Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura
As palavras nascem da boca das pessoas. E morrem em seus ouvidos. Mas algumas palavras não morrem. Elas entram no coração das pessoas. E sobrevivem.
Está vendo aquele lago? Suas águas estão calmas e serenas. Eu era assim!
Mas se atirarmos uma pedra, ficará agitado. Como eu fiquei!
Com o tempo, se acalmará novamente, mas a pedra continuará lá. Fará parte dele e o modificará para sempre!
Um dia eu hei de fazer um poema com a beleza dos teus vazios, com a incerteza triste e delicada de tua desilusão.
Os sonhos são uma tênue linha entre o mundo real e o submundo. A morte é o desaparecimento dessa linha!
Você tinha planos, tinha uma vida antes de me conhecer e agora só tem tempo para fazer com que eu me apaixone por você todo dia.
Você me apagou da memória porque achava que estava me impedindo de ter uma vida plena e feliz. Mas cometeu um erro.
Quem nunca chorou, ás escondida ou na frente de todo o mundo, lágrimas amargas porque uma história maravilhosa chegou ao fim e é preciso dizer adeus ás personagens na companhia das quais se viveram tantas aventuras, que foram amadas e admiradas, pelas quais se temeu ou ansiou, e sem cuja companhia a vida parece vazia e sem sentido? (…)
A música
gosto de vários ritmos e sons
todos me leva a um fantástico fim
é música que faz sorrir nossos dons
que tem eco em mim
Amor, riso, medo e dor são moedas universais.
Às garotas que estão sofrendo por amor, dou-lhe duas opções de consolo: Você pode chorar por ele ter ido embora ou pode comemorar a garota maravilhosa que ele perdeu.
Não há nada mais solitário do que o interior de sua própria mente.
O coração quer desistir quando o corpo cansa. Vai ter dia em que você vai querer desistir da sua vida. Neste dia, não fique deitada. Lute pela sua vida. Pegue um cobertor e pise nele. Vire a terra do seu campo. Saia e ganhe o seu salário. Diga: “Eu não vou morrer, eu vou sobreviver a isso”. E levante o seu corpo do chão.
