Esquecido
"Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. "
SEGUINDO EM FRENTE
Fuga! Isso é o que todos desejam quando se esta aprisionado, esquecido talvez seja mesmo essa opção a melhor para hoje que devo executa, todos podem um dia optar pela mudança, isso é fato , agora o que me deixa confuso é querer mudar para outro rumo, que não ofereça um conforto, uma companhia, ou simplesmente um olhar amigo em que se possa confiar, uma comida em que se possa ser comparada com a da mamãe. Essas coisas são todos banais, porém são todas especiais, únicas de um apreso singular.
O que me deixa mais assim com esse jeito de cachorro granfino, criado pela madrasta, é a certeza de que apenas vivo conforme a minha escolha pois sempre fui fruto de minhas escolhas, ainda que as pressas mais sempre correta, digna ao meu potencial e obscuro ao meu desejo para hoje, mais é como dizem: o bom de se viver é saber como viver. e não importa a onde, com quem, ou como poderá fazer isso, e sim quando vai ter coragem para viver aquilo que deseja, pois as suas decisões o levará as alturas( sucesso, conquistas, e muitas amizades...) basta fazer o caminho para se chegar a onde almeja.
Hoje, sinceramente, tudo isso tem pouco valor, pois o orgulho, há isso eu sempre tive orgulho de ter conseguido o que desejei, de ter tudo o que quero, família, amigos e amores, e a grana o luxo, há tudo isso dever ser bom, porem não me dão o orgulho de ter, pois, mostra aquilo que já os via: cobiça e inveja, e muito, muito fuxico, com o meu nome. Mais o próprio nome diz tudo “fuxico” é algo que fica em cima do muro, fala bem e Mau de tudo e todos, mais que sempre é mau visto, um péssimo hábito!
E como digo: “meu nome na boca de quem não presta, vale bem menos que o seu lixo”. Fugir é tudo que quero hoje. Talvez eu consiga uma carona na noite que cai, e quem sabe eu fuja para um lugar bem longe a onde eu possa ficar sozinho e bem perto de quem eu amo: família, amigos e amores, tenho que ir agora, rumo? Os dos meus sonhos! Pois só neles encontro felicidades e força para seguir em frente, Outra vez.
ESPECIALMENTE PRA VOCÊ.
Com olhos perdidos no horizonte parece
Amar um amor perdido, esquecido...
Mar cor dos seus olhos, indefinido, azul, verde, sei lá...
Inimagináveis ao ser humano, verdadeiros na leitura, na inocência.
Lindos mesmo quando não existem cores em suas fotos.
Amarellos fios de cabelos, um campo de trigo maduro.
Bela com ar de menina, em corpo de mulher.
Leve feição, como uma pluma o vento viajando.
As vezes séria, outras simplesmente criança sorridente.
Não mude, não mude... e prometa.
Continuar assim essa linda mistura de menina e mulher.
E aí eu lembro do que eu tinha esquecido a um tempo atrás, lembro de coisas que nem você se lembra, que eu mal lembrava e que foi assim. É uma pena, dói muito e eu não sei se eu vou conseguir suportar. Porque amores são apenas assim, cada vez mais doloridos.
Trancada durante noites em meu quarto, já havia esquecido de como era a luz do sol. A luz da manhã, ou até mesmo uma luz qualquer. Trancada naquele cômodo, pude sentir que estava sozinha e estaria sozinha ali, quem sabe para sempre.
Havia olheiras fundas rodeando meus olhos todas as vezes que eu olhava no espelho. Naquela noite, resolvi espiar do lado de fora. Resolvi procurar uma pessoa, qualquer uma que fosse.
Ao abrir a porta, a luz entrou com força na direção dos meus olhos, obrigando-me a fechá-los. Quando minha visão enfim se acostumou com a claridade, olhei ao redor. Não havia ninguém, era de se esperar. Voltei ao quarto, ela estava parada na cama, seus cabelos cor de bronze cobriam parte de seu rosto, mas não totalmente. Eu ainda conseguia ver seus olhos verdes atrás de parte de sua franja. Meus olhos não ousavam desviar dela. Meu coração gritava, pulsava com raiva e medo. Minha consciência discutia comigo, por eu não correr em sua direção, prendê-la em meus braços e prová-la o tamanho do meu amor. Meu coração sabia o quanto eu havia esperado esse momento, agora que podia pegá-la aos meus braços, apenas desistia da minha chance e ficava parada ao olhar seu sorriso discreto e inocente ao me fitar.
Foi assim, eu fiquei parada ao fitá-la, com olhos meio cansados, meio loucos. Porque ela sabia, ela tinha razão, ela era a culpada por isso estar acontecendo comigo.
Se conheceram em Setembro de um ano ímpar, o dia até hoje não foi esquecido por ela. Ela era uma axpirante a poeta e ele era a inspiração. Ela se apaixonou muito rápido, e sempre que via ele ela sonhava. Ela tentava disfarçar mais ele percebia tudo através do olhar enigmático e tímido que ela possuía, depois de um tempo ela descobriu que os sonhos nem sempre são os mesmos, paixões quase sempre acabam, e a inspiração muda. O que sobrou do olhar foi ignorado, ela se eergueu e o filme acabou. Ela carrega na lembrança o primeiro capítulo do filme, mais fez questão de deletar o final.
Esquecido, meu talento se foi embora.
Hoje sei:
- já não sou mais um poeta!
Não consigo escrever uma linha certa
sem que a inspiração logo me escape!
O poeta que havia se perdeu?
Será que o sentimento se acabou?
Talvez, nunca existiu... que tolo, eu!
Se o pensamento, entre linhas, se perdeu
e a luz da emoção se apagou
Foi porque a da Razão se ascendeu...
sim! O poeta então, pois, morreu!
Jamais vou te esquecer, mesmo quando vc me mandar te esquecer, mesmo quando vc ja tiver esquecido de mim, eu não vou te esquecer, até se um dia eu passar e vc nem me cumprimentar sem mesmo me notar, mas se um dia vc me perguntar eu vou consegui te lembrar, mesmo não sido muitos os momentos que passamos juntos.
"se acertares 1000 vezes, poderás ser lembrado.Mas se errares 10, serás esquecido e seus erros serão inesquecíveis."
Ela havia se esquecido de que tudo que nasce morre um dia. Ela pensou que seria para sempre. Que o amor nunca iria acabar, mas estava enganada. Da mesma forma que nasceu ele morreu. Rápido de mais.
