Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

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Quando a sua mente se abre para uma nova perspectiva, parece que um mundo de possibilidades abre em seu caminho. Quando estas possibilidades tornam-se a sua realidade diária, rasga-se o véu da verdade e busca-se a evolução por si só. Você é o que basta, de todas as formas e conceitos.

Eu lúdico, eu livre, eu vivo, eu ser humano me sentindo um primata, a qual as pessoas tem pelo e andando com as mãos.

As vezes agente só que um canto pra chorar sem precisar explicar o por quê de estar assim.

A Poesia é um instrumento que suscita emoções; levando-nos ao sonho de uma realidade que aconteceu ou está a acontecer.

Toda a vida é um exemplo da vida; aprendida em lições de uma vida inteira.

Conservar a esperança, é revestir-se de um exército de convicção.

A fama sem talento é uma comédia. A fama com talento é um drama.

A infância é um baloiço que faz balançar a alegria de uma vida inteira.

Ficar suspenso por uma ausência: sente-se a dimensão vertical de um corpo desabitado.

⁠Poesia é um infinito papel em branco repleto de Amor.

⁠Algumas vezes um poema é uma pessoa.

⁠⁠Por vezes, o silêncio é: um ensurdecedor sentimento.

Rasguei a pele,
encontrei um poema.

O idioma de outono
é um dialeto secreto
entre o poeta e a chuva.

Quero ir contigo a um lugar
onde as árvores suspiram
e escrevem nos solos
a caligrafia do outono.

Um coração
que rejeita
o outono
não aprende a
amadurecer a dor.

80's


Cada walkman era um templo portátil e cada cassete, uma confissão da alma.

Compêndio de Chuva


Cai a chuva, melancólica e lenta, como um grito que o tempo inventa.
Em cada gota, um som, um tom, que o vento leva — e traz o teu batom.
O teu rosto vem, em bruma e luz, como se o céu em ti se traduz.


Enquanto o mundo se desfaz em água, o meu peito arde, embora os meus olhosse alaguem em frágua. O teu toque é sinfonia de chuva,
que compõe a minha alma, e acende lua turva . E eu, perdido entre trovões eos relâmpagos do meu silêncio, encontro-te em cada canto da minha pele em compêndio.


Que chova, amor — que o mundo escorra, que o tempo pare, nesta dor de masmorra. Pois se é na chuva que te penso e vejo, então que chova, só para te ter no beijo.Chove, e o meu mundo sopra o teu véu, as ruas das minhas veias choram sob o cinza do céu. No vidro, escorre o teu nome, lento, feito melodia, feito tormento.

Pele e Chocolate


Passo o dedo
no chocolate
e escrevo na tua
zona umbilical
um poema, que o irei ler
com a minha boca.


A minha boca aprendeu
a língua do Amor
quando encontrou
o teu molhado beijo - e um pedaço de chocolate.

Suor da Lua




O teu corpo aproxima-se do meu como um inevitável eclipse, e o universo inteiro vibra
à força do que pulsa entre nós.


Quando tu me tocas,
não é apenas pele — é tempestade,
é um magnetismo profundo
que grita por dentro
e reacende tudo
o que eu escondi.


O teu cheiro envolve-me,
prende-me, arrasta-me
e eu deixo-me levar
porque há algo em ti
que fala diretamente
ao que em mim é puro fogo.


O teu hálito roça o meu silêncio, entre sombras, a tua pele acende o meu desejo em chama lenta.


No toque que quase acontece,
perco-me internamente
na promessa do teu corpo,
onde os poros bebem o suor da lua.
E quando a tua boca encontra a minha boca, com essa urgência densa, selvagem,
o tempo rende-se, e o meu nome submerso na tua saliva, arde insanamente na tua boca.