Espiritismo
Todos nós temos por hábito reclamar das coisas que nos aborrecem e não nos lembramos das que nos causam alegrias; vivemos o memento feliz como se fosse um acontecimento natural, porém, quando temos um pequeno problema ou um malogro em nossos propósitos, não os encaramos com naturalidade. Ora, sendo a vida um contínuo aprendizado, ela é delineada de forma a que as vitórias e derrotas, os sofrimentos e as alegrias se alternem para que possamos estar sempre enfrentando situações novas e aprendendo a resolvê-las. Admitimos que devem nos alegrar nas horas felizes, mas não conseguimos pensar da mesma forma quando chega o momento de sofrer pelas dificuldades que encontramos.
Em volta de lugares como sua casa e ambiente como Centros Espíritas, Igrejas e outros locais onde se faça uma comunhão harmônica de pensamento, há uma espécie de halo vibratório. Essas vibrações, que permanecem nos locais onde se pratica a prece ou se reúnem pessoas bem intencionadas no sentido moral, continuam por muito tempo modificando o ambiente e, se constantemente alimentadas por novas energias, formam como uma ilha de forças positivas bastante resistentes ao impacto das ondas negativas, que recuam ao terem contato com sua periferia.
Esse é o motivo pelo qual nos centros espíritas, nos lugares onde se fazem romarias e mesmo em algumas igrejas onde haja imagens tidas como milagrosas, muitas vezes, observam-se as curas.
O primeiro passo que devemos dar para o equilíbrio de nossas forças é conservar o ambiente imantado.
O “tempo” não existe, ou é contado de maneira muito diferente, porque não há, praticamente, o problema do espaço.
O médium é a firme pilastra com que conta o Mestre para que seu Evangelho brilhe em todos os quadrantes da Terra.
O médium é a firme pilastra com que conta o Mestre para que seu Evangelho brilhe em todos os quadrantes da Terra, soberano, unindo todos os povos num amplexo de amor e compreensão.
Se o encarnado não procura pautar sua vida pelos conselhos sábios do evangelho, não se esforça para trabalhar em prol de sua evolução
espiritual dentro das atribuições que lhe competem no Planeta, será facilmente presa desses irmãos que, também, não procuraram ainda progredir. Até os encarnados bem intencionados, que buscam compreender a Espiritualidade por meio da dedicação aos estudos e das práticas evangélicas, estão sujeitos a receber influências de irmãos menos felizes, que tentam satisfazer seus desejos através de um corpo e de uma vontade alheia, os quais procuram dominar.
Quem conhece os Evangelhos não pode negar possuir um padrão que lhe sirva de guia, em meio a tantas idéias e conceitos existentes dentro das sociedades humanas. E não se engane. Aqui também temos de escolher nosso caminho. Ninguém trabalha por ser obrigado, mas por desejo de servir, para poder conversar com Deus e dizer:
Enquanto não soubermos conduzir nosso pensamento para os altos planos da vida, não poderemos alcançar a meta dos iluminados.
A mediunidade é uma coisa santa, que deve ser praticada santamente, religiosamente. Se há um gênero de mediunidade que requeira essa condição de modo ainda mais absoluto é a mediunidade curadora.
A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Todavia, existe outra muito mais penosa e, por conseguinte, muito mais meritória: a de perdoarmos àqueles que Deus colocou no nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para provarem a nossa paciência.
A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que as bênçãos são muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva a fronte para a terra.
Hoje tenho a convicção que posso ter sido o bandido de alguém também. Cada um, enxerga aquilo que o seu mundo vê e no final sempre será você contra você, tentando culpar alguém pelas coisas de errado que te aconteceram.
A fé cega aceita, sem verificação, assim o verdadeiro como o falso, e a cada passo se choca com a evidência e a razão. Levada ao excesso, produz o fanatismo. Assentando no erro, cedo ou tarde desmorona; somente a fé que se baseia na verdade garante o futuro, porque nada tem a temer do progresso das luzes, dado que o que é verdadeiro na obscuridade, também o é à luz meridiana
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