Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

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Outro dia a vi… você estava linda, condenada a viver maravilhosa. Caminhava pela rua em um vestido de tom alegre, e então pensei: que mulher encantadora! A tua nobreza extravagante, devastadora, sensual e ao mesmo tempo meiga, educada, sincera e verdadeira, conquistou a felicidade deste homem forte.

Onde você estava, mulher, vem me oferecendo um amor irregular
quando meu coração ainda pulsava alegria,
quando havia sol nas manhãs e sede de futuro?
Agora vem me ofertar um amor
enfurecido e envelhecido —
aquele que outros já rejeitaram,
como se eu fosse abrigo para restos de paixão?
Não sou museu, nem curva esquecida no fim da estrada;
não sou vitrine de memórias quebradas,
nem depósito de sentimentos em ruínas.
Não me trate como ferro-velho de afetos.
Não faça isso, baby.
Não há espaço em mim
para abrigar o que foi descartado,
o que chega tarde,
carregado de ferrugem e arrependimento.
Acredite:
nem mesmo em túmulo vazio
há lugar para um amor
que não soube chegar quando era tempo,
que não soube florescer quando havia primavera.
O que vem agora,
vem como sombra,
como eco de um grito que já não me alcança.

"O fracasso de Adão e Eva estava camuflado em um belo e delicioso fruto"


Quais são a base fundamental e critérios de suas escolhas?


Cuidado com as aparências.


Nem tudo que é belo e desejável exteriormente faz bem para vida interior.


Escolhas erradas, com critérios ilusórios, podem destruir uma vida por inteiro.


(Gênesis 3:6)
Bíblia sagrada

Descobrir um dom natural na vida é como encontrar um tesouro que estava perdido.
Ele sempre esteve ali, silencioso, esperando o momento certo de ser reconhecido. Às vezes passa despercebido, escondido entre medos, dúvidas ou expectativas alheias. Mas quando o encontramos, algo dentro de nós se alinha.

Esse dom não surge para nos tornar maiores que os outros, e sim mais verdadeiros com quem somos. Ele nos chama para viver com propósito, para criar, sentir e oferecer ao mundo aquilo que só nós podemos dar. Reconhecer esse tesouro é um ato de coragem — e honrá-lo, um gesto de amor próprio.

Porque quando vivemos a partir do nosso dom, deixamos de procurar sentido fora e passamos a construir significado por dentro.

Descobrir um dom natural na vida é como encontrar um tesouro que estava perdido.

UM PRETEXTO CHAMADO LIVRO


A casa de esquina parecia abandonada, mas não estava. Apenas vamos chamar de silêncio aquilo que sobra quando as pessoas vão embora. Foi ali que Lázaro, aos trinta anos, parou o carro num sábado de sol em brasa, em Cuiabá. Vendedor da Barsa, trazia na mala enciclopédias e, sem saber, também carregava destinos alheios. Tocou a campainha com cuidado, como quem não queria acordar lembranças. O homem que abriu a porta era viúvo. A solidão morava nele sem pedir licença. Não havia brinquedos no quintal, nem vozes nos corredores, nem pressa alguma para o futuro. Tudo indicava que aquela casa não precisava de livros. Ainda assim, Lázaro entrou. Falou da Barsa como quem fala de permanência. Disse que ali estavam respostas para perguntas que nem sempre eram feitas. Que os livros resistiam ao tempo, às ausências, à poeira dos dias. O senhor escutava em silêncio, olhos pousados em um ponto distante da sala, talvez no passado. A venda aconteceu sem celebração. Apenas aconteceu. Como acontecem as decisões importantes. Depois, o suco de caju. Doce, fresco, quase uma gentileza antiga. Entre um gole e outro, o senhor confessou o motivo da compra. Tinha netos, mas os via pouco. Talvez, disse ele, os livros servissem de pretexto. Um motivo legítimo para que eles voltassem. Para que a casa voltasse a ter passos, perguntas, risos espalhados pelo chão. A Barsa não era sobre pesquisa. Era um chamado.
Lázaro saiu entendendo que a solidão faz as pessoas criarem armadilhas delicadas para o amor: uma coleção de livros, uma mesa posta, uma desculpa bonita para não desaparecer sozinhas.


A solidão ensina que pessoas não compram coisas por necessidade material, mas por esperança, criando gestos e pretextos para trazer de volta quem o tempo afastou, tentando transformar silêncio em presença.

Quase todo filósofo ao abrir um livro pela primeira vez, estava com problemas, o que causou uma crise existencial, por isso, os bem-sucedidos financeiramente e bem estruturados em carreira raríssimas vezes são pensadores!

SEM TÍTULO
Vou te contar um segredo arrumado, daqueles bem ajeitado, que estava bem guardado, enterrado embaixo de 7 palmos, com sete cadeados, todos eles bem trancados, mandamos soldar e ficou bem soldado, pra ficar melhor e mais bem guardados, em cima construímos uma delegacia, cheia de soldados, olha que engraçado, te contar um segredo que com você está guardado!
Você agora riu e sorriu, que absurdo, como posso eu saber o que você está fazendo se estou do outro lado do mundo?
Por um segundo, eu invadi seu coração, na ponta dos olhos ou na palma das mãos?
Que difícil decisão, trocar o que eu vejo pelo que eu sinto?
É uma verdade e não um mito, por isso acredito...
Eu falei em cinto?
Cinto que aperta e não é a cintura, que aventura, subir em árvore, descer montanha sem frescura, mas isso machuca e onde está a cura?
Ah como eu queria apenas ser vencedor!
Já parou pra pensar no que é ser vencedor?
Vencedor é assim: Você tem que vencer a dor! Aí você se torna intitulado vencedor!
E quando chegar do outro lado, vai ter a diferença do perdedor pro vencedor, pois o perdedor é assim: ele perde pra dor e fica um perdedor!
Ou seja, do outro lado, isso tem significado!
Vou te contar agora o contrário:
Quando partir, eles vão gritar em uma fila assim: VEMSEMDOR, aí como na partida, seus ouvidos não vão estar ouvindo, você vai ter que ir pela intuição e a intuição de quem é vencedor é ir a caminho da palavra que ele mais ouviu VENCEDOR VEMSEMDOR VENCEADOR...
E o perdedor? Ele vai pelo caminho que ele também mais gravou, lá vai tá gritando PEÇODOR, e ele vai de novo pelo caminho ao qual atravessou pedindo: PEÇODOR... PERDEPRADOR...
E assim vou indo e sorrindo... já viu que o dia hoje está lindo?

o Brasil até 22 de Abril de 1500 estava um pouco desconhecido da maioria, e por isto não foi descoberto, pois já tinha diversas tribos indígenas residindo aqui.

Lá estava eu, tentando plantar afeto em um coração de pedra.

um dia eu estava cansada e respirei fundo, fiz um escalda pés e fiquei revigorada.

Há um momento em que algo em nós termina e a decisão apenas confirma o que já estava encerrado.


— Jess.

O político e a areia

Certa vez um político já calejado pelos anos de vida pública estava chateado e sucumbindo pelos escândalos, o mesmo já cansado de tanto ser exposto e ter sua vida particular devastada, estava decidido a abandonar o mandato para assim tentar apagar o fogo eminente que vinha em sua direção.

Um de seus mais fieis assessores indignado com a atitude de tal político que a décadas estava a frente de mandatos e nunca havia nesses anos todos se entregado ou recuado a qualquer conflito foi questionar esta atitude tão drástica que o seu chefe tomaria.

O fiel escudeiro de longa data expressou em suas palavras o sentimento do povo em relação ao seu líder tentando desta forma estimular e fazer com que ele refletisse para não abandonar o mandato e lutar, pois um povo que o segue e acredita em seu líder, mesmo que ele estivesse em um deserto sem água e pedisse para que o povo que o seguisse bebesse a areia dizendo que a mesma era água e iria saciar sua sede, eles o fariam por acreditar em sua liderança.

O político olhou para seu fiel escudeiro e falou a ele que iria deixar esta última lição para que ele refletisse em sua vida.

O povo beberia areia não por que ele era um grande líder ou por que o idolatravam como tal, muitos antes dele nem sabiam falar ou discursar e foram considerados grandes estadistas, o povo beberia areia por desconhecer o sabor da água e por esse desconhecimento os mesmos sempre o seguiram, pois o conhecimento abre os olhos do mais tolo dos homens.

Nunca menospreze uma gota de água na areia do deserto, pois milhares dela forma rios, mares e oceanos.

Em Cafarnaum, quatro pessoas levaram um paralitico até Jesus, a casa estava lotada e eles decidiram inserir o enfermo pelo telhado. Procure amigos com um propósito eterno e que façam de tudo para te aproximar de Jesus Cristo todos os dias. Marcos 2:1-12

Me abandonou
Quando você estava com a mamãe você era um pai
Cuidava de mim
Olhava pra mim
Era o que eu precisava naquele momento
Depois que as coisas com a mamãe não estavam dando certo...
Você sumiu devagarinho e para outra mulher foi atrás
E agora eu fico pensando
Se não fosse essa mulher você ainda me amaria?
Não não.. não amaria
Você agora vive seu mundo
Sem mim e sem mim
Do jeito que você queria.
Eu só queria que você me amasse
Me amasse
Mais do que ela
Cuidasse de mim como um pai
Agora você foi embora
Está vivendo
Era o que você sonhava?
Viver sem mim
Pai ausente
Pai distante
Que não olha para mim
E....
Espero que você esteja feliz com sua escolha..
...
Você de repente apareceu após minha mãe falecer...
Pensei que tinha decidido ser um pai
Eu estava feliz
Fiquei feliz
Criei esperança que você voltaria
Mas você mostrou sua verdadeira face
Deixou a decisão de ser pai na mão daquela mulher
Ela só olhava para as minhas coisas
Queria que eu dormisse num quarto do fundo
Queria me colocar na linha como se eu fosse um animal...
Eu percebi o que vocês queriam
Eu me afastei não quero nunca mais te ver


Agora eu tenho um pai
Agora eu tenho um pai que não me abandona
Por nenhuma mulher
Por nenhuma mulher
Ele tem uma caveira no rosto
E faz o que você não fez.


Não me procure.

A história do Diabo e do Cavalo:
Um cavalo estava amarrado a uma árvore.
O diabo veio e o soltou.
O cavalo entrou na horta de camponeses vizinhos e começou a comer tudo.
A mulher do dono da horta, quando viu aquilo, pegou o rifle e matou o cavalo.
O dono do cavalo viu o cavalo morto, ficou enraivecido e também pegou seu rifle e atirou contra a mulher.
Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mulher morta e matou o dono do cavalo.
Os filhos do dono do cavalo, ao ver o pai morto, queimaram a fazenda do camponês.
O camponês, em represália, os matou.
Aí perguntaram ao diabo o que ele havia feito e ele respondeu:
– “Não fiz nada, só soltei o cavalo”.


O diabo faz coisas simples...
Porque sabe que se o nosso coração está sujo, a nossa maldade faz o resto.

"E sem perceber, eu estava tão mal Pisicologicamente, que bastou um problema tão pequeno pra minhas lágrimas caírem do meu olho"

(...) Sozinha em uma cafeteria da cidade, onde frequentemente ia, estava lá, eu, sentada. Levei um livro para ler, e por um breve momento me deparei comigo mesma olhando através da janela. Estava observando as pessoas caminhando, umas caminhavam com muita pressa e era até engraçado de ver, outras caminhavam sem pressa alguma, e enquanto eu tomava um café, olhei para espelho, enxerguei nele, o meu reflexo, pensei no quanto senti a sua falta, em todos os momentos, aqueles momentos verdadeiramente importantes da minha vida, em que você não pode estar. E quando me dei conta de onde você estava, não achei que seria tão óbvio, me senti burra, porque como não me dei conta? Era você mesmo!! Eu estava assustada e cheia de lágrimas nos olhos. Você não lembra? você estava lá no meu reflexo estrela. Você estava no meu sorriso, no sorriso mais sincero e verdadeiro que eu dava, estava no meu olhar, aquele olhar de ternura, no olhar com lágrimas, você estava na minha risada, no meu choro, estava na minha voz, estava quando eu me calava, estava viva, mas era apenas na minha memória... E eu não sentia mais raiva e nem tristeza, porque principalmente estava presente no meu coração mãe.

- Esthea Luzo

Cheirinho de Café

01/04/2026

Eu estava feliz quando, de repente, senti um cheiro na cozinha, café recém passado.Típico, um café passado e uma manhã, combinação melhor não há. Ah, aquele cheiro amargo e suave veio às minhas narinas em forma de lembrança de uma certa manhã. Lembrei-me daquela manhã que foi suave ao viver e amarga pela saudade. Me lembrei do quentinho do coração que eu sentia ao lado dele, do quanto ele me inspirava. Ele era café, inspiração para as minhas manhãs. Mas o café quando não bem cuidado, ele esfria e só resta o amargo da cafeína e as saudades de quando estava quente. Tu é café, esfriou, mas talvez, ou por questões climáticas, eu não tenha preservado o meu café.

O outro apenas ativa um gatilho que já estava instalado em nós. Ele é o carteiro que entrega uma correspondência que nós mesmos escrevemos em algum momento do nosso passado ferido.