Escolhas da Vida
Tem pessoas cujas trajetórias de vida me servem como verdadeiras bússolas, onde cada decisão contra a qual se interpõem me aumenta a convicção de que estou no caminho certo.
O vaso que se quebrou na mão do oleiro nos ensina grandes lições para vida e uma delas é; "Todas às vezes que queremos tomar a nossa forma; fazer do nosso jeito," pensado que é o correto a realizar, certamente somos quebrados pela vida.
Um conselho amigo:
'A vontade do oleiro é melhor que sua, acredite!'
Jeremias 18:4
Veja o mundo com visões que te contornam ao longo da vida e decidirá de forma sábia o que for preciso.
"Se"
Ainda não paramos para pensar.
Que tudo em nossa vida é um "se".
"Se" eu estivesse lá.
"Se" eu tivesse dito.
"Se" eu não estivesse errado.
"Se" o tempo fosse maior.
"Se" eu pudesse.
"Se" fosse diferente. "Se", "se", "se".
Usamos a expressão "Se", guiados por desejos e razões, para definir hipóteses de mudanças em acontecimentos onde os resultados poderiam ser diferentes. Mas nossas escolhas são reais e os resultados, surpreendentes. O "Se" não muda o erro ou acerto; é só um escudo de defesa sobre algo que não podemos controlar. Como não pode ser alterado, o conceito não justifica sua existência. Logo, o "Se" não existe!
Ela cansou te tomar pancadas e abaixar a cabeça. Cansou de ter que escolher entre quem não vai pagar para agradar o outro. Agora ela quer se agradar, ela quer se amar, evoluir mesmo que seja sozinha. Cansou de deixar seus sonhos, para ajudar os outros alcançarem os deles e abandonarem por terem conseguido "sozinhos". Ainda é a amiga, mas não mais a que procura e notou que ao parar de procurar, aquelas conversas longas que existiam, hoje não passam de uns breves comunicados( pq era ela quem alimentação a amizade). Hoje ela sorri, ela joga, ela curte, ela se movimenta e cada movimento é um momento extraordinário (pelo menos pra ela). Então se você a conheceu, talvez ela não seja mais a mesma pessoas, tem o mesmo cárter, pq isso não muda, mas talvez ela parecerá desligada, mas não é pessoal, ela apenas deixou de ser o capacho que todos conheciam. Viva ela.
Toda mudança inicia um ciclo novo de construção... Os escolhidos serão aqueles que entenderam a Vida e não os que sobreviveram a uma Vida.
Estrelas em noites distantes…
Na senda estreita que o espírito escolheu, há sombras densas que o mundo semeou.A quem a luz do alto um dia acendeu, a treva zomba, pois não a conquistou.
Eis que o ódio, qual vento frio e feroz, não surge apenas por serdes errantes; mas, porque ouvistes do céu a doce voz,
sois como estrelas em noites distantes.
Se fostes terra, raiz ou comum chão, os homens vos tomariam por iguais; mas sois do alto, de etérea dimensão, e o mundo teme o que não possui jamais.
Não vos espante o rugir da multidão, nem o peso das pedras que vos lançam.Maior é Aquele que vos deu a mão, do que o abismo e as forças que avançam.
Escolhidos fostes, não pelo acaso, mas por amor que o tempo não apaga.
E quem caminha sob esse ardente abraço, provoca o ódio de quem na treva vaga.
O Cristo, antes de vós, foi rejeitado, a Ele cuspiram, cravaram madeiro.
E ainda assim, Seu amor imaculado triunfou sobre o mundo inteiro.
Portanto, erguei vossa alma ao infinito, não sois do barro que a turba venera.Sois chama viva, sois o inaudito, o céu vos chama, e o mundo vos espera.
Se questione sobre sua utilidade nesta vida, o quanto aproveita as oportunidades e o nível de vontade que tem para seguir em frente ao invés de ficar curioso em assuntos que te desviam do caminho.
A gente sofre nessa vida em nossa busca solitária pelos nossos sonhos. As vezes nos sentimos culpados e "adúlteros" com nós mesmos quando insistimos em virar a cara para os pensamentos que tentam nos desestimular diariamente. Parece que estamos mesmo sendo colocados à prova todos os dias. Sentimos, por vezes, uma barreira entre nós, face ao que fomos, somos ou ainda poderemos ser, e os outros. Por vezes somos vítimas de um efeito psicossomático que perturba essa busca que empreendemos - mais por vício de nos tornarmos alguma coisa do que por necessidade. Tentamos, inutilmente, afastar lembranças nessa busca, mas, o que conseguimos, muitas vezes, é uma satisfação incompleta. E, por isso, vamos vivendo desinteressados, ocos, indiferentes. Quase vazios de sentimentos, ante a maldade que o destino faz com a maioria de nós, pelo acaso. Muitas vezes, tudo o que queremos é não olhar, não ter que olhar para o futuro, viver sem precisar se abastecer de qualquer estímulo para tanto. Aí, quando chegamos nesse ponto, começamos a ruminar o passado e isto passa a constituir o nosso presente. Você espera em Deus, ou qualquer coisa ligada a alguma crença pessoal, que algo encontre por você. E passa a esperar. Essa busca, pressentimos, é muito difícil e sofrida, dada a nossa falta de fé, ou até mesmo ao excesso dela, que faz a gente insistir nas coisas. E aí, até esse dia chegar, sem saber se irá chegar, ficamos numa espécie de oração, rezando, ou como qualquer um pode chamar este processo, confiante em que essas orações cheguem até algum "Deus" - e o pior, sem que ele leve em conta os pecados que cada um de nós carrega nas costas. É a vida.
Já estava me preparando desde algum tempo para este momento, esta apoteose da vida. Juntei alfarrábios. Coloquei em ordem minhas lembranças. Revelei e produzi, com reflexos em todo meu sistema neurológico, os sonhos que carrego nestes anos de peregrinação pelos meus caminhos e descaminhos. De súbito, fazendo uma reflexão profunda, sofri amputações em minha alma. Tropecei. Quase cai. Dei uma esbarrada na parede. Mas pensei como Voltaire: “algumas picadas de mosquitos não podem deter o cavalo em sua fogosa corrida”. E é lembrando de Schoppenhauer, que testemunho, divido e compartilho a miséria e as dores do mundo aqui. Em dado momento, sentimos não caber dentro de um post. Mas e daí? Rompemos então as peias de um clique e fazemos outra postagem. E se um manual do que “devemos ou não postar” fosse feito, subtraindo da gente o prazer de escrever sobre o que estamos com vontade, diríamos ser aqui, aí sim, um repositório de merdas laborais. Para mim, um espaço sem graça. Então é preciso explicar, antes de mais nada, que entro aqui para descobrir nas pessoas, de forma espontânea, o que cada um carrega na mala. Uns trazem o colorido, outros o crepe da dor. Outros o violáceo das recordações saudosas, outros o róseo das primaveras saboreadas vida afora, sem nos esquecermos das exposições espiritualistas de cada um. São posts e retratos da gente, uma encarnação digital das nossas vidas, a materialização do colóquio, a história viva do meu tempo e também do futuro, quando poderemos, aos 100 anos, rolar essa timeline e nos lembrarmos do que fomos e sentimos há dezenas de anos. Não vivo o mundo da conspiração. Prefiro a vida real. E erra quem diz que ela também não está nessa telinha que estamos vendo agora. E estará tudo aqui, incluindo os pregões das nossas decisões, dos lugares onde vivemos, das coisas vistas e dos fatos testemunhados como um grande álbum digno do século de Nava. Eu, particularmente, recuso permitir que me seja removido ou aplacado esses recortes por qualquer processo. Talvez, porque não seja o único a aflorar aqueles complexos filosóficos e princípios religiosos que antes não tínhamos consciência de possuir. Bastou uma perda física ou moral e entramos aqui e experimentamos em nosso espírito o efeito dessa mutilação. E há muitas possibilidades de nos expressarmos aqui. Por exemplo, acabaram de me perguntar se eu “acho” que vou envelhecer numa redação. Isso me fez esquecer tudo o que eu estava dizendo até agora e resolver mudar completamente de assunto para falar sobre a juventude. Cocteau dizia ser a juventude “uma qualidade que só a idade faz adquirir”, confessando Picasso, do alto de seus noventa anos: “Leva-se muito tempo para ser jovem."
Lembrei especialmente hoje do meu avô. Quando contava sobre as ilusões da sua vida, fama, “pra cada esbanjamento uma carência”, dizia. Sabe, assim como ele também escolho ser como os simples cata-ventos que indicam apenas a direção do vento. Se existe algo bom na experiência da maturidade deve ser isso; ser como meu avô: um cata-vento orientando a direção do vento para os mais novos nos campos de pouso dos aviões.
Não deixe que o medo te impeça de evoluir. Ele vai te forçar a escolher sempre o que for mais cômodo.
Não permita. Saia da zona de conforto e explore seus sonhos com esperança e muita fé.
A vida é mais complexa do que se imagina. Portanto, não se iluda achando que você toma suas decisões únicas e deliberadamente porque assim as escolheu.
Você é quem escolhe o que absorver, pensar e expressar, fatos exteriores não tem o poder de mudar essas escolhas.
As chances que a vida nos oferece são como rajadas de vento veloz; se não as agarrarmos, elas se vão para sempre. Devemos valorizar o momento presente, pois é irrepetível.
Nossos caminhos nos levam a estradas que jamais pensaríamos em trilhar... É que a vida é uma esfuziante e multiplicada gama de oportunidades que se modificam
continuadamente, o que nos possibilita também a infinitas escolhas.
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