capturado por um olhar atento, a palavra dita no momento certo, o toque que aqueceu uma despedida—tudo isso continua a ecoar, mesmo quando o tempo tenta impor sua lógica de esquecimento. Porque aquilo que é verdadeiramente vivido não se dissolve.

Há quem pense que a eternidade está no que nunca se desfaz. Mas talvez ela resida, na verdade, naquilo que, mesmo findo, permanece. No que escolhemos guardar, no que nos permitimos sentir, no que cultivamos para além do agora.

O sempiterno não se mede pelo tempo. Mede-se pelo impacto.

⁠Sempiterno

Há memórias que não se apagam,
sentimentos que nunca partem.
Resistem ao tempo, ao vento,
ecoam onde o silêncio arde.

Um instante, um toque, um nome,
gravados na pele da alma.
Não é o tempo que os consome,
mas o que o coração acalma.

O eterno não mora no tempo,
nem se mede em dias ou horas.
É presença que nunca se ausenta,
mesmo quando a vida vai embora.

Entre o Silêncio e a Fé, há Espera.


Na quietude do tempo, a alma cala,
E aguarda, mesmo sem saber o dia.
O coração ansioso não se exala,
Sustenta em fé o fio que o guia.


A espera dói, mas também semeia,
Ensina o passo lento a florescer.
Na terra árida, a esperança ateia,
O lume oculto que insiste em viver.


É como o mar que aguarda a maré cheia,
Ou o céu, que espera a lua aparecer.
No vão dos dias, a dor que incendeia,
Também prepara o sol para nascer.


Pois quem espera, mesmo sem razão,
Encontra em Deus o pulso da estação.

Já teve vontade de voltar no tempo em algum momento e fazer tudo diferente, mas é nessas horas que percebemos que tínhamos que passar por tudo isso. Para amadurecermos e não nos permitimos cometer os mesmos erros, a buscar o nosso melhor sem cometer as mesmas falhas. É nessas horas que percebemos que tudo acontece para nos tornar pessoas melhores.

A cada instante que as horas mudam e o tempo flui, é sempre o momento para pensar positivo e seguir em frente na busca de seus sonhos.

⁠A vida é curta, o tempo é absurdamente valioso e não volta.
Viva, ame mais, seja grato e principalmente seja feliz!

A falta de interesse nos faz perder tempo, fazendo com que perdemos também momentos que poderiam virar oportunidades.

Pequeno poema didático

O tempo é indivisível. Dize,
Qual o sentido do calendário?
Tombam as folhas e fica a árvore,
Contra o vento incerto e vário.

A vida é indivisível. Mesmo
A que se julga mais dispersa
E pertence a um eterno diálogo
A mais inconsequente conversa.

Todos os poemas são um mesmo poema,
Todos os porres são o mesmo porre,
Não é de uma vez que se morre...
Todas as horas são horas extremas…

E todos os encontros são adeuses!

Mario Quintana
Apontamentos de história sobrenatural. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.

Não há nada eterno neste mundo; nada, nada. As mais profundas paixões morrem com o tempo.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Perca a noção do tempo, mas nunca o sentido da vida! Perca as pessoas que te amam, mas nunca o amor por elas! Perca vários colegas, mas nunca os verdadeiros amigos! Perca a coragem, mas nunca perca a fé! E mesmo que você perca tudo, nunca perca a esperança de ter tudo outra vez!

Pois vai chegar o tempo em que não se suportará mais a doutrina; pelo contrário, com a comichão de ouvir alguma coisa, os homens se rodearão de mestres a seu bel-prazer. / Desviarão seus ouvidos da verdade e os orientarão para as fábulas.
2Tm 4,3

Dando um tempo do cotidiano, das mesmas caras e sorrisos;
Dando um tempo de você e de seus disparates;
Dando um tempo de tanta hipocrisia e falsidade.
Estou me mudando para o país do fodas;
Onde ninguém liga para o que os outros pensam;
Onde só o que realmente importa é estar bem consigo mesmo.
Isso não é recuar, muito menos amarelar. Pelo contrário, estou fazendo um bem imenso a todos ficando alheio ao que acontece. Poupa-me da “chatice” de opinar e receber olhares tortos. Agora eu estou na fase do “dane-se”. E sinceramente? Nunca me senti melhor.
A monotonia não me é mais útil. E se alguém me julgar pelo meu novo jeito de ser. Responderei com o melhor dos sorrisos: FODAS!!

Na dificuldade, sabemos o quanto somos frágeis e fortes ao mesmo tempo.