Eternidade
"Deus escreve a História antes da fundação do mundo!
E tudo que foi escrito, vai acontecer. "
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Igreja Nova Jerusalém
Em todas as Religiões você escolhe o seu deus e o serve.
No Cristianismo, você é escolhido para percorrer o caminho e viver tudo o que Deus traçou para você.
“Uma coisa é certa em nossos corações, nada acontecerá que Deus não tenha decidido.”
Ministério Resgate
Unção e Legado
" Não olhe para seus sonhos e projetos, antes de olhar para a eternidade. "
Deus vai exigir tudo e você irá escolher se vale a pena ou não, seguí-lo.
"Deus em tempos eternos escreve os passos da humanidade, ele usa a dor para cumprir seus Propósitos "
A poesia da Eternidade precisa invadir sua alma; penetrar a sua história e mudar toda a expectativa em sobrenatural.
" As marcas do chamado de Deus. "
É tempo de sobrenatural e Avivamento, tempo de profundidade em Deus, chega de lugares rasos, vidas medíocres, o Senhor nos chama para um tempo novo, de grandes descobertas nele.
Na Escuridão e nos momentos mais difíceis de nossa história, ele se revelará de forma jamais vista trazendo coisas grandiosas para nossa trajetória.
Certa vez me perguntaram porque muitos casais separam.
Eu disse a verdade, há maioria dos casais nos dias de hoje não são um projeto de Deus, não há um propósito nisso.
Casamento é fixado na eternidade, Deus une duas pessoas e elas enfrentaram muitas lutas e batalhas juntas, mas continuaram juntas pois há um propósito em tudo.
Estes casais que se separam todos os dias e não se acertam mais, não foram firmados no céu.
Deus não escreveu que eles caminhariam juntos, não há amor, apenas algo passageiro.
E pode escrever eles não ficaram de pé depois de dias difíceis.
Quando vejo uma paisagem plana, não vejo nada além da eternidade. Sou o único que vê isso? Não há existência sem razão.
O Abismo do Sentir
Será que o verdadeiro temor das pessoas em se conectar com alguém que tem depressão ou transtornos emocionais é apenas a incapacidade de saber o que fazer? Ou talvez seja algo mais profundo: o medo de mergulhar em territórios extraordinários, onde o sentir é avassalador e pleno?
Quem sente em excesso carrega uma consciência afiada, uma percepção quase divina — refletindo sobre tudo e todos, tocando o invisível que outros ignoram. Mas essa profundidade também pesa. E, sendo humanos, não compreendemos completamente essa intensidade, que nos faz constantemente julgar nossas falhas, buscando desesperadamente acertar.
Queremos seguir a vontade de Deus, amar e compreender a humanidade, mas acabamos nos perdendo de nós mesmos. Questionamos nossas fraquezas e nos culpamos por não sermos melhores para nós, para os outros e, principalmente, para Deus. Esse fardo, essa culpa silenciosa, vai além do sofrimento emocional: é a dúvida que dilacera a fé, a existência e o amor divino.
E talvez seja isso que as pessoas temem ao se aproximar: perceber que há um abismo dentro delas também, onde a fragilidade humana encontra a necessidade incessante de redenção
Silenciosa
Quantas vezes eu falei com meu olhar, gritei com o meu silêncio e até com um sorriso que escondia o que as palavras não conseguiam dizer? Tantas tentativas de me expressar de forma discreta, até que o brilho dos meus olhos se apagou e o sorriso perdeu a graça.
Silenciei, mas também gritei com um comportamento que não era meu. Meu corpo, que antes sustentava forças, começou a falar por mim: perdi peso, meu cabelo caiu, minha vitalidade se esvaiu. Tudo porque me esforcei para silenciar a minha dor, tentando não ferir aqueles que nunca estão preparados para escutar — não genuinamente.
Ninguém está realmente pronto para ouvir sobre a escuridão da depressão. Porque ninguém compreende de verdade, a não ser que já tenha mergulhado nas mesmas águas turvas.
Mas eu não desejo que ninguém me entenda. Pedir isso a Deus seria cruel, seria pedir que outros sentissem essa dor em suas próprias experiências. Não, eu não quero que ninguém afunde nesse abismo. Desejo apenas que meu silêncio seja ouvido, mesmo que eu não precise mais gritar.
Redenção
Às vezes, a maior batalha não está em sentir demais, mas em carregar a culpa por não ser suficiente para nós mesmos, para os outros e para Deus. É o peso de tentar acertar em tudo, enquanto nos perdemos na dúvida de sermos dignos de amor — inclusive o divino.
