Escolhas
Quem conhece o preço das escolhas e das omissões não espera viver sem dor; aprende a distinguir sofrimento de consequência. Sabe cobrar o que merece, romper quando necessário e sustentar o custo da própria liberdade. Mas justiça não é vingança, e karma não é fantasia cósmica: é a energia transformada em comportamento, o comportamento transformado em destino, e a vida devolvendo, cedo ou tarde, o mundo que ajudamos a construir.
Bom dia e Boa semana.
Para seguir.
Forças para superar.
E compreensão das tuas escolhas.
Porque nunca se está só quando há luz em teu caminho.
Desejais a outro. Forças para se superar.
Busque estar bem mesmo que tenha dores.
Quando alimentar vosso dia, com benevolência,
terás muitos outros a te ofertar o mesmo.
Tenha na fé e no crer, a solução que não esperava, pois, tem quem vos guarda em silêncio.
"O tempo não escreve a nossa história. Ele apenas vira as páginas. São as escolhas que escrevem o próximo capítulo."
"Tenha cuidado com suas escolhas; existem coisas na vida que não são como um cinema ou um circo, quando o filme ou o espetáculo começa a ficar ruim, você não pode simplesmente se levantar e ir embora."
As vaias e os aplausos definem as melhores e as piores escolhas que fiz em relação aos meus personagens.
O poder de persuasão do plano superior nos preenche e nos permite fazer escolhas além do material, concedendo-nos aquilo que tem mais valor em nossa passagem.
Vosso amor transforma e o torna um elo de esperança para muitos que, no abandono, acabam não tendo escolhas, diante do egoísta que se alimenta do bem material.
Dividir e compartilhar não tornam ninguém melhor; porém, quando feitos com o coração, irradiam uma luz capaz de transformar — primeiro a si próprio e, depois, aqueles que se alimentam de seus atos e de seus ensinamentos, criando o que há de mais belo.
O amor ao próximo...
DISCURSO SOBRE AS AMENIDADES DA VIDA
Repensar a vida é fazer escolhas entre razão e emoção!
Vivemos neste dualismo de consequências de erros e acertos.
As escolhas nos colocam, de certo modo, em momentos da vida, em standby!
Pensar é um exercício da mente humana, mesmo que ela insista em não enxergar seus contrapontos.
O delinear do caminho nos mostra imensas diversidades ou adversidades. Há um mundo com imensas possibilidades, e as probabilidades, nós quem as tornamos exatas.
O corpo e a mente, usamos como ferramentas no dia a dia, e com elas nos mostramos ao mundo. Podemos fazer destas ferramentas bom uso ou não; cabe às escolhas que iremos fazer!
A vida é um jogo de perde e ganha. Os dados são lançados todos os dias, e a "sorte" se mostra nas oportunidades de quem as fez, durante o caminho!
O impacto das coisas que transitam ao nosso derredor nos afirma, no fim de algumas observações, que o projeto de vida precisa ser meticulosamente articulado, pois nada do que se projeta é 100% certo de acerto!
Vivemos em um mundo transitório e mutável. Ontem era aquilo, hoje já é isto...
Largar mão da vida, e entregar este projeto a terceiros, é se ausentar das responsabilidades impostas, adquiridas ou feitas.
O que as pessoas veem em nós não é realmente o que pensam que veem. Então, afinal de contas, o porquê das observações do texto?
Será melindre? Pensamento retórico? Ou estupidez?
Rousseau defendia que os homens nascem bons, mas, em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus.
Hobbes defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que, devido a tais instintos, é capaz de fazer qualquer coisa. Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável.
Diante de tais perspectivas, fico com um pé quase que fincado na ideia de que nascemos como papel em branco e a sociedade nos influencia, impondo suas regras, tradições e manejos, para nos moldar do jeito que ela quer! Há os que tentam ir contra, mas moralismo, ética e tendências não partem de um indivíduo, e sim da sociedade, que com o passar dos séculos, sempre muda seu comportamento!
Como diria Jean Paul-Sartre: "O inferno são os outros."
A Colheita Emocional e a Vantagem de Escolher o Bem
Viver é fazer escolhas, e cada escolha carrega consigo o peso inevitável de suas consequências. Quando decidimos trilhar o caminho da honestidade, do amor e da justiça, muitas vezes enfrentamos dores, renúncias e o cansaço emocional de ir contra a correnteza do mundo. Nessas horas, a nossa mente pode questionar: qual é a real vantagem de se esforçar tanto? A resposta não está em recompensas materiais ou em uma jornada livre de desafios, mas na edificação da nossa paz interior. A grande vantagem de escolher o bem é a conquista de uma consciência limpa e de um coração que não se envergonha de si mesmo. As dores do crescimento são temporárias e servem para amadurecer a nossa alma, enquanto as alegrias que colhemos são profundas e eternas. Quando assumimos a responsabilidade pelos nossos atos e escolhemos a luz, passamos a deitar a cabeça no travesseiro com a certeza de que estamos construindo uma fortaleza íntima que nenhuma tempestade do mundo pode
O passado revela o que fui; o presente, o que me tornei; e o futuro, aquilo que minhas escolhas projetam que serei. Os erros de ontem, quando compreendidos hoje, tornam-se parte dos acertos de amanhã.”
A moda agora é dizer:
"respeite minhas escolhas."
Concordo.
Mas ninguém me convence de que gostar de alguém seja simplesmente abrir a porta e assistir a pessoa caminhar para o incêndio enquanto desejamos "boa sorte".
Isso não é respeito.
É covardia vestida de liberdade.
Quando você gosta de alguém — pouco importa se é amigo, amante, irmão ou aquele sujeito que apareceu na sua vida sem pedir licença — existe uma dívida que nasce no mesmo instante. Não dessas que o juiz cobra. Essas são fáceis. Você assina um papel, paga uma multa, faz um acordo.
Estou falando daquela dívida que aparece às três da manhã.
Aquela em que o travesseiro pesa mais do que um caixão.
Você avisa uma vez.
Depois avisa outra.
Mas, se a desgraça insistir em seguir adiante, talvez o gesto mais honesto não seja ficar na calçada dizendo "eu te avisei".
Talvez seja caminhar junto.
Se possível, um passo à frente.
Não para impedir a queda.
Ninguém salva adulto de si mesmo.
Mas para que, quando a queda vier, exista uma mão entre o asfalto e o rosto.
Porque amor não é entregar o endereço da farmácia.
É aparecer com o remédio.
É passar a madrugada acordado quando a febre não baixa.
É dividir a culpa quando tudo dá errado, mesmo sabendo que ela nunca foi inteiramente sua.
Hoje confundem afeto com legenda de fotografia.
Compromisso virou reação de emoji.
Cumplicidade virou confirmação de leitura.
E "eu gosto de você" passou a significar algo tão descartável quanto o guardanapo usado depois da sobremesa.
Declarar afeto custa o movimento da língua.
Participar da vida do outro custa tempo.
Sono.
Dinheiro.
Paciência.
Às vezes, orgulho.
E quase sempre um pedaço da própria paz.
Por isso existe tanta gente apaixonada e tão pouca gente comprometida.
Os rótulos também ficaram engraçados.
"Estamos ficando."
Ficando o quê?
Mais velhos?
Mais vazios?
Mais especialistas em chamar ausência de liberdade?
Porque, no fim da noite, quando a conta chega, ainda acho que certas responsabilidades não deveriam precisar de assembleia para existir.
Pode me chamar de antigo.
Ainda sou do tempo em que o sujeito puxava a cadeira, pagava o jantar sem transformar isso em discurso político e acompanhava a mulher até a porta para ter certeza de que ela entrou em segurança.
Não era machismo.
Era presença.
Hoje confundem presença com controle.
Confundem abandono com maturidade.
Confundem omissão com respeito.
E depois perguntam por que o mundo parece tão frio.
Não é o planeta que esfriou.
Foram as pessoas.
Elas aprenderam a dizer "conte comigo" sem jamais aparecer.
Aprenderam a escrever "te amo" com os polegares e desaparecer quando a ambulância liga a sirene.
No fim, o universo continua fazendo sua contabilidade silenciosa.
Não usa tribunal.
Não usa testemunhas.
Não precisa de advogado.
Só coloca você, um quarto escuro, um travesseiro e uma memória.
Ali acontece o único julgamento que realmente importa.
Porque existem absolvições que vêm no Diário Oficial.
E existem condenações que dormem ao seu lado para o resto da vida.
"Fazer suas escolhas sempre é o melhor caminho! Não fazer... É deixar o destino à pura sorte!"
— Saibert, A. (2026
