Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura
O mundo é engraçado, as pessoas faltam com respeito, não tem ética, vergonha na cara na hora de debochar e humilhar você na frente de todo mundo. Mas quando você reage a essa palhaçada e impõe seu limite, sai como errada. Então sou errada mesmo, ache outro pra fazer de palhaço
Espelhos de sacrifício -Resumo poético/filosófico:
Espelhos representam reflexão, consciência, verdade. O “sacrifício” pode ser entendido como entrega.
Na mitologia o espelho muitas vezes é uma passagem entre mundos ou uma forma de enxergar verdades ocultas — então um “espelho de sacrifício” pode ser um símbolo de autoconhecimento doloroso, renúncia do ego, ou transcendência através da perda.
Um “espelho de sacrifício” nesse contexto pode simbolizar abrir mão de algo confortável para alcançar algo mais profundo ou verdadeiro.
21 de abril pode ser lido com um dia em que o espelho da história refletiu o preço da liberdade, também como um símbolo mais profundo — onde sacrifícios individuais revelam verdades coletivas.
Espelhos de sacrifício podem representar momentos em que a vida nos obriga a encarar nossa verdade mais crua — e ao atravessá-la, renascemos.
Nunca imaginei que um dia aquele menino de coração bom iria se torna tão frio e com pensamentos infernais como hoje em dia.
Meu Coração
Eu tenho um coração um século atrasado
ainda vive a sonhar... ainda sonha, a sofrer...
acredita que o mundo é um castelo encantado
e, criança, vive a rir, batendo de prazer...
Eu tenho um coração - um mísero coitado
que um dia há de por fim, o mundo compreender...
- é um poeta, um sonhador, um pobre esperançado
que habita no meu peito e enche de sons meu ser...
Quando tudo é matéria e é sombra - ele é uma luz
ainda crê na ilusão, no amor, na fantasia
sabe todos de cor os versos que compus...
Deus pôs-me um coração com certeza enganado:
- e é por isso talvez, que ainda faço poesia
lembrando um sonhador do século passado
Há muito tempo perdi o pássaro da minha vida; Fiz das minhas mãos gaiola para prendê-lo; Mas parecia não mais possuir dedos pra contê-lo; E no desespero fatal, esmaguei-o de afetos, de / carinho... Matei o pássaro dos meus sonhos! Matei o pássaro do meu ninho!
20 de Junho de 1942
Tenho vontade de escrever, e tenho uma necessidade ainda maior de tirar todo o tipo de coisas de dentro do meu peito.
O verbo amar
Te amei: era de longe que te olhava
e de longe me olhavas vagamente...
Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,
que a alma da gente faz escrava.
Te amava: como inquieto adolescente,
tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava
adivinhando esse mistério ardente
do mundo, em cada beijo que te dava.
Te amo: e ao te amar assim vou conjugando
os tempos todos desse amor, enquanto
segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...
Te amar: é mais que em verbo é a minha lei,
e é por ti que o repito no meu canto:
te amei, te amava, te amo e te amarei!
(Do livro - Bazar de Ritmos - 1935)
O problema com a maioria de nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio do que salvo pela crítica.
Não escrevo para os outros, eu escrevo pra mim. É claro que receber elogio é um incentivo de querer sempre mais, mais e mais. Porém, escrevo porque eu gosto. Escrevo porque SEMPRE escrevi. Não quero aparecer, nem me fazer de santa ou "cover" de Clarice Lispector, até porque passo BEM longe disso. Só quero escrever, ser feliz e viver. Tem algum mau nisso produção?
A força do bem se expande tal qual a luz do sol ao nascer do dia. Um elogio, uma ajuda inesperada, um carinho, um sorriso podem iluminar e muito a vida de alguém.
Depois que comecei a usar o Facebook a minha vida começou a mudar, já tive amigos engraçados, elogios, amor e carinho, isso deixa me cada vez mais feliz...
