Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura
Não se pode conciliar a razão com a loucura do coração
Pois a razão é o real da mente e a loucura o fogo da paixão;
Tenho medo de me desorientar pelo que não entendo
Mas a minha loucura necessita se desorientar no amor com o medo;
O meu estilo é exercer a minha vida com loucura
Imensuravelmente vivo a minha vida
Sem opinião e sem culpa;
Se certifique-se de que o sentimento não seja loucura, pois se realmente for paixão!
Há uma grande possibilidade de conhecer a felicidade;
Entre a minha loucura
E a minha razão...
Encontra-se o desejo
De está junto a ti
Para te abraçar com intensos
Afagos e te satisfazer como
Mulher de verdade;
Sou como sou e vivo do prazer
Sou selvagem ou bandido, mas...
Habitante do seu coração;
Com minhas mãos salientes,
Indecentes, torno-me o seu vício...
Queria ser louco na loucura da vida...
Por que ser louco na teoria, cansa!
E não tem aventura que cause
tanta alegria;
Tenho uma insuspeita em meus sentimentos de amar a loucura de um coração amado;
E dentro dessa clareza não me sinto menos, eu me sinto respeitado!
Que a loucura não seja apenas uma opção de vida...
E que não me falte coragem para deixar de arriscar;
Por que dos meus sonhos abstratos eu me asseguro!
Para que com os meus talentos me façam realizar;
Hoje eu corro dos sentimentos que me cobram impulsos e atitudes sem conter minha loucura;
Pareço fugitivo da verdade e escravo do coração, mas tenho medo da paixão sem que eu consiga me esquivar do ataque da ilusão;
O amor parece uma bebida forte de mais que enlouquece fazendo-me agir de forma errada;
Minha sincronia é minha estrada desconfortável sem saber se eu é que ataco ou defendo o seu coração;
A loucura do mesmo principia faz com que os sentimentos intensifiquem o que nos faz encontrar o perdido;
O tempo parece uma bebida forte demais para entregar os sentidos falho mesmo quando falamos demais de nós;
Será que o meu mal também se faz o seu, mas eu posso jurar que o teu problema também é o meu;
As pétalas que enfeitei seu chão são o meu exagero de forma sensata, mas sem armadilhas para lhe conquistar;
