Erros
Os erros podem ser repetitivos,
O ciclo pode ser o mesmo,
O resultado não vai mudar,
Reclamar não será uma opção.
Entre erros e acertos, dores e conquistas, Jesus sempre foi o centro... o elo invisível que nos sustentou quando as palavras faltaram.
Entre erros, tropeços e curvas da vida, você foi a minha escolha — talvez a mais bonita que o destino poderia ter me dado.
O tempo passou, mostrou nossas luzes e nossas sombras… e mesmo assim, permanecemos. Porque o amor, o de verdade, não é feito de perfeição — é feito de aceitação, de olhar o outro com alma, e ainda assim escolher ficar.
Nós nos aceitamos como somos, mesmo conhecendo — e com o tempo, descobrindo — a pior parte um do outro. E é nesse reconhecimento que o amor amadurece, ganha raízes e cria morada.
Em meio ao caos, encontrei em você a calma. No barulho do mundo, o silêncio que me entende. No frio, o abrigo. E em cada recomeço, a certeza: é aqui que eu quero estar.
Hoje é mais um ano da nossa história… um lembrete de que amar é escolher, todos os dias, mesmo quando é difícil. E eu sigo escolhendo você — com o mesmo coração, só que mais inteiro, mais consciente, mais seu.
Porque o amor que a gente construiu não precisa ser perfeito — só precisa ser verdadeiro. E o nosso é.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Caminhei entre o bem e mal, pecado e virtude, acertos e erros. Passos julguei e também senti o peso de ser julgado. Experimentei o ciclo do nascer e do morrer, mergulhei na alegria e no sofrimento, toquei o céu e enfrentei o inferno. Até que compreendi que não há separação: tudo que existe pulsa em mim, e em mim habita o reflexo de tudo que existe.
Por falar em erros, é preciso consertar seu coração, para ele reconhecer, que a função de bater, não significa apanhar muito menos sofrer.
Há erros que não se apagam
e vidas que valem primeiro.
Salvar não é absolver,
estender a mão não é negar.
É só decidir, por um instante,
não deixar alguém morrer no lugar.
O caráter se mede aí:
quando o impulso vence o rancor,
quando a ética fala mais alto
que a justiça feita de dor.
Nem todos merecem ajuda,
isso é fácil concluir.
Difícil é escolher humanidade
quando seria simples destruir.
E quem ajuda, mesmo assim,
não sai menor da história.
Sai maior que o próprio ego
e em paz com a própria memória.
Devemos aprender com nossos próprios erros, e, jamais ter a pretensão de equiparação com o dos outros, para que somando os acertos, possamos ultrapassar às barreiras dos julgamentos e egoísmos, que não possuem bases sólidas para nos ensinar àquilo que necessitamos compreender, com as lições que a vida nos traz.
Aprender com os próprios erros
é um gesto de coragem silenciosa.
Quando deixamos de medir nossos tropeços
pelos passos dos outros,
os acertos se somam
e o caminho se alarga.
Assim, atravessamos o julgamento e o egoísmo —
mestres frágeis —
para escutar, com mais verdade,
as lições que a vida nos oferece.
Tentativa e erro é um conselho sábio, mas apenas quando os erros não iguala o número de tentativas, quando cada falha serve de aprendizado e não de peso, e quando persistir ainda tem mais valor do que temer o fracasso
Já fui menor que meus erros, sou maior que minhas correções, a autoexigência agora vem com compreensão, o balanço me mantém em pé.
No chicote das lembranças, a gente avança para o fim da estrada, impulsionado pela dor dos erros que não podemos mais corrigir.
"Quem se arrepende hoje e aprende com seus erros pode se tornar trilionário amanhã, se agir com conhecimento e honestidade."
