Frases sobre esperança que falam sobre a importância desse sentimento

E o olhar que eu guardo na lembrança ainda traz a esperança de estar ao teu ladinho numa próxima estação.

A esperança é a capacidade de sentir a Primavera, quando estamos no meio do Inverno.

A esperança não foi perdida hoje. Foi achada.

“O oposto da alegria não é a tristeza. É a falta de esperança.”

Da esperança, a dor; o sentido oculto que move os pés; o desejo incontido de ver as estradas se transformando, aos poucos, em chegadas rebordadas de alegrias.

Ir; um ir sem tréguas, senão as poucas pausas dos descansos virtuosos que nos devolvem a nós mesmos. Idas que não findam e que não esgotam os destinos a serem desbravados. Passagens; páscoas e deslocamentos.

Eu vou. Vou sempre porque não sei ficar. Vou na mesma mística que envolveu os meus pais na fé, os antepassados que viram antes de mim. Vou envolvido pela morfologia da esperança; este lugar simples, prometido por Deus, e que os escritores sagrados chamam de Terra Prometida. Eu quero.

O lugar sugere saciedade e descanso. Sugere ausência de correntes e cativeiros...

Ainda que o caminho seja longo, dele não desisto. Insisto na visão antecipada de seus vislumbres para que o mar não me assuste na hora da travessia. Aquele que sabe antecipar o sabor da vitória, pela força de seu muito querer, certamente terá mais facilidade de enfrentar o momento da luta.

O povo marchava nutrido pela promessa. A terra seria linda. Nela não haveria escravidão. Poderiam desembrulhar as suas cítaras; poderiam cantar os seus cantos; poderiam declamar os seus poemas. A terra prometida seria o lugar da liberdade...

Mas antes dela, o processo. Deus não poderia contradizer a ordem da vida. Uma flor só chega a ser flor depois que viveu o duro processo de morrer para suas antigas condições. O novo nasce é da morte. Caso contrário Deus estaria privando o seu povo de aprender a beleza do significado da páscoa. Nenhuma passagem pode ser sem esforço. É no muito penar que alcançamos o outro lado do rio; o outro lado do mar...

E assim o foi. O desatino das inseguranças não fez barreira às esperanças de quem ia. O mar vermelho não foi capaz de amedrontar os desejantes da Terra, os filhos da promessa. Pés enxutos e corações molhados, homens e mulheres deitaram suas trouxas no chão; choraram o doce choro da vitória, e construíram de forma bela e convincente o significado do que hoje também celebramos.

A vida cresceu generosa. O significado também.
Ainda hoje somos homens e mulheres de passagens; somos filhos da Páscoa.

Os mares existem; os cativeiros também. As ameaças são inúmeras. Mas haverá sempre uma esperança a nos dominar; um sentido oculto que não nos deixa parar; uma terra prometida que nos motiva dizer: Eu não vou desistir!
E assim seguimos. Juntos. Mesmo que não estejamos na mira dos olhos.

O importante é saber, que em algum lugar deste grande mar de ameaças, de alguma forma estamos em travessia...

A esperança não grita, mas permanece — serena, viva, insistente.

Quantas vezes eu estive
cara a cara com a pior metade?
A lembrança no espelho,
a esperança na outra margem

Quantas vezes a gente sobrevive
à hora da verdade?
Na falta de algo melhor
nunca me faltou coragem

Se eu soubesse antes o que sei agora
erraria tudo exatamente igual...

Tenho vivido um dia por semana
acaba a grana, mês ainda tem
Sem passado nem futuro,
eu vivo um dia de cada vez

Quantas vezes eu estive
cara a cara com a pior metade?
Quantas vezes a gente sobrevive
à hora da verdade?

Se eu soubesse antes o que sei agora
iria embora antes do final...

Surfando karmas e DNA
eu não quero ter o que eu não tenho
não tenho medo de errar!

Surfando karmas e DNA
não quero ser o que eu não sou
eu não sou maior que o mar...

Surfando karmas e DNA...
na falta do que fazer, inventei a minha liberdade!!
(Engenheiros do Hawaii)

Um novo mês se inicia... e a nossa esperança sempre se renova... que sejam dias de paz... abençoados com a doce alegria de detalhes lindos esculpidos pelo carinho de Deus... que o amor em nossos corações prevaleça... e assim possamos cultivar com sabedoria o perdão e a humildade... que juntos sejamos mais fortes... para que sejam também de muitas vitórias e aprendizados os nossos dias... que haja harmonia e fraternidade... para que nesta união de amizade... nossa fé seja sempre fortalecida... renascer e ser feliz a cada amanhecer... pois esta é a grande verdade de Deus para todos nós!

Ainda que me sinta triste e cansada, tenho a esperança que tudo vai passar e que Olorum e os Orixás e os guias não vão deixar a mentira continuar!

Nunca percas a esperança,
e se puderes,
arranja coragem
para voltar a amar.

O que me nutre é a esperança
(mesmo minúscula)




Há dias em que a mente para e o corpo permanece aceso — aceso de impossibilidade.
Penso com precisão cirúrgica, mas não atravesso o quarto.
O chuveiro vira montanha, o cabelo vira florestas que não domino,
a pia é um mapa de guerras que não escolhi lutar.
Abro a geladeira e nada combina com nada;
as panelas, como constelações desconhecidas, me olham de volta.


Eu sei o que fazer.
Eu só não consigo começar.


De fora, pedem senha: “Fala. Pede ajuda. Sorri.”
Quando falo, dizem que me exponho; quando calo, dizem que me escondo.
Se aceito convite, tenho medo de ser peso; se recuso, pareço descaso.
Não é orgulho. Não é ingratidão.
É que o corpo virou freio de mão num carro em descida.
E eu, para não atropelar ninguém, puxo mais forte — e paro.


Meu avô sussurra de um lugar antigo:
“Veja onde deposita a confiança.
O melhor amigo do seu melhor amigo… não é você.”
Aprendi a guardar as palavras para que não me devolvam em lâminas.
Mas guardar também dói — o silêncio incha, aperta, afoga.


Dentro, uma assembleia: anjos e demônios.
Os anjos falam baixo: “Respira. Existe um depois.”
Os demônios gritam com provas: a bagunça, o atraso, a lista de não feitos.
E eu, no meio, tentando não me perder dos dois.
Não são eles que me nutrem; se algo me sustenta, é outra coisa —
um fio de luz quase microscópico,
uma esperança que cabe entre a unha e a pele,
mas que ainda assim puxa o meu nome de volta para mim.


Às vezes olho para frente e só vejo um eco.
Não me reconheço no futuro que inventaram para eu caber.
A estrada é reta, sem desvios: seguir — arrastando ou não.
E, na beira da estrada, um abismo bonito demais.
O desejo de pular tem cores. A vista é linda.
Eu sei. Eu vejo.
Mas fico.
Fico pelo quase, pelo mínimo, pelo que ainda pode nascer do pó.


Há também a casa — esse espelho ampliado.
O acúmulo desenha no chão a cartografia da minha exaustão.
Cada objeto fora do lugar me aponta que falhei em existir.
E, ainda assim, entre a louça e o cansaço, às vezes encontro um gesto respirável:
um copo lavado.
Um fio de cabelo preso.
Uma toalha estendida como bandeira branca.
São pequenos tratados de paz com o dia.


Eu não sou o centro do mundo — e isso, por vezes, me salva.
Penso no outro antes de pedir.
Não quero ser fardo, não quero ser vitrine, não quero ser caso.
Mas também aprendi: quem quer ajudar, chega sem barulho,
senta no chão da minha sala, não corrige meus mapas,
e, se nada puder fazer, empresta o silêncio — aquele que não julga.


Escrevo para não me perder de mim.
Se um dia eu cair, que esta página seja pista: lutei mais do que pude.
Se eu ficar, que estas linhas sejam prova: a esperança, mesmo minúscula, ainda alimenta.
E se amanhã for só um pouquinho mais macio do que hoje,
já terá sido milagre suficiente.


Não prometo grandiosidades.
Prometo o próximo gesto possível:
abrir a janela;
encostar a testa no azulejo frio;
deixar a água tocar a nuca como quem batiza;
pentear um nó;
lavar um prato;
responder “talvez” a um convite;
aceitar um abraço que não pergunta nada.


Eu caminho dentro de uma fé tímida — às vezes vacilo, às vezes desacredito.
Olho para o céu e digo: “Se houver um Deus, que me veja quando eu não consigo.”
E quando não sinto nada, ainda assim repito — por teimosia, por pequena ousadia.


Se amanhã eu não chegar inteira, me perdoa.
Se eu chegar, celebra comigo esse quase invisível triunfo:
o fio de vida que atravessa a noite e acende um ponto no escuro.


No fim, é simples e é imenso:
o que me nutre é a esperança.
Por mais minúscula que seja.






Jorgeane Borges
06 de Setembro 2025

É uma perda de tempo toda essa esperança e oração.

A cada amanhecer renova-se a esperança de dias melhores. Com a luz de um novo dia ressurgem novos sonhos trazendo novos sorrisos. Basta acreditar, a felicidade chegará!

Porque todo o dia é dia de regar oportunidades, regar os bons pensamentos, regar a esperança, os sonhos, a alma, a vida!

A mentira fere
Causa ira e não te ergue
Faz perder a confiança
Atitude sem esperança

Já a verdade e sinceridade
Atitude de bondade
É virtude de agrado
Assim, seu valor será revelado.

Esperança é esperança, mas é uma loucura total esperar por coisas impossíveis, ou esperar a colheita sem semear, ou pela felicidade sem fazer o bem.

É seu aniversário, parabéns!
Que nesta data feliz
renove a esperança,
com as bênçãos do Criador!
Porque a grande festança
é a vitória da vida.
Na alegria merecida,
que mais um ano avança.

Carta final

Assim vai a última esperança, a última chama que o coração guardava na espera de que algo
mudasse, mas desde o princípio, quando notei frieza em seus olhos, percebi que naturalmente
isso acabaria em dor. Inicialmente era incrível o poder que isso tinha de me fazer sorrir, como
eu via tanta inocência, sem saber que a inocente era eu.
Superei as barreiras do espaço e do tempo, burlei as leis da casualidade e entrei na sua vida;
não temia as consequências enquanto era bom.
Então chega a realidade, avança ferozmente e rouba toda luz, todo riso converteu-se em
lágrimas. Inevitavelmente isso acabaria em dor.
Mas precisava efetuar a última oração, precisava superar os limites de meu medo, tudo isso para a
resposta que eu deduzia.
Juntando todos os resíduos de força, resistindo bravamente a qualquer hesitação, meu coração
deixa aqui meu mais sincero adeus.

Devemos semear otimismo e plantar a semente da paz e da esperança, ser dignos e fazer tudo com amor. Empenhar-nos a cada dia para sermos melhores, mesmo que os outros não reconheçam, pois bondade também se aprende.

Podes perder até a tua última esperança, mas nunca deves perder a tua dignidade.