Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura

Cerca de 123792 frases e pensamentos: Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura

Querer estar limpo diante de Deus é inútil, porque só Ele pode nos limpar. Diante da opinião pública, é impossível, porque ela só pensa em nos sujar.

Para viver a vida, você precisa de problemas. Se você tiver tudo o que deseja no minuto em que deseja, qual é o sentido de viver?
(Jake)

Se tem problemas com alguém. Nao fale dele, fale com ele

Você quer um coração? Você não sabe o quão sortudo és por não ter um. Corações nunca serão práticos enquanto não forem feitos para não se partirem […]

Eu posso até te ajudar, aliás, eu vou te ajudar! Eu quero te ajudar! Mas agora você tem que me ajudar a te ajudar.

Eu me recuso a amputar meus sentimentos.
Eu nasci para sentir com todos os meus membros

Toda força será fraca, se não estiver unida.

Não posso dar-me ao luxo da política. Numa ocasião, fiquei cinco minutos a escutar um político e morreu-me um velhinho em Calcutá.

Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança – um assassinato direto da criança inocente - assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?

Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua, é a única no mundo. É simples, o segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. Foi o tempo que perdeste com tua rosa, que fez tua rosa tão importante. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa.

Darling,

Se você soubesse como a minha vida ficou monótona; tão sem gosto de nada. Às vezes tenho impressão que não vou poder mais aguentar nem mais 5 minutos sem te ver.
E ainda faltam tantos 5 minutos, meu bem.
Eu te adoro, te entendo, te venero. Tu és a minha vida, meu tudo. É diferente. Eu sou teu escravo, teu criado e tua cria. E tu és a minha namorada ilícita, esposa amantíssima e cidadã ímpar na Terra.

Você só chega na grande meta a longo prazo se executar diariamente as pequenas metas diárias.

Pedir desculpas é mostrar as justificativas dos seus erros. Pedir perdão é mostrar aos seus erros que são desculpáveis, mesmo sem justificativa.

É muito censurado, mas acontece frequentemente, que com aspectos de devoção e piedade adoçamos o próprio demônio.

Só o último amor de uma mulher pode igualar-se ao primeiro amor de um homem.

Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu

Vinicius de Moraes
Álbum "Como dizia o poeta"

Nota: Trecho da música "Como dizia o poeta"

...Mais

LAMENTO DOS IMPERFEITOS

Não sou perfeito
Estou ainda sendo feito
E por ter muito defeito
Vivo em constante construção
Sou raro efeito
Não sou causa e a respeito
Da raiz que me fez fruto
Desfruto a divina condição

Em noites de céu apagado
Desenho as estrelas no chão
Em noites de céu estrelado
Eu pego as estrelas com a mão
E quando agonia cruza a estrada
Eu peço pra Deus me dar sua mão

Sou seresteiro
Sou poeta, eu sou romeiro
Com palavra, amor primeiro
Vou rabiscando o coração
Vou pela rua
Minha alma às vezes nua
De joelhos pede ao tempo
A ponta do seu cobertor

Em noites de céu apagado
Desenho as estrelas no chão
Em noites de céu estrelado
Eu pego as estrelas com a mão
E quando agonia cruza a estrada
Eu peço pra Deus me dar sua mão

Vou pelo mundo
Cruzo estradas, num segundo
Mundo imenso, vasto e fundo
Todo alojado em meu olhar
Sou retirante
Sou ao rio semelhante
Se me barram, aprofundo
Depois vou buscar outro lugar

O amor é a maior força que a esperança tem para continuar a viver.

O único veredito é a vingança, uma vendeta, mantida votiva,não em vão, pelo valor e veracidade dos quais um dia deverão vindicar os vigilantes e os virtuosos.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.