Estrófes com a Palavra Sol

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O sol ainda não se pôs para sempre.

Apenas à águia pode olhar para o sol.

Sol quente que queima o rosto,
rosto pálido, negro, asiático ou rico.
Sol que traz energia,
sol que pode extinguir o olhar da vida.

Nordeste é força,
que como o umbuzeiro se entrelaça para oferecer doçura.
Umbuzeiro que, para isso, entrega o seu fim,
mas, como nas anomalias da vida,
pode ressurgir.

Pois o mesmo sol que queima
é o que permite à vida renascer.

"Não busque o lugar ao sol para ser visto; busque-o para descobrir o que a sombra estava tentando esconder de você."

Raio de Sol
Eu te procuro de todo coração⁠!
Pois,guardo às tuas lembranças...
E até me delito de tanta emoção!
Maravilhas que refletem
gotas de esperanças
Sobre as água do mar
e na areia
É tarde de verão!

Zele pela Terra, pelo solo, pelas águas e pelo mar.
Veja como o sol aquece as aguas e à noite a lua brilha e enaltece e nos acalma. As estrelas cintilam e surgem cometas errantes.
E as marés no litoral? Formam ondas, vagas flutuantes...
Sinalizador natural do fenômeno
de forças mutantes, são a
Preamar e a Baixa-mar

Ah! Você parece estar bem melhor hoje


Uma pessoa livre não pode viver reclusa


O sol não se esconde da luz do dia


Levante, respire e sorria

Embaixo de uma árvore, um menino acariciava um cachorro,
cachorro de pelos dourados com o sol que esverdeava folhas
folhas amassadas e quebradas pela bola arremessada que atingiu a árvore,
árvore que continha folhas, e ao redor do menino
um adulto que, obeso, reluta em levantar
o menino observa o adulto, homem que toca, que acaricia a própria barriga
o menino, em veloz movimento, toca o braço do homem
o homem, em espanto, escuta do menino: "Por que não está feliz nesse belo dia? Se levante."
o homem, com uma lágrima tímida, recita: "Não posso, não sou belo."
o menino acaricia o seu cachorro e diz: "Sabia que tem dias que é difícil acariciá-lo assim? Pois, se não remove o excesso de pelo, torna-se espesso e sufocante."
o homem mais uma vez acaricia a própria barriga, apertando como se quisesse arrancá-la, e recita: "Não é a mesma coisa, jovem menino."
o menino, em um belo sorriso, recita: "Eu nunca pude fazer sozinho, mas hoje cortei um pouco, somente um pouco. Você também consegue."
o menino se levanta, ao segurar o braço do senhor, o cachorro o auxilia e o senhor se levanta
a árvore que confrontava, agora brincava com a sombra, o homem que acariciava a barriga surgia magro, estendendo a mão ao menino, que em sombra era um belo rapaz.

⁠No jardim, coloridas flores nasciam
Éramos jovens e o futuro bem distante
O sol tocava levemente nossas faces
A felicidade, naqueles dias, uma constante.

Tua pele, pura seda, sempre perfumada
Teus beijos tinham gosto de hortelã
Passeávamos pelo jardim de mãos dadas
Vivíamos alegres num hoje sem amanhã.

"O verdadeiro lugar ao sol não é onde a luz bate, é onde você finalmente para de tremer de frio por dentro."

"O lugar ao sol é um ponto geométrico que só existe enquanto você não chega lá; uma vez alcançado, ele se torna apenas o quintal de uma nova busca."

"O erro de quem conquista um lugar ao sol é esquecer que a Terra gira; o segredo não é fincar a bandeira, mas aprender a caminhar no ritmo da luz."

"No topo, o lugar ao sol é tão brilhante que cega; às vezes, a clareza só é possível quando aceitamos o frescor da penumbra alheia."

⁠Em tempos de tanta (cão)fusão, sob chuva ou sob sol, que a euforia da Meta não confunda Etanol com Metanol.
Amém!

⁠Que o Sol Não se Ponha Sobre o Nosso Descuido Com a Liberdade de Pensar!
Amém!

⁠Cá por essas bandas de um sol para cada um, que cada qual tenha a hombridade de não se descuidar do seu.


Nem superaquecer o outro.


Bom e abençoado dia de verão embalado nos 40.


Cá por essas bandas, onde há um sol para cada um, não nos falta luz — falta, às vezes, hombridade.


Hombridade para cuidar do próprio astro, regular o próprio calor e vigiar as próprias sombras.


Porque há quem, descuidado de si, tente aquecer a própria falta queimando o outro.


O verão ensina sem levantar a voz: o sol que amadurece também pode ferir.


Tudo depende da distância, do respeito, do tempo de exposição.


Há calores que nutrem e há calores que adoecem.


Que cada qual carregue o seu sol com responsabilidade,
sem invejar o brilho alheio,
sem projetar suas secas sobre jardins que não lhe pertencem.


Num dia abençoado, embalado nos quarenta,
que saibamos ser verão sem incêndio,
luz sem arrogância,
calor sem invasão.


Bom e abençoado dia, ainda que embalado nos 40.

Se de manhã vieres me visitar, acordarei num raio de sol.

Para dias de chuva,
bem aconchegadinhos,
nem cachecol, nem luva...

Para dias de sol,
entre um beijo e um carinho,
já nem se pensa na chuva, lol!

Para dias sem cor,
guarda-me em teus braços,
meu amor...

O sol está quente, assolando meu inverno.
Sem você aqui, moça bonita, tudo é castigo.
O frio morde, e eu não sei fugir
dos pensamentos que insistem em ti.
Eles devastam meu mundo engessado,
preso, atado, sem saída.
Então resmungo em silêncio aflito,
grito alto teu nome — joia do Nilo —
para que ninguém perceba
a nudez da minha aflição.
Será castigo do céu me assolar assim?
Caio de cara na terra, esmurrando o chão,
até que toda força se acabe em mim.
Só então clamo aos céus, linda mulher.
Por quê? Por que me sinto desbravado,
preso numa liberdade vazia,
longe da mulher que me deste?
Quem sabe o céu conforte
essa angústia medonha.
Confesso tudo, até na prece mais fervorosa,
e chamo teu nome —
minha rainha.

Deixe de ser o sol para o girassol e veja qual será o destino dele.