Espiritualidade e Dinheiro
A abstenção do Capitalismo gera riquezas/ poder a poucos. O dinheiro deve ser de poucos à visão manipulatória do sistema egoíco.
Tolice pensar que dinheiro não traz felicidade. É sábio compreender que o dinheiro não é a fonte da felicidade!
Ano passado eu era uma pessoa.
Esse ano eu sou outra.
Não foi dinheiro que mudou minha postura.
Não foi fama, nem status.
Foi consciência.
Não fiquei rico…
Eu fiquei mais atento.
Não sou mais o mesmo idiota que aceitava pouco, que se explicava demais, que engolia seco pra manter paz com quem vivia em guerra.
Hoje minhas palavras têm habilidade.
Meu silêncio tem estratégia.
Minha presença tem harmonia.
Aprendi que ser real não é ser bruto é ser firme.
Não é atacar, é não se permitir diminuir.
Ano passado eu reagia.
Esse ano eu escolho.
E isso muda tudo.
By Evans Araújo
O milagre da vida
Há verdades silenciosas que o dinheiro jamais alcança.
Ele atravessa mãos, constrói muros, ergue impérios — mas não toca o essencial.
Porque, no fundo, há perguntas que nenhuma riqueza consegue responder:
de que vale possuir o mundo, se o coração permanece vazio?
De que serve o ouro, se a alma não encontra paz?
E que cor tem a vida, quando vista por olhos que já não sabem sentir?
Dizem que o dinheiro ajuda — e ajuda, sim, a sustentar o corpo nesta engrenagem material.
Mas há limites que ele não atravessa.
Ele não compra o tempo de volta, não negocia com a morte,
não cura as feridas invisíveis que sangram em silêncio dentro de nós.
Não realiza o milagre mais simples e mais profundo:
viver plenamente.
E então surge o mistério:
qual é a força que faz o coração pulsar, incansável, dentro do peito?
Que energia sustenta a vida sem que a vejamos?
Olhemos para o universo.
A vastidão do céu, os planetas em seus caminhos invisíveis,
as estrelas suspensas no infinito, o sol que aquece, a lua que acalma.
O que mantém tudo isso em harmonia, sem cair no caos?
E na Terra — a mesma sinfonia.
As plantas que brotam, os frutos que nascem,
os animais que seguem seus ciclos,
os insetos quase invisíveis que sustentam a vida,
o calor que nutre, a chuva que renova.
Tudo em equilíbrio. Tudo em perfeita ordem.
Mas o homem, em sua inquietude, criou o dinheiro —
e com ele, a ganância e o egoísmo.
E, na ilusão de possuir tudo, começou a perder a si mesmo.
Acumula o que não pode levar,
disputa o que sobra na abundância,
e esquece que a maior pobreza
é a da alma que se distancia da essência.
E o que leva o homem desta vida?
Não os bens, não os números, não os títulos —
mas, muitas vezes, as marcas do que escolheu ser:
ou a leveza de quem amou,
ou o peso de quem se perdeu.
Ainda assim, há algo que o mundo não conseguiu roubar.
Nem o tempo, nem a dor, nem a própria humanidade em crise
foram capazes de tirar de nós
a capacidade de sonhar, de sorrir, de se alegrar.
Porque há beleza em existir.
Há grandeza em contemplar o universo
e perceber que fazemos parte dele.
Há um milagre silencioso em cada respiração,
em cada batida do coração,
em cada instante vivido com presença.
E talvez seja isso o mais precioso de tudo:
a vida —
não como algo que se compra,
mas como algo que se sente, se vive e se honra.
Porque, no fim, tudo passa.
Mas aquilo que verdadeiramente somos
permanece.
Atila Negri
Não se apegue em coisas que tem fim, valorize algo que o dinheiro não compra, como paz interior uma boa noite de sono e amor no que se faz.
Dinheiro não trás felicidade, ele proporciona liberdade, coisas que sem dinheiro você jamais iria conseguir e automaticamente você realizando desejos internos isso te trás felicidade, mais não o fato do dinheiro em si.
Respeite o dinheiro não veja só como um papel que compra coisas, e sim um aliado para grandes conquistas e oportunidade para mudar vidas.
Os bancos dominam os países do mundo inteiro; são os donos do dinheiro, os verdadeiros poderosos; os políticos são apenas os fantoches representando o interesse dos bancos.
O Que Sobra Depois?
O dinheiro corrompe a alma,
a morte consome o corpo.
E depois… o que resta?
A alma.
