Esqueço
Sendo a rosa de Evita
no bico da pomba
que entreguei
nas mãos argentinas,
Não me esqueço jamais
das ilhas das Malvinas
e que nosso continente
e região merecem
desfrutar de plena paz.
O quê dói na Argentina
também me dói
a falta de paz e liberdade
constituem uma dívida
sem paz quando porque
existe dentro de casa
a ocupação colonialista.
Estes meus versos
latino-americanos
são feitos da poesia
da dupla fronteira
venezuelana e brasileira:
Não deixam passar
nada esquecido
e reclamam por cada
venezuelano que cabe saber
que é dono do Esequibo.
Refletindo os fatos distantes
e atuais em alta rotação:
(Não me esqueço da tropa
e do General que continuam
injustamente na prisão),
E sigo clamando pela libertação.
Do teu olhar doce
como Cocada
não me esqueço,
Eu sei que colado
comigo te mereço,
Se chegar mais
perto tem cubro
com milhões de beijos.
Eu posso ter defeitos, viver ansiosa, chorar e ficar irritada algumas vezes, mas não me esqueço de que minha vida é o maior tesouro do mundo. Ao mesmo tempo vivo amando, sorrindo, sonhando... Por isso, não me preocupo com o que vou fazer amanhã, vivo hoje e sou feliz.. Muito feliz! Porque a vida é um show fantástico!
Não foi o beijo, mas o gemido,
esse teu grito que não esqueço;
o teu suor nos meus cabelos;
a tua seiva sobre os meus pelos,
e os teus seios, ah, os teus seios,
quase choravam para eu morde-los.
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