Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura
Não precisa escutar as palavras para saber que alguém se importa, acredita e ama você. Sente-se isso, você sabe disso.
Eu crio asas ao sentir a brisa do vento
Por isso sinto e ressinto lembranças antigas
E assim vivo e vivão, ando com alucinações
Criando e escrevendo razões
Por isso vivo de ilusões.
O sonho é de ser sonhado diversas vezes,
porquê sempre que desacreditar de algo,
sonhará com o que você realmente acredita.
A loucura envolta na minha sanidade,me enlouquece cada vez mais na minha lucidez,me perco no óbvio de toda paixão avassaladora que corre em meu peito.A minha fé pede socorro ao Deus altissimo,prece essa que o homem do terno se recusa a ouvir.
A CAIXA DE PANDORA
Conta a mitologia grega que Pandora foi criada pelos deuses do Olimpo sob a ordens de Zeus. Pandora teria sido a primeira mulher, surgida como punição aos homens por sua ousadia em roubar aos céus o segredo do fogo.
A vingança de Zeus contra a humanidade veio em forma de uma linda donzela. Pandora, a que possui todos os dons, recebeu uma caixa onde guardou os presentes recebidos de cada um dos deuses do Olimpo.
Afrodite deu-lhe a beleza, Hermes o dom da fala, Apolo, a música. Mas além dos dons, a caixa de Pandora recebeu também uma série de malefícios.
A história é longa, mas importa saber que Pandora abriu sua caixa e a humanidade passou a conhecer não só as bondades, como os males que até hoje nos assolam: mentira, doenças, inveja, velhice, guerra e morte. Os presentes saltaram de forma tão violenta da caixa que Pandora teve medo, e a fechou antes que a última delas escapasse: a esperança.
Pandora tornou-se, assim, a provedora natural dos talentos divinos e dos males da humanidade.
Como nos conta a tradição judaico-cristã, Eva no Paraíso teria tido o mesmo papel. O que só comprova que a figura da mulher aparece sempre como a grande responsável pela desgraça do gênero humano. Eu vejo de maneira distinta. Como Eva no Paraíso, Pandora distribuiu aos homens as duas faces da realidade, tão contrárias quanto complementares. Coube a todos a escolha.
O mágico desta lenda está no papel desempenhado pela esperança. Crescemos e vivemos sob o jugo masculino. Todas as formas de poder são exercidas há séculos por homens, que com liberdade preferiram escolher os piores caminhos para atingir objetivos duvidosos.
O mundo está devastado. Na caixa de Pandora ainda resta a última bondade não destruída por nosso egoísmo e ambição. Uma maneira lúdica de nos mostrar o caminho da redenção. A esperança é um dom feminino. Ainda há tempo para aprender a lição.
(Fonte: Voz Corrente- Alexandre Pelegi em 11 de Abril de 08)
Não é sempre assim? Preparamo-nos para enfrentar os problemas de frente e eles surgem sempre por trás.
É crime da logica ou atentado a falencia da ciencia do pensamento corecto é levar uma interpretacao individual enquadrando como um pensamento absoluto e demostravel.
Ex: a teoria heliocentrica da igreja catolica.
POESIA LÍRICA DO CONTO HISTORIADO é uma obra da realidade que expressa a poesia e a literatura da mais nova e recente linguagem literária que abrange a todos os níveis de entendimento e transparecia a imagem da letra de forma a divulgar os acontecimentos não vividos mas sonhados por aqueles que escrevem a imaginação real da ilusão amorosa.
No mundo inteiro o que mais destroem e acaba com um casamento e se tornou um grande vilão é o tappauer.
A baze fundamental para quem procura um pensamento mas real é ir a busca do mexmo sem caregar nenhuma ideologia por de tras, apriender o objecto de modo como é e nao como acho.
Fazer alguem para que se sinta bem é necessario que voce primeiro goste do acto e da pessoa. Ex: faço e sai bem tudo que eu realizo por votade/amor
Lágrimas
Uma dor nutriu minha alma, bem no fundo da minha chama, quando enlutadamente saiu-me a lágrima e fez dissipar minhas ocultas envergas para uma prosa que em rima dormia, cujo meu eu recitou.
E ao ler minha prosa, vernou em mim a calma na alma da chama, bem no âmago que chora pela vida do nada.
Apertadamente, eu tampei meus olhos; mas como as fontes dos rios no meu horto miolo nunca secaram, minha lágrima saiu e caiu, quando diante de Deus me inclinei e em alta voz o clamei.
Agora não mais sou a fonte das lágrimas, somente procuro enxuga-las pela certeza da minha letra; é ela ou aquela que reveste de alegria o ser de um oculto, quando nela mergulho, porque dela até hoje me orgulho.
Lágrimas da Alma Sofrida
A alma que trauteia a verdade do ser que vive em mim e agora é, levou com ela distante de mim a vontade do combalido, que instruía a falsidade em mim, “famosa justiça daqueles que prezam a nulidade com naturalidade”, mas, empapelada e sem tamanha sabedoria foi justificada na historicidade da imaturidade, onde chorou por longo tempo, até que um dia por se tornar Filho de Deus, lhe foram esquecidos os momentos passados e rasgados de belos desejos forjados, lançados em desertos húmidos de chamas, de tempos secos e dispersos, localizados nas zonas íntimas da tristeza, aonde vivem os choros daqueles que desconhecem a cor das suas dores e o peso das suas lágrimas.
Aquela alma é a imagem da dor no fundo do sofrimento, a existência de uma sentença fria, crua e nua, no corpo de um imortal letrado e visado sábio sofrido e sofredor.
Lágrimas Tímida do Conhecimento
Todo aquele que teme o Alto, cria em si um princípio de conhecimento oculto. Tal conhecimento que afecta a escrita sobre a vida no futuro de uma longa caminhada, vida perdida pelos insensatos do escuro, aqueles que desprezam a sapiência do sentido oculto, servida como principal utensílio da intuição do homem que pensa uma letra, porque também chora na porta da ponta do mestre, para que sua frase seja lida pelos sábios que de nada ainda têm, com finalidade de instruir um povo sobre os caminhos da escrita e da vida divina; aquela escrita que forma a lenda dos seres e que amanhã será vista como lágrima da vitória de um herói, porque até agora por ela ainda chora uma lágrima tímida do conhecimento.
A CALMA DA BEUMA
Acalma sua alma
Porque dela vem a minha calma
Não acresça em ti a fúria
Porque dela já chispou a flor …yela
Acalma da Beuma
Não teima, mas queima como a chama da …ela
Porque quem na ama
Acalma sua alma
Bem no meio da chama de uma cama
É uma calma que afoguenta os fantasmas
É uma calma que nos resgata das lamas
É uma calma que resplendece na cama
É uma calma que alegra a alma
A calma da Beuma
Ela não teima, mas queima
ESPERANÇA DE VIDA
Minha esperança de vida
Os que me abarcam na vida
Não acreditam na tamanha visão da minha escrita
Cinge-me forte, tu que agora és minha
Porque de ti farei minha esperança de vida
E minha fiel letra de confiança
Apresentar-te-ei ao mundo do mudo surdo
O negro ndengue da minha aldeia
Em feição de poesia no poema da minha letra
Aquela letra que queima como a lavareda
Que brilha mesmo no charco da lama
E que a todos ela chama
Esperança ardente nos lençóis brancos da minha cama
E radiante no clarear do sol ao meio-dia
Saiba pois, ó letra
Letra da minha caneta
Que me penetra e de rimas, me importa poesias
Que tu és a minha esperança de vida
ALDEIA ESQUISITA
Aquela aldeia
Cheia de cubatas e sereias
Marcou-me para sempre
De esquisitos ensejos, a minha mente
Mente que gere a poesia do cassule
Naquela aldeia esquisita
Ao ver aquelas areias
Banhadas pelas águas dos rios
Pequeníssimos como as lágrimas
Me escondi daquele presente de tempo maldito
Onde o Jacaré a beira do rio
Parecia até sentir frio
Só depois entendi que era próprio
Porque estava num local frugal
E tão sóbrio como Portugal
Naquela aldeia esquisita
Bem debaixo da árvore
Ao cantar dos pássaros
Acalmei minha alma
Abracei meu poema
E escrevi minha letra naquela – mal ou bendita e esquisita aldeia
Aldeia em que os peixes eram negros de pretos espinhos e grossos ossos
Cuja morte na panela de barro do branco negrado
Era um sonho de barcos brancos do mulato pretado
Aldeia aluaziada pelos faróis da noite
Onde escondia-se o branco negro sereiado de barro a beira do rio do peixe burro cacussado
