Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Meu Deus
Como é possível amar assim?
Se tantas barreiras eu criei,
Se tanta suplica para não cair em tentações eu fiz,
E agora ela me vem assim, de repente me atrai e me derruba.
Sabes meu Deus, que medo eu tenho de sofrer, mas as barreiras que criei de nada mais valem?
Ela chega me abraça, me derruba e me ama no chão,
Selvagem as vezes me faz menino, moleque, criança que nunca amou
Provoca-me ate que me torno o sonho
Tento me segurar, mas ele é meu vicio;
Não é possível Deus eu amar assim!
Converso contigo todas as noites, mas não como servo e sim como amigo...
Peço conselhos e não milagres, luto pelo que quero, e agora isso?
Nossa a amo, como eu amo;
Queria que fosse mais tempo e não tão pouco
E que ela estivesse me descobrindo...
Mas foi ela chegar e pronto me desvendou
Meu Deus não te peço ajuda....
E sim que me permita desvenda-la e continuar amando-a
Acha mesmo que eu não sei me divertir sozinho? Ora... Tirante o secssu, divirto-me sempre eu comigo mesmo. Tirante o secssu, não se esqueça!
Foi quando ela se escondeu, porque estava sem cabelo, e eu disse que não a amo somente fisicamente e sim espiritualmente, pois não amamos um corpo e sim uma alma. -
Mesmo se tudo o que eu disser, não fazer a menor diferença, eu só quero que voce saiba,
por tras dessas palavras,
ainda tem um amor, que pode nascer por ti.
Minha vida é um livro, onde eu sou o Príncipe encantado;
Quero fazer desse livro um filme, com final feliz!
Irreversível
Talvez eu era feliz e não sabia. Talvez aquele beijo no rosto que eu achava desnecessário, fosse meu porto seguro, que me fazia viver intensamente cada dia. Talvez aquela vergonha toda que eu tinha por me chamar pelo apelido familiar e pelo beijinho de despedida quando tocava o sinal de entrada, fosse tão necessário, que eu ficava envergonhada por receber ambos. Talvez eu queira voltar no passado, e reviver tudo aquilo, porque agora sei, que isso será muito mais difícil de alcançar, do que naquele tempo que eu tinha tudo em minhas mãos.
A gente pensa a vida tão quadradinha...
de repente vem um filho e muda tudo,
aí eu entendo por que tem que deixar rolar...
o mundo é redondo...
Eu queria te provar, que todas as minhas palavras, minhas frases mal escritas, tudo o que eu escrevo para ti e até o que eu não consigo escrever, é verdade. Queria cuidar de você, enquanto você precisa. Apalpar de leve seu cabelo, me orgulhar quando você fizer algo bonito ou bom, desabafar contigo coberta por seus braços – quiçá. Não faço ideia do que pensa de mim, ou se ao menos pensa em mim. Não sei como é sentir seu toque, não sei como é ouvir sussurros teus. Não sei como é sentir o hálito quente tocar meu ouvido – como consequência do frio – ao ouvir doces sussurros seus. Estou certa de uma coisa, você me mantém viva. Suas esperanças me mantêm viva. O jeito que me ilude é tão único e surreal. O jeito que diz que me ama e me faz acreditar nesse amor. É tudo tão típico de você! É tudo tão meu, tudo tão seu, tudo tão nosso!
Gosto quando dizem que eu enlouqueci, que nada do que eu digo faz sentido e que eu estou errada, isso me faz chegar a uma única resposta: “Leia as entrelinhas”. Eu escrevo com todo o cuidado possível, para não errar, mas quando isso não funciona, o momento passa, e a caneta se desgasta nas folhas, vão se apagando com o tempo, e logo logo somem, mas sempre podemos desvendar as palavras com uma brecha de letras. E assim você percebe o quanto é difícil e desastroso se envolver.
Abra bem as persianas,
Eu quero te banhar com a luz do dia
E apenas te contemplar enquanto os raios
Se entrelaçam pelo seu rosto e corpo.
Eu poderia ficar sentado por horas
Encontrando novos jeitos de ficar fascinado a cada minuto
Porque a luz do dia parece querer você
Tanto quanto eu te quero.
Eu me sinto sozinha mesmo estando acompanhada, porque simplesmente era com você que me sentia segura.
Eu sonhei tudo do jeito que eu queria que fosse. E quando eu acordei, foi tudo EXATAMENTE... diferente.
"Se um dia eu parti sem te dizer um adeus;
Que não venhas a sofrer.
Apenas...
Que tu tenhas em mente...
As lembranças do que nós fomos
- Sorria!
