Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

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Eu estava assustado, estava assustado, cansado e despreparado
Mas eu esperei por você se você for, se você for
Então deixe-me aqui sozinho, então eu esperarei por você, sim

NÃO ERA PARA SER

Por que foi assim...
No começo ninguem acreditava no
que estava acontecendo
E... eu também não esperava
que fosse acontecer
Mas você se aproximava
Seu geito dificíl e
complicado me conquistava.
Seu olhar nunca prometia nada
Mas mesmo assim todas as noites
com você eu sonhava
E... ansiosamente te esperava

NÃO ERA PARA SER

Somos como sol e lua
Até nos tocarmos nas noites escuras
É bonito se ver e te ter
contentar-me em só te querer
Desejar-te sem saber quando essa
magia poderá novamente a contecer
mas no final cada um para o seu lado.
O meu destino é viver este encontro
Muitas vezes segurar o meu pranto
Ter que disfarçar essa dor.
por que esse amor não era para ser.

Aonde está meu anjo?

Hoje eu não estou muito legal
Mas ninguém percebe mesmo
Eu estava triste, confusa e infeliz
Não estava entendendo
Meus próprios sentimentos
Na verdade
Já não estou bem a muito tempo
eu vivo dizendo aos outros o que fazer
e ajudando a resolver todos os problemas que eu podia
Mas não sei a solução dos meus próprios problemas
Na verdade
Eu gosto de tomar a dor dos outros pra mim
Talvez por isso eu sofra tanto
Sempre dando conselhos
Que servem pra mim também
Mas não tenho forças para executa-los

Talvez eu só precise de alguém
Que possa me dar forças e luz
Mas aonde? Quem?
Eu quero reencontra minha estrela
Aquela que me conduz

Nunca me sentir bem
Ao dizer eu te amo pra ninguém
Nem pra minha própria mãe e pai
As vezes acho até
Que sou incapaz de amar
Por isso estou a espera de alguém
Que possa me fazer mudar
Um anjo, uma estrela
Vindos de qualquer lugar

Porque Talvez eu só precise de alguém
Que possa me dar forças e luz
Mas aonde? Quem?
Eu quero reencontra minha estrela
Aquela que me conduz

Meu anjo apareça
E me mostre outro lado da vida
Salve- me da escuridão
Da solidão
Tire me das trevas
E me ensine a amar
Eu quero muito entender a sensação
De me apaixonar pela pessoa certa
Eu nao quero ficar só

Talvez eu só precise de alguém
Que possa me dar forças e luz
Mas aonde? Quem?
Eu quero reencontra minha estrela
Aquela que me conduz

⁠Percebemos que a escola da vida estava sempre aberta, e se você não estava ganhando mais conhecimento, estava ficando para trás.

Eu estava parado no patamar da escada quando ele me disse: — Tenho sete formas. Navegue. Abraçou-me. Tinha cheiro de mar. Do mar que não há nesta cidade. Pedi que ficasse, como não ficou o outro. Mas não o suportaria, acrescentei a seguir. Sorriu, como se nada do que eu pudesse dizer fosse capaz de modificar sua partida. Ainda chove, tentei dizer. Não importa, será melhor assim, repetia sua mão estendida. Passou-a devagar na minha face. Eu era uma coisa pequena, rastejante e sem Deus, caminhando no escuro lamacento à procura apenas de qualquer gesto como o toque de uma mão humana, devagar na minha face. Ele tocou. Calçou os sapatos, apanhou o chapéu. Eu quis dizer que poderia ocupar o segundo quarto — a segunda cama, a segunda vida — talvez para sempre. Eu estava tão vivo que qualquer outra coisa também viva e próxima merecia minha mão estendida, oferecendo. Estendi a mão. Ele não podia aceitá-la. Eu não devia estendê-la.

Doeu acordar e saber que você não estava mais ao meu lado...
Abrir os olhos e não te perceber;
Amanhecer sem o seu "bom dia";
Sem a tua boca na minha;
Não, não era inverno.
Era a primeira vez sem você;
O primeiro amanhecer sem teu beijo.
E o frio me cortava a pele,
Me agredia a alma,
Me tomava para si, como se permitido fosse.
Teu abraço que me esquantava o ventre,
Eu não o tinha mais...
Fui te perdendo, você me deixando,
E não tive voz, calei-me,
Não soube pedir: Fique mais um pouco.
Nem o sol quis ver-me,
Cobriu-se em uma pesada e negra nuvem,
Recusou-se ver os meus olhos
A te pedir: Não se vá...
Era tarde, você não me ouvia mais.

Já estava cansada de viver às margens da vida.

Estava caminhando com dois amigos. O sol se pôs. De repente, o céu ficou vermelho como sangue, e senti algo como um toque de melancolia (...) Senti como se um grande grito infinito atravessasse a natureza.

Ninguém é responsável por minha morte. Sou eu o responsável. Eu sabia que isso estava prestes a acontecer, já que falar a verdade em uma sociedade que vive de mentiras, fraudes e ilusões é pedir para morrer. Não culpo essas pessoas pobres que decidiram por minha morte. Se alguém é responsável, esse alguém sou eu. E quero que todos saibam que vivi assumindo responsabilidades por mim mesmo e vou morrer dessa mesma forma. Em vida, fui um indivíduo. Na morte, sou um indivíduo. Ninguém decide por mim, sou eu quem decide sobre o meu destino.”
(texto de O Livro dos Homens, de Osho)

⁠Se havia uma coisa que ela estava aprendendo com tudo isso era a facilidade com que é possível perder tudo que se pensa que será para sempre.

Eram dez horas da noite. A lua estava cheia e minha vida não tinha sentido.

O carnaval está bem próximo e eu estava ouvindo uma música do engenheiros (como sempre rs) e olha só a coincidência, um trechinho dela:

[b]Quem me vê sempre parado, distante
garante que eu não sei sambar
tou me guardando pra quando o carnaval chegar
eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando
e não posso falar
tou me guardando pra quando o carnaval chegar...

Eng.Hawaii

Me acordei e me olhei no espelho, refletido ali estava quem realmente gosta de mim.

Ele estava completamente alheio da minha presença, já eu, estava completamente ciente dos seus atos, e no meu próximo ato. Minha presença, até então desconhecida, foi revelada quando coloquei-me de pé na porta da cozinha, à sua frente. Olhamo-nos como sempre, com aquele ar de implicância no ar. Ele sabia que meu próximo ato seria irritá-lo, como forma da minha diversão. Tomei-lhe o pacote de biscoito que se encontrava semi-devorado em sua mãe. Sua reação foi a mais do que esperada, no instinto de somente combater a minha superioridade do momento, esquecendo-se do valor real do biscoito, ele empurrou-me contra a parede, tentando tomar-me o objeto de briga. Seu corpo e o meu estavam juntos, e seu rosto bem perto do meu, sua força me tirava a vontade de continuar naquela implicância sem fundamento. Num gesto bruto como tal, empurrei-lhe na primeira porta que tive chance. Acabamo-nos no banheiro, com as luzes apagadas e ainda brigando pelos biscoitos, que só eram, agora, uma desculpa para testar nossas forças. No fundo, eu sabia que ele tinha mais força que eu, fisicamente, porque quem cairia tão fácil numa implicância como essa? Quem tem seu ego tão ferido só por causa de um biscoito? Quando eu já estava exausta e a respiração estava falhando, ele tomou de mim o pacote, com um sorriso vitorioso no rosto. Eu não ia deixar por aquilo. Eu comecei então eu ia terminar. Acabei por fechar a porta e trancar nós dois lá dentro, com as luzes apagadas. Mesmo estando escuro, eu via seus olhos duvidosos nos meus, que estavam maliciosos. Ele parecia uma criança, mas de criança fazia-se só sua aparência. Porque dentro dele tinha um coração maduro, idéias feitas, porém, uma mente confusa e perturbada. Voltando para implicância, mandei-lhe me devolver os biscoitos, mas ele negava-se, como esperado. Havia algo no ar que me desconcentrava, respirei fundo, então notei o perfume dele no ar, me confundindo da minha meta. Por puro instinto, fui para cima dele para pegar de volta o que me pertencia, ele jogou-me de novo contra a parede e me prensou lá. Sem me debater, sem brigar, sem respirar. Seus olhos estavam nos meus e minha boca muito perto da sua, eu podia sentir o gosto do seu hálito. Tudo ao redor ficou mais escuro, e eu senti meu corpo todo perder a força, meu coração acelerou. De repente, eu só senti que não era mais o gosto do seu hálito que eu sentia, e sim a sua boca na minha. Seus lábios eram quentes, e mesmo estando acostumada com eles, eu me perdia. Suas mãos passavam pelas minhas costas, meu cabelo, meu pescoço, tudo que ele sabia que pertencia a ele. Eu, do meu lado, só tentava trazer o corpo dele pra mais perto do meu, iludindo-me que fisicamente aquilo seria impossível. Mas por outro lado, estávamos sendo um só ali, mesmo sentimento. Não havia o que perder, não havia o que ganhar... Por fim, nenhum dos dois ganhou.

⁠Parece que eu estava vendo como eles eram, vendo como serão e depois de eles morrerem.

"Eu estava orgulhosa de mim mesma. Todo dia em que conseguia me arrancar da cama e funcionar ainda era um pequeno milagre."

Olá, sou eu
Eu estava me perguntando se depois de todos esses anos
Você gostaria de encontrar, para falarmos sobre tudo
Eles dizem que o tempo deveria te curar
Mas eu não me curei nem um pouco

Adele

Nota: Tradução de um trecho da música "Hello".

Saí para uma caminhada pelas ruas. Meus Deus, aqui estava eu de novo, perambulando pela cidade. Olhei os rostos ao meu redor e sabia que o meu era como o deles. Rostos drenados de sangue, rostos tensos, preocupados, perdidos. Rostos como flores arrancadas de suas raízes e enfiadas num vaso bonito, as cores se esvaindo rapidamente. Eu tinha que sair daquela cidade.

Ninguém conseguiu desviar-me da certeza de que estava no mundo para fazer o que Deus queria e não o que eu queria.

Era de mim que eu estava desistindo quando desisti de ti.