Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
"Não quero uma felicidade passageira, um sorriso inventado, nem algo que me preencha... Almejo o que me transborde."
-Aline Lopes
"Quando eu penso no seu nome, logo aparece um sorriso bobo em meus lábios, uma vontade de te ver e lágrimas nos olhos."
-Aline Lopes
"Se eu estou com ciúmes? Não, queridinha... Estou com um 38 aqui, quer fazer um teste?!"
-Aline Lopes
"Enquanto três tentam me derrubar, um me estende a mão para levantar, é Deus agindo na minha vida."
-Aline Lopes
"Cada um escolhe o rumo de sua vida, e coloca nele aquilo que lhe convém... Leve o que te arrancará sorrisos e deixe as lágrimas para trás."
-Aline Lopes
"Dentro de cada pessoa existe um momento, uma felicidade, um sorriso, uma dor, um choro. Cabe a cada um colocá-los em ordem."
-Aline Lopes
Sempre haverá um segredo dentro de cada coração, sempre existirá um algo que a mente reserva àqueles momentos solitários consigo mesma, onde nenhum outro ser humano, que, mesmo por perto, consiga enxergar.
As vezes trata-se de segredos tolos, outras, de assuntos por demais delicados, que seria impossível serem revelados sem que houvesse conseqüências aterradoras aos que o ouvissem;
Não precisam ser lembrados, pois são inesquecíveis; não se podem destruí-los, pois são eternos!!! Um cheiro,uma música, uma frase, momento… são suficientes para meditarmos sobre tais pensamentos, são marcas feitas por ferros em brasas! onde um simples toque faz-nos sentir seus contornos e assim, estranhamente gostar do sofrer.
Mas são segredos; não temos escolha a não ser sepultá-los em nossas lembranças e velá-los em nosso coração, do contrário seríamos nós os sepultados e por conseguinte os desprezados;
Senti-los é prazer, alívio, saudades… esquecê-los é dor, sofrimento, solidão… São nossas essências, nosso crescer... como poderíamos viver sem isso? precisamos de cada flash, cada cena, cada quadro… são nossas lembranças, são nossos segredos, é nosso existir.
Abrem-se as comportas!
A manada vai subir! Depois de uma hora de espera, cada um se espreme com o outro a fim de não perder tempo para conseguir seu melhor lugar naquela carroça, quanto esforço vão! O dono da carroça, não anda dentro dela, logo, não há melhor lugar! Tudo é duro, pequeno e apertado.
Fecham-se as comportas!
É hora de conduzir o animal até o curral. Eita! Boi pra sofrer! Se antes se espremiam para subir, agora se equilibram para não cair! É tanta cabeça, que não conseguimos olhar nem para os nossos pés, imagina enxergar o chão dessa joça?! Cada um se vira como pode! Quem conseguiu lugar, ta agüentando os que não conseguiram caírem em cima de si, não que se sintam atraídos, mas por não possuírem mais como se manter de pé.
Desce a primeira boiada!
Aliviou um pouco, mas de imediato, o condutor da carroça junto com o fiscal da empresa, põe um olhar de patrão para que possamos sair daquele lugar e passar para o “nosso cantinho lá traz”, depois do contador de passagens, em respeito aos mais velhos! Que danado de respeito é esse?! Quando o dono da carroça não sabe o que é isso. Constrangidos, passamos pelo contador de passagens, e logo levamos uma ferroada em brasa, bem no bolso! Essa doeu! Além de ir em pé e espremido ainda tenho que sair com o meu bolso ferrado!
Eita! Boi pra sofrer!
O bicho agüenta tudo isso calado! Pois não sabe reclamar, se reclama, vem Seu Polícia com a vara na mão, dá razão ao dono da carroça, e pode até me fazer ir o resto do caminho a pé, comendo grama.
Êta! vida sem grana!
É difícil viver assim, sendo servido por bacana, onde se passa um serviço safado, por um preço tão caro. Enquanto isso, o dono da carroça, com a pança imensa, gordo de tanta riqueza, fecha os olhos e diz que vai tudo bem, amanhã vai ganhar mais dinheiro levando pra cima e pra baixo esse bicho mal educado, que só come capim, e não anda de carro!
Desce a última boiada!
Chegam a seus currais cansados, tiram os sapatos, deitam em suas camas de feno, fecham os olhos para descasar, com medo de acordar pensando no amanhã, quando tiverem que encarar de novo a Carroça, a Ferroada, e seu Cantinho Lá Traz, e já dorme estressado, pensando: como é complicado, ser liso, e ter uma vida de gado!
Uma Pessoa entre bilhões de outras
Morando em um Bairro igual a outros, dentrode um Estado, entre outras federações de um País entre tantos outros.
Tudo isso existindo dentro de um continente, participante de um Bloco Político, parte de um planeta irmão de outros, que orbitam uma estrelas, astro maior de um sistema chamado solar, que não é tão grande se comparado a outras estrelas que dominam outros sistemas em números acima dos milhares, compondo nossa Via Láctea, uma Galáxia igual a outras tantas que ultrapassam bilhões de unidades no Universo que estima-se possuir inexatos 13,5.000.000.000 de Anos/luz, e que a ciência, diante da ficção, desconfia que é apenas mais um entre outros infinitos multiversos...
Só então, olhando por essa perspectiva, entenderemos que nada somos além do que já existimos, e que diante do todo, somos tão invisíveis que o mais simples átomo parece mais expressivo que nossa fétida e suja existência moral.
Não a toa a arma do cupido é um arco: seus dardos são maliciosamente lançados e cravados no peito de um desavisado.
Suas pontas são embebedadas na imagem de alguém aleatório a quem passamos a admirar, e por mais que se tente, não conseguimos arrancar aquele dardo, então vivemos a perambular, com a imagem cravada pelo anjo, que o escolheu para amar.
O amor dói! são flechas impiedosas de uma criança; lançadas, nos enganam com a aparência da ingenuidade, doçura, inocência e leveza... Cada flecha é lançada ao seu tempo, fazendo com que a solidão seja a primeira companhia do atingido.
O cupido sofre com o esquecimento de também atingir o outro da imagem, e assim, o solitário sofre até aquele arqueiro decidir alvejar a quem deveria também no peito cravar a imagem daquela vida sofrida por amar.
Não adianta fugir, chorar, se esconder, fazer calar, se isolar, dormir... essa dor não se cura só! o amor só possui um antídoto: o amar. Até que se tenha, vira obsessão, sonhos, planos, imagens... Sem o outro não há alívio para sua dor, não há remédio para sua febre.
Ai do escolhido!, o amor fere a pele e atravessa o peito, sua dor é profunda e constante, seu arqueiro não usa critérios ou padrões, apenas atinge quem de peito aberto fica da vida a esperar, por isso ganha forças, foco e objetivos ao ser escolhido para amar.
Arrume um trabalho que lhe dê prazer e você nunca terá que trabalhar na vida.
A ciência é um oceano do qual somos velejadores;Temos que conhecer suas correntes, Antes de aventurar em suas águas, e assim, navegando em sua imensidão, saibamos respeitar suas forças,sendo desbravadores dos seus maressem o risco de submergirmos em suas águas.
O "ser" que é fruto unicamente do "ter", é um ser pago, comprado. O verdadeiro "ser" deve ser conquistado. Não compre o "ser", conquiste-o.
Um sonho não é errado quando não envolve egoísmo ou falta de respeito, deixa de ser apenas um sonho quando consideramos quem está ao nosso lado;
Um sonho que se sonha só pode vir a ser um pesadelo, porém, se sonhado com mais alguém pode ser satisfação.
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