Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Em um simples momento se vamos e tudo fica... mais qual o tudo é importante? eu penso ser o Amor... corremos contra nossas imperfeiçôes... como seres limitados atravesamos os umbrais de onde nos reunimos ,adentramos no congregar com o proposito primordial de nos aperferiçoarmos... tudo esta em seu devido lugar, a imagem que trago sempre em minha mente é que o filho prodigo perdeu tudo, mas não perdeu o mapa escrito no seu coração nas atitudes de Amor de seu Pai, ele não perdeu o mapa do caminho de volta para casa... nada ali mudou ...tudo estava completo, cada coisa em seu lugar conforme a vontade e disposição do Pai. abandonamos nossas vaidades e vontades quando mergulhamos no oceano maior, quando saimos de nossa poça de água... não é sobre o que queremos é sobre o que o Pai quer de nós... por que o Pai esperava o filho prodigo? qual era as suas certezas? a certeza do Amor a ele ofertado e dedicado ... estamos indo embora e isso é o suficiente para vencermos a nós mesmos , e não vencermos a ninguem, vejo cabelos brancos em nossas cabeças e rugas em nossos rostos,dores no sistema locomotor...NÃO PODEMOS PERDER AGORA ...MAS NÃO É SOBRE O OUTRO, É SOBRE O PESO PESSOAL DE CADA UM...é sobre como construimos sobre o fundamento... a porteira da fazenda estava lá ...o alpendre estava lá...o gado mais cevado estava lá ...os servos estavam lá ...o anel e as alparcas estavam lá..o Pai estava lá ,tudo continuava lá...mas faltava Eu...voçê...o filho prodigo que precisa se convencer e cair em sí ...da realidade do que devemos ser e do que o Pai quer para nós... que o Eterno Pai contemple passarmos pela porteira de nossas zonas de conforto e do azedume de alma que nos separa de onde tudo continua no seu devido lugar...e quando perguntarem onde o Pai estava...diga: estava, onde sempre esteve, no seu lugar, assentado no Trono.Reinando para todo sempre, por toda a Eternidade amem. 11[11[2025
Escolha é um pássaro aliado da árvore cortada.
Decisão é uma seta costurado da criatura sentada no piso.
O ser humano é um animal racional, complexo e social, que habita os mais variados ambientes do planeta Terra.
O homem é por natureza um animal político; Isso não significa o certo homem tem contato com política pelo que envolver a sistema ou estrutura social, então significa nós somos subordinados à política a partir do envolvimento, providência e cumprimento de convenções, obrigações, missões e exigências da estrutura ou sistema política.
Saber é um movimento importante de adquirir, resgatar e guardar as informações, fundamentos e hábitos.
A cultura parece uma surpresa do mundo, algumas pessoas não percebem isso; e a tradição parece uma esperança do ambiente, mas todos percebem isso.
Eu comecei a passear, eu parei de passear, então eu posso retomar o passeio; Juntos somam um exemplo de alavancas dos momentos, mas não uma persistência e desistência das oportunidades.
O ser humano é um quê, tais como: Ser social, ser racional e ser cultural; Juntos somam as funções do seu animal.
A palavra é um chamado construído; a locução é uma expressão agregada; Juntos, somam um cruzamento das informações e pontos de partidas ao contexto.
Um exemplo de frase sem pressão e juramento:
"Sérgio, por favor, faz logo as atividades físicas na área, antes que se acabe."
Dar um palpite serve para os burros, responder as questões e atender às exigências serve para os inteligentes.
A inteligência é um mapa de coordenadas e eixos arcados com o grande mundo; logo, é um processo intelectual.
O que muitos vêem como avanço, subir um degrau, "crescer" na carreira... Para mim é mais uma icógnita... Sinto que a cada avanço estou a um passo a menos para o NADA. Não sinto que estou saindo de um lugar para alcançar algo, muito menos chegar a algum fim. Sinto que só estou descendo uma ladeira, acompanhando a inclinação e a gravidade... Uma hora eu vou cair, a queda parece inevitável... Não acredito mais que vou atingir o meu "sonhado sucesso"... Acho que nunca acreditei.
Viver em Mairiporã é o privilégio de escolher o silêncio da Serra como lar, um verdadeiro refúgio onde o oxigênio da mata renova a alma e o tempo desacelera no ritmo calmo da represa.
Reno Fioraso
Na alvíssima açucena que mora em meu ser prenuncio alvíssaras de um futuro irremediavelmente promissor. E meu estado anímico se faz em arcano de espanto. Minha individualidade axiológica encontra beatitude nos pequenos pormenores e pinto um quadro cambiante que transforma todas as cores existentes. Diria ser persistente almejar o realismo em fragmentos que fabrico. Na candura das flores e dos animais acontece um momento cartático, que resulta em uma cintilação púrpura na coalescência de um contemplativo raio crepuscular, que em sua deliquescência arde o diáfano brilho do sol adormecido entre lírios nas margens dos rios. E são efêmeras todas as demonstrações de afeto, pois floresce no deserto qualquer esperança de água. As flores eflúvias deixam idílicos os campos na aurora elísia de contemplações únicas e especiais, por sua raridade. E andamos na cidade de concreto e tudo parece cinza nas retinas limpas de um emérito trabalho sutil, que é rapidamente ignorado. E escrevo palavras na epifania de meus dedos quando a noite cai e escurece a terra. Os olhos esplendentes permanecem por uma estesia estética que alcança o etéreo na sonoridade agradável de uma flauta. Escrevo poemas obtusos e sua exegese é saber que se fala do belo transitório, que busca os melhores versos, desde o exórdio até o ponto final. E não falo de amor, pois que o poema é a própria expressão do sentimento, seja simples, seja hermético. São minutos de silêncio em que apenas a linguagem fala. E nisso mora sua raridade delicada. Na imanência de vir a me tornar quem sou, voo por planícies e faço rasantes nos lagos. Tudo é um substrato da liberdade maior que conquisto no imponderável cotidiano. E poderia dizer que amo, mas a palavra crua perde potência. Então afirmo desejar que seus dias sejam pacíficos e que você encontre no peito a incandescência do inexorável caminho da alegria. Assim eu diria. E após longo divagar me entrego ao laconismo, com as palavras silenciosas que não pedem abrigo. Apenas um ombro amigo.
Pisquei os olhos, anoiteceu
Bocejei, o cabelo alvejou
Deu um pulo, a minha filha cresceu
Gargalhei, a aposentadoria chegou
Cartas que Não Enviei
Se amar fosse um erro,
eu colecionaria pecados como estrelas,
cada batida do peito uma confissão
escrita em tinta invisível.
Cada carta guarda um segredo:
o tremor da mão ao traçar teu nome,
a saudade que se disfarça de ponto final,
o “eu te amo” escondido entre as linhas
como quem tem medo de ser lido inteiro.
E eu, a mais sortuda dos errantes,
continuo escrevendo sem selo,
sem endereço, sem coragem de enviar...
porque entregar-te o coração
é o único erro que eu faria
mil vezes, sem pedir perdão.
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