Esqueceu de Mim

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Queria que as vírgulas que engoli tivessem compaixão de mim e voltassem imperceptíveis aos seus lugares.
A vida de quem engole vírgulas é mal lida, mal interpretada... Permite versões. Permite alterações.
Sem nexo na compreensão deixa que os outros dêem a forma de qualquer vida!

"O que importa não é o que os outros fazem comigo, porque isso não afeta a mim. E sim, o que eu faço com os outros, porque assim estou me auto-destruindo.

⁠Ausência profunda, sinto falta de mim mesmo.

Mesmo que as vezes você faça brincadeiras que me deixem brava, mesmo que você ria de mim quando estou nervosa… eu não troco a sensação de estar com você por nada.

Todo o invisível por mim é visto!Tudo que é escuro eu enxergo, quanto mais pesado eu carrego, mas com tudo isso mim falta força para viver sem você.

Os lados, de Paulo Mendes Campos
Há um lado bom em mim.
O morto não é responsável
Nem o rumor de um jasmim.
Há um lado mau em mim,
Cordial como um costureiro,
Tocado de afetações delicadíssimas.

Há um lado triste em mim.
Em campo de palavra, folha branca.

Bois insolúveis, metafóricos, tartamudos,
Sois em mim o lado irreal.

Há um lado em mim que é mudo.
Costumo chegar sobraçando florilégios,
Visitando os frades, com saudades do colégio.

Um lado vulgar em mim,
Dispensando-me incessante de um cortejo.
Um lado lírico também:

Abelhas desordenadas de meu beijo;
Sei usar com delicadez um telefone,
Nâo me esqueço de mandar rosas a ninguém.

Um animal em mim,
Na solidão, cão,
No circo, urso estúpido, leão,
Em casa, homem, cavalo...

Há um lado lógico, certo, irreprimível, vazio
Como um discurso,
Um lado frágil, verde-úmido.
Há um lado comercial em mim,
Moeda falsa do que sou perante o mundo.

Há um lado em mim que está sempre no bar,
Bebendo sem parar.

Há um lado em mim que já morreu.
Às vezes penso se esse lado não sou eu.



Paulo Mendes Campos (Belo Horizonte 28 de Fevereiro 1922 - Rio de Janeiro 1 de julho de 1991) - Foi poeta, escritor, cronista e jornalista brasileiro. Foi um dos mais talentosos escritores da geração mineira, junto com seus grandes amigos Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Hélio Pellegrino e outros. Como ele mesmo disse, "fui para o Rio de Janeiro para conhecer o poeta chileno Pablo Neruda, e aqui estou até hoje". Paulo foi um dos que revolucionou o estilo da crônica na imprensa e, com certeza, foi um grande poeta brasileiro.

Por favor confie em mim. Decididamente eu ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo. Isso preocupa você? Insisto – não tenha medo. Sou tudo menos injusta.
(In A menina que roubava livros)

O tempo arrastou-me para a tristeza
sempre na esperança qe,
um dia regresses para mim...
A saudade e incanssavel
o amor incondissionavel,
a dor insuportavel...
O mundo desaba
cai tudo a meus pes, sinto-me como
um condenado que vive presioneiro
deste sentimento que vive apenas por ti,
que faz o meu coraçao bater...
Se nao te tiver e a minha
esperança morrer
poderei gritar pelo fim!!!

Bem dentro de mim,
em cada
gesto, palavra, riso
ou lágrima...

Em cada descer as
ruas ou ver o azul do céu...
Em cada carícia feita
transparência de inocência
nunca perdida...

Tu estarás!

Serás...porque
És!

Não me importo com o fim do mundo. Por mim pode tudo explodir, eu não tenho mínima afinidade com a humanidade. Mas então, eu lembro de você. E por mais que estivéssemos condenados, eu ainda assim tentaria lhe salvar.

Já quebrei promessas, mas não perdi a confiança em mim de um dia poder cumpri-las, a vida vai me dar essa chance!

Dias cinzentos que me cobrem de tristezas, tento sempre o melhor de mim, tento ser uma mãe exemplar, tento ser um ser humano correcto, uma pessoa normal, correcta, honesta, mas acabo sempre por me sentir num mundo cinzento, sem cor, sem alegria, monótono.
Sempre vi um mundo cheio de cor, alegria, de sorrisos, de olhos cheios de brilho, será que estarei mal, será que a vida me passou a perna, será que tropecei…
Sinto-me sempre cheia de força para continuar, mas o cinzento me assombra, me consome, me deixa triste.
Embora sinta outra realidade, na escrita é tudo muito mais fácil, mais irreal…
Mas o que me faz andar, sonhar, caminhar, ser amada, ter o meu amor-próprio sempre pronto para me compensar a minha força interior para que venha o dia do amanhã sempre com um mais colorido do que ontem...

Não quero esperar
Mais pra te ver
Eu sei o que eu quero

Não vou guardar
Tudo só pra mim

Eu me afogando, confuso
Com medo
Me pegando em teorias
De amores antigos
Acreditando em livros
Pensando e desejando você
Porque você me faz bem
E é bonito te querer

Quero você agora
Sei que amanhã
Você pode ir embora
Pode ser que eu vá também

Por isso me faça bem
Me dê amor
Me faça feliz
O tempo que for.

A insensibilidade faz de mim um ser de amor incompreendido que não consegue manifestar toda a sua afeição por temer ferir a pessoa amada.

Vivo do amor que depositas em mim nessas tuas cartas tão cheias de paixão. Queimo nas chamas de quem me toma a mais insana razão.

⁠Leva ela pra lua por mim!
(Bing Bong)

"[...] para mim a palavra 'dever' é pesada e opressiva. Reduzi meus deveres a apenas um: perpetuar minha liberdade. O casamento e seu séquito de possessão e ciúme escravizam o espírito. Eles jamais me dominarão. Espero, doutor Breuer, que chegue o tempo em que nem o homem, nem a mulher sejam tiranizados pelas fraquezas mútuas [...]."

Não precisa gostar de mim se não quiser. Mas não me faça acreditar que é amor, caso seja apenas derivado.

o jeito é aproveitar esse meu espírito caótico; na medida certa; sem me perder dentro de mim mesmo; neste meu mundo que guerreia o tempo inteiro; sempre acabo ficando perdido no meio de tanta indiferença e desafeto; em meio aos longos silêncios gritantes cravados na minha mente rígida.

Diz pra mim
Onde e como ir
O meu lugar aqui
E como estou

Eu não sei
Mais o que sou e quem
Eu vislubrava ser
Ou igualar