Estupidez
O mundo com os iludidos onde infla-se por causa da incoerência tolice e estupidez dos bilhões de incautos…
Se a estupidez humana fosse medida de zero a cem, cem seria apenas o aquecimento. O problema não é a escala. É que ninguém aprendeu a ler os números.
A: - A religião é única responsável por toda forma de violência, preconceito e estupidez humana. Mas o homem tribal não pode viver sem um deus inventado, sua vida perderia o sentido, então prefere ser escravo do mito, por isso não escuta a sua consciência, testada por milênios que diz: "o homem deve assumir toda responsabilidade pelos seus atos.
B: - Talvez não seja esta toda a verdade, pode ser pelo fato do homem mal intencionado apenas usar a religião como desculpas para sua boas e más ações. Assim vivem e matam em nome de Deus.
Evan do Carmo
"A loucura é um estado temporário que o tempo e a sabedoria podem curar. Já a estupidez convicta é uma escolha permanente. Afinal, os loucos às vezes se recuperam, mas os tolos e ignorantes morrem abraçados à própria ilusão."
— Ginho Peralta
Uma crítica cultural hoje é, antes de tudo, uma crítica à felicidade e à estupidez, essas irmãs gêmeas em nossos tempos que enchem o ar com seu ruído ensurdecedor.
Estupidez não é o que sempre erra ou pensa errado, mas ele diminui, mas não some o brilho das ideias e práticas; Tudo traz as limitações da clareza mental ou do desenvolvimento cognitivo.
"Armas letais são o reflexo da maldade, da estupidez e da ignorância humanas. Elas são o resultado do retrocesso humano e de sua falência."
Vamos racionalizar o ódio.
Vamos louvar a estupidez e ignorância humana,
Vamos louvar a barbáries
Vamos dar risadas do sofrimento do
Outro
Vamos sentir felicidade em ver o outro
Levando socos e sendo espancado até
A morte
Vamos adorar a violência
Vamos justificar a tortura
Vamos justificar a violência
Pura ,
aquela que não
É defesa
Aquela que não tem resistência
Aquela desarmada
Aquela que é totalmente
Desnecessária.
Vamos chamar o ódio
A VIOLÊNCIA,a vingança
A barbárie , o nosso prazer sádico
de
justiça.
A leveza e a sutileza da simplicidade não podem ser ofuscadas pela truculência e pela estupidez da soberba.
Não tenho medo da morte
Da fome, da estupidez ou do frio
Destas coisas eu sempre me esquivei
Porquanto, a solução pra todas elas
Podem ser encontradas por mim
Meu medo é não saber achar
Aquelas coisas que independem
da boa vontade da gente
Pois, sem elas
Tudo mais não tem valor algum
E sem elas não se vive uma vida
Sobrevive-se somente
Engole-se diariamente
O gosto amargo das desilusões
O peso da carga que advém
Resultantes do desdém
e da maldade alheia
Não tenho medo de parar meu coração
Eu tenho medo de não conseguir
Estancar o corte ou espantar a dor
Se porventura alguém a quem amar
Me pedir pra curar um corte em seu dedo
Não tenho medo de perder
Nada daquilo
Que novamente vai brotar
Eu tenho medo pelas coisas singulares
Coisa que não se conta
Não se recria, depois que se desmonta
Incomparáveis, sui generis
Coisas sem par
Tudo que eu preciso
é de um singelo sorriso
Não peço ao vento que me traga
Me diga onde está
Que eu vou buscar
Edson Ricardo Paiva
