Estou Ótima e Quem é Você

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A opinião dos outros sobre"quem é você" só tem relevância quando você não tem consciência de "quem é você", para si mesmo.

Deus quem é você?

Se revele! Deixe o mundo saber quem é você. E lembre-se que você é estrela e estrela nasceu para brilhar.
NN

Livre-se do hábito de agradar a todos, pois com o tempo já não saberá mais quem é você.

Quem é você quando ninguém está olhando?
Não a versão ajustada, polida, socialmente aceitável.

Não o personagem que você construiu para caber nas expectativas, nos vínculos ou nos silêncios alheios.
Mas você inteiro, cru, sem plateia.

Quem é você quando a luz apaga?
Quando o barulho externo cessa e sobra apenas o eco dos seus próprios pensamentos?
É nesse espaço íntimo que a verdade se revela. Não a verdade que você conta, mas a que você sente.

Porque, no fundo, não somos aquilo que dizemos ser
somos aquilo que repetimos quando ninguém está vendo.
Somos os hábitos invisíveis,
as escolhas silenciosas,
as fugas que justificamos
e as verdades que evitamos encarar.
Há uma diferença sutil, porém profunda, entre identidade e desempenho.
Muitos vivem performando uma versão de si que agrada, que é aceita, que é validada.

Mas poucos sustentam coerência entre o que mostram e o que são.
E é justamente nessa coerência que mora a integridade.

Quem é você quando pode escolher sem testemunhas?
Quando pode ir embora ou ficar?
Quando pode ferir ou preservar?
Quando pode se abandonar… ou se sustentar?

A forma como você se trata nesses momentos define muito mais sobre você do que qualquer discurso bem elaborado.

Talvez a pergunta não seja apenas “quem é você?”

Mas sim: você tem sido alguém que conseguiria respeitar, admirar e confiar se pudesse se ver de fora?
Porque no fim, inevitavelmente, você sempre volta para si.
E quando voltar…
que encontre verdade, não disfarce.
consciência, não fuga.
e, principalmente, alguém que não precise se esconder de si mesmo.
Nelma Andrade
Psicóloga

Tudo que algúem precisa para ser um filósofo é nunca mais dizer "Quem é você para questionar..."

Quem é você? Diga logo que eu quero saber. Já passou o carnaval, tire a máscara social. Boi, boi, boi, boi da cara preta, tire essa menina que tem medo do capeta. Então você é isso, um rosto sem riso e se quer ser meu inimigo, junte suas armas inúteis, pois eu conheço seu calcanhar de Aquiles e não vou te polpar. Seus poemas de escarnio morrem ao virar a página e é perigoso a você achar que eu sou frágil. E se falo em solidão é porque no meu mundo não cabe seu jogo sujo, que quer me calar covardemente. Pegue seu capital cultural, e dele se desfaça, veremos que sobra uma farsa de um comediante sem graça. Eu nasci pobre e doente, mas não me tenho medo do seu ódio. Eu te amei de graça. Acertei no amor, só errei no alvo. Tire a máscara e mostre também sua fragilidade ou vai viver eternamente essa personalidade falsa, que em meio à sensibilidade deixa escapar cruel sua própria destrutividade. Você não vai me calar, nem a loucura me calou. Eu já sofri tortura. Você tem palco e aplausos, eu tenho uma pele marcada por violência. E você ainda acredita que pode me diminuir. Eu conheço a escola da rua e das grades, e nenhas não há consolo nem apoio. Apena uma instituição sem rosto. Meu sofrimento é a doença que sua soberba ignora. Não, não é serventia da casa, é um coração em brasa. Coma seus privilégios e deixe em paz meu vazio e minha solidão. Eu que te amei em vão, desconheço desilusão e tenho uma voz farta que não cabe na sua sala. Tire a máscara e fale olhando nos meus olhos, sei que vai se calar, pois quem é você sem palco? Sapo cururu na beira do rio, quando o sapo canta maninha, é porque tem frio. Gélido coração é o seu e se um dia você ganhou minha confiança, hoje perdeu minha esperança do ser que eu pensava que você era, em meu estado de primavera. Eu amo João, você ama Maria. Quadrilha. Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar. Não, não tire a máscara. Não quero ver seu rosto. Suba no palco com seu novo projeto. Eu te conheço no palco da vida. E você tem sido meu professor, me ensinando lentamente a te odiar. Mas vou simplesmente esquecer. Você passará. Mascarado passou. Meus versos continuarão se sei bem a pessoa que sou. A canou virou, quem deixou ela virar? Sou o avaro burguês que não soube remar. Tire de perto de mim a palavra amar. Eu não te odiar. Escreverei mil versos enquanto a vida for testemunha da minha existência. Eu sou resiliência calada. Essa é a serventia da casa. Meu peito, meu lar.

Quem é você que na face oculta da noite desbrava o chão dos versos a tecer um poema controverso? Sou sua face dúbia que não encontra espaço no chão da sala para me fartar de palavras inebriadas. Falo do amor que pode ser qualquer morada. Se esta rua fosse minha eu mandava ladrilhar com poesias antigas para eu mesma me fartar. E muito pouco cumpro daquilo que prometo, pois eis que esqueço sua face mascarada e me perco em palavras pesquisadas, que não alcançam meu vocabulário, que caminha qualquer estrada, pois a liberdade há de encontrar também a palavra. E muito mais falo ao peixes se meu poema não sabe a hora de parar e anda devagar a espreitar um novo conceito nas colchas de retalho que eu costuro e são maiores do que minha estatura. Vendo meus versos solenes a qualquer vivente que a linguagem experimente. Caranguejo não é peixe, caranguejo peixe é, nas ondas da vida eu sou a maré, que te convida a escutar minhas rimas de uma vida que ultrapassam minha sina. Sei do pouco o muito e cobra juros se perdida na colina suspira a existência perdida. E longo caminho se faz, o que para muito tato faz, mas meus passos têm pressa se a poesia se esvai e tenho nas mãos peixes numerosos que me escutam com atenção. Nada se faz além de andar em círculos e as verdades que eu não mais acredito, se está ausente a luz solar e sou visitante do meu próprio lar. Morre incongruente o passado obsoleto e já não protegem os amuletos, se nada se sente no momento presente e são incipientes todas as obras inacabadas, se não há mais pés que caminhe a estrada. O dia escureceu em minha mente e não há argumentos que me façam mudar de pensamento se já foram plantadas todos as sementes e estou abruptamente descrente de qualquer fruto que brote no chão. Eis uma canção que não se escreve, pois entardece o poema ausente de beleza plena a vagar no solo da realidade a inquietude de minhas mãos incertas se a face deslumbra o ardor frenético de um forte remédio que descortina o tédio e fazem os olhos verem o estático minuto da aurora que foi outrora festiva e convidativa, mas agora se farta de rima que muito pouco dizem e me resigno se minha sina é comprar uma passagem só de ida e esquecer o passado de minhas madrugadas. E há de haver novas estradas para fazer raiar minha alegria distante que não encontra rios de água cristalina a desviar a íris de qualquer lembrança fria. Novamente se faz despedida na inconstância do amor que morre todos os dias. Chamaria isso de vida.

Quem
"você"
deixa entrar
"É"
a Decisão
mais importante!

Autonomia não é isolamento. É escolher quem fica.
Você está limpando o terreno. Dá trabalho, dói um pouco, mas depois a vida respira melhor.

Hoje o professor me perguntou: Quem é você?
Então fiquei me perguntando o resto da tarde, e essa seria minha resposta.


Sou feito de melancolia, textos e livros. De dias nublados e luzes amarelas. Sou como um café confortante tomado em um dia frio. Sou aquele que coleciona livros, sentimentos e palavras. Sou feliz, ás vezes triste , ansioso, mas também esperança. Sou alguém que ainda está se descobrindo entre páginas, sonhos e silêncios.

"Amar é lindo. Mas saber ficar só… é liberdade. Não procure quem complete você. Seja completo pra transbordar."

Quem é você sem máscara?
No seu mundinho,
distante do bloquinho.

"Quem é você?"
É a pergunta que a identidade-armadura não aguenta, porque ela exige resposta sem etiqueta, sem hashtag, sem palco.


E a resposta que você deu depois é o contragolpe:
A árvore não precisa declarar “sou árvore” o tempo todo. Ela só é.
O gato não passa o dia explicando por que não é cachorro. Ele caça, dorme, mia. Pronto.


O problema começou quando a gente esqueceu que ser humano também tem um “só ser”.
A gente trocou o ser pelo provar, pelo performar, pelo justificar.


Então a pergunta pra Gen Z e pras que vêm depois não é “qual identidade você escolhe hoje?”.
É: o que sobra de você quando tira todas as identidades?


Se a árvore tirasse a casca, ainda seria árvore.
Se o gato tirasse o pelo, ainda seria gato.
Se você tirar as máscaras, ainda sobra algo que não precisa de aprovação pra existir.


É aí que mora o “quem é você” de verdade. E é isso que nenhuma pauta, geração ou algoritmo consegue te dar ou tirar.


Por Marcio Melo

Descubra quem são as pessoas, descobrindo primeiro quem é você.

... Quem Sabe? ... UaUá ...
Quem é você?
Sou um nada dentro Do Tudo ...
Tem apelido?
Sim!
Qual?
Bem-Te-Vi-Pirilampo ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

QUEM É VOCÊ 🫵


A vida é engraçada
A gente vive querendo o melhor para os outros e, na maioria das vezes, não desejamos o mesmo para aqueles que vivem o mesmo cotidiano que nós. Hoje tudo é mídia, quase ninguém não usa filtro e praticamente ninguém pula corda na rua e brinca de queimada. As pessoas não se cumprimentam olho no olho e, quando se esbarram, nem se reconhecem!

Sempre é bom concordar com quem estende a mão para você. Não discuta nem afronte quem ajuda você — seja prudente.

Quem é você?Quem sou eu?Quem somos nos?Onde estamos?De onde viemos?Para onde vamos?

Inserida por Geysah

"Hoje você me despreza, amanhã eu nem vou saber quem é você"!!

Inserida por TainahM