Eternidade

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Mulheres são fortes e imensas. A vida de uma mulher é absorver a eternidade de cada segundo.

O pôr do sol é algo transcendente que nos transpõe para a eternidade

“Em Cristo, nossa fé não é em vão, pois Ele ressuscitou e garante nossa eternidade.”

"Certo dia, alguém jurou-me amor, por toda a eternidade, e agora estou só.
Promessas vazias, de uma vã filosofia, do que fomos um dia, não restou nem o pó.
Lembro do que fora dito, dos meus olhos, o colírio, finjo, acredito, chega a dar dó.
Tudo o que fora quebrado, as juras, do meu peito, os estilhaços, eu sei, ela lembra de cor.
Deus, rogo para que ela se enforque nas próprias mentiras, seja refém de suas próprias carícias, e que a corda de sua lascívia, jamais desate o nó.
Como eu a queria do meu lado, prostei-me de joelhos, mas houve quem ouvisse minha oração, Jeová, Lúcifer, Odin, nem mesmo Thor.
Quando os céus, e nem o inferno respondem, é onde nasce do homem, o pior.
Morro nessa luta, por parte dela não houve labuta, jurou-me amor por toda uma eternidade, e agora, estou só..." - EDSON, Wikney

⁠O que adianta fazer tudo certo nesta vida aos olhos dos homens , e perder o prazer da eternidade junto a Deus.

Se você quer aprender a amar de verdade, saiba que deixará para sempre e digo para toda eternidade o ser econômico, em tudo, resumidamente aprender a pagar o preço.

⁠As vezes o amor de Deus nos causa tristeza momentaneamente, mais no final na eternidade tudo será alegria completa.

“Existem vidas que, mesmo breves, deixam rastros de eternidade.
Elas continuam em cada gesto, em cada memória e, sobretudo, em cada palavra que ousamos escrever para que o amor não se perca no silêncio.”

— Sandro Gonçalves

⁠A percepção soa como a eternidade, denotando ao indivíduo sua angustia.

A vida na terra é um estágio probatório para uma eternidade de vida, ou morte.

Que diferença faz, alguns anos a menos ou mais, diante da eternidade? Creio que a partir da concepção surgimos para a eternidade.

Já pensou no quanto este Universo tem que ser criativo, para que a gente concorde com eternidade e não negocie prazos com Deus?
Já pensou em quanto a gente precisa ser criativo, para justificar os prazos de Deus?
E quanto tempo é necessário para desconstruir uma vida inteira, discordar de prazos e negar as justificativas?
- Um segundo.
Somos uma sucessão infinita de histórias, fantasias, sonhos, mentiras acolhedoras, propósitos inventados para mascarar nossa insignificância, medos infantis e coragem suicida... e acima de tudo, buscamos em tudo e em todos, um sinal, mesmo que quase imperceptível de Amor e uma necessidade imensa de alimentar a Gratidão nesse deserto de significados e respostas.

A loucura é um passo para a eternidade.

⁠E a eternidade começou, mas o homem não nasceu para ser eterno. Nascemos para morrer, para nos tornarmos matéria orgânica. Para nos tornarmos memórias e esquecimento no coração dos homens.

Cem Anos de Solidão (série)
1ª temporada, episódio 4.

O amor é imortal e transcende a eternidade.

A vida é um rio que pode mudar de curso, mas nunca deixa de fluir para a eternidade que nos espera em Deus.

Um Mestre para a Eternidade.


Morre o Homem; nasce a Lenda.
Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade.
Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social.
Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres.
Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão.
Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça.
Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele.
O mestre se vai.
O legado permanece.
E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.

Onde a alegria de estar junto é o ar que eu respiro,
A promessa de eternidade é o chão que eu piso.
Com você, encontrei a metade que me faltava e me tornei inteiro.
Você é o meu amor, a minha paz, e o meu mundo por inteiro.

Muitos apontam o dedo para o 'mundo' como se o RG da eternidade já estivesse carimbado, esquecendo que a soberba é o primeiro pecado da lista.

O relógio da eternidade entrou nos seus últimos 48 segundos proféticos. É 9 de setembro de 2027. O mundo não é mais um lugar de nações, mas um necrotério global sob um céu que se enrola como um pergaminho prestes a ser queimado.


retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO