Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura

Cerca de 125093 frases e pensamentos: Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura

Muitas vezes certas mudanças são bastante difíceis de aceitar. É difícil perceber que tudo aquilo que você sonhou parece ter sido quebrado. É difícil poder acreditar que será possível construir tudo novamente, mas com uma direção totalmente diferente.
Sei muito bem o quanto é difícil enxergar coisas boas em meio a tantas mudanças inesperadas, mas para Deus toda essa mudança é necessária e importante para que Ele trabalhe a nosso favor. É doloroso olhar à nossa volta, lembrar do quanto corremos rumo aos nossos sonhos e sentir como se o vento estivesse levado tudo embora.
Uma mudança é um processo complicado, não é algo simples. É um processo de organização, determinação e coragem. Em algumas circunstâncias é dolorosa ou traumática.
Nossa vida não está imune às certas modificações, pois o ciclo da vida é realizado por diversas transformações. Às vezes temos medo da mudança porque não é fácil aceitar e mudar nossos hábitos e costumes.
Quando mudamos de casa, bairro, cidade ou até mesmo de família sentimos o impacto da adaptação.
A mudança parte de querer aceitar o porvir, largando os medos e os anseios. É necessário acreditar na esperança de dias melhores. Em certos casos, vivemos em uma vida a qual Deus nos convida a mudar. Ele sabe o melhor para cada um dos seus filhos. Quando acreditamos e recebemos a Cristo como Senhor e Salvador, aos poucos o processo de mudança é fixado em nossa vida e aprendemos a nos equilibrar de acordo com a vontade do Espírito Santo de Deus.
O que importa agora é pedir que Deus seja a nossa direção e que Ele nos faça aceitar a perfeita vontade do seu coração.
Mudar às vezes é necessário, mas uma realidade que nunca muda é o amor e a justiça de Deus que está sobre cada um de nós. O que Ele é ontem e é hoje, Ele é eternamente.

Nada é tão cansativo que a espera, isso pode gerar angústia e ansiedade. Passam horas, dias ou até mesmo anos e não conseguimos segurar o tempo. Às vezes o sofrimento atinge o nosso ser quando vemos o “tic tac” batendo e nada mudando em nossa vida. Deus quer que confiemos Nele, que confiemos em sua Palavra e em suas promessas.
Quando confiamos e temos fé no tempo do Senhor, aprendemos a esperar, amadurecemos, ganhamos experiências e recebemos a esperança de que a benção está a caminho. Quem nunca ouviu “espere no tempo do Senhor”? Pode até parecer algo clichê, mas é algo poderoso e verdadeiro. Devemos esperar no bom tempo de Deus, pois Ele tem preparado maravilhas para nós. No momento certo desfrutaremos das bênçãos de sua bondade.
Como é difícil confiar no tempo de Deus… Quando Ele nos faz uma promessa, ficamos alegres e confiantes no momento, mas às vezes com o decorrer do tempo passamos a nos cansar de esperar as coisas se realizarem. Muitas vezes nos esquecemos que o Senhor é fiel e verdadeiro em suas palavras. Muitas vezes nos sentimos preocupados porque não enxergamos as coisas acontecerem.
Às vezes nos esquecemos que Deus sabe exatamente qual é o tempo certo de cumprir tudo o que nos disse. Ele deseja que nós mantenhamos a nossa fé firmada Nele. Que possamos aprender a confiar e descansar Nele, pois no momento certo Deus chega com aquele presente maravilhoso para cada um de nós.

Alegria nesse coração, porque coisas boas vem pela frente. Viva as promessas de Deus!

⁠Foi percorrendo o deserto que encontrei minha verdadeira força e acredite, ela não vem de mim, vem dEle.

⁠Poemas não precisam ser especiais. Escreve alguma coisa que gostaria de dizer. Sabe como é, coisas que você sempre quis falar.

⁠O tempo sempre ameniza a dor. Mas, quando a tristeza é tão profunda, você enterra.

Amizades são como Estrelas: nascem e morrem de repente, e outras simplesmente param de brilhar por um tempo.

PRESENÇA


Estar perto nem sempre é estar presente.
Há quem esteja tão perto, mas, mesmo assim, continua ausente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


A distância não se mede em quilômetros, para quem ama verdadeiramente.
É possível estar tão distante e, mesmo assim, tão presente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


Presença... é um sentimento diferente, que não se mede em palavras.
Compreende quem vive o que sente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


Há quem se diga tão próximo, mas se mostra tão indiferente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


A presença ultrapassa a distância que se sente,
pois, mesmo distante, há um abraço quente.


Estar perto nem sempre é estar presente

EXISTÊNCIA

De quem somos?
Nos colocamos a perguntar.

Não somos do mundo, nem daqueles que nos rodeiam e nos amam.

Somos d’Aquele que, para o Seu propósito, nos fez; designou nosso trabalho e o tempo que teríamos para concluí-lo.

Ao concluirmos… precisamos nos despedir.
Mesmo que cause dor, não somos donos de nossa existência; somos servos cumprindo um propósito em uma curta vivência.

Mas… por que choras?
Minha obra apenas terminou…

Quando completares a tua, nos veremos novamente, junto ao Autor da vida, que um dia aqui nos enviou.

Fui… até breve. ❤️❤️❤️
Te esperarei lá, com um grande sorriso e com aquele abraço que, por “segundos”, foi interrompido aqui.

Cícero Marcos

⁠Quando uma vaca decide se rebelar, ela não se move. Você não pode forçar uma a arar o campo.

⁠Pode ter muita estrada à sua frente, mas a sua maior preocupação é o que acontece agora.

Entre a vida e a morte, há uma biblioteca. E, dentro dessa biblioteca, as prateleiras não têm fim. Cada livro oferece uma oportunidade de experimentar outra vida que você poderia ter vivido. De ver como as coisas seriam se tivesse feito outras escolhas... Você teria feito algo diferente, se houvesse a chance de desfazer tudo de que se arrepende?

Momento em este
Em que estava com depressão,
mas cuidando das minhas meninas
com todo amor do coração.


Elas não poderiam me ver sofrer
Eu disfarçava o máximo pra mais velha não perceber.
Foi tudo bem desafiador
Mas reconheço que venci em meio a dor.


Escrito 07/09/2021

NÃO SOU O MUNDO — SOU O QUE ELE ME PERMITE SER

Por Marco Arawak

A Terra não é cenário. É a condição de tudo o que acontece. Antes de qualquer pensamento, existe aquilo que sustenta. Antes de qualquer palavra, existe aquilo que torna possível existir.

Nada em mim começou inteiramente em mim. Meu corpo é feito de coisas antigas: água que já foi nuvem, minerais que atravessaram montanhas, elementos forjados muito antes que meu nome existisse. Sou um encontro provisório de matérias que já pertenciam ao mundo antes de pertencerem a mim.

Não sou origem. Sou continuidade.

A Terra não me acolhe por escolha. Ela simplesmente existe. E, enquanto suas condições permitem, eu existo com ela. O chão não me sustenta por cuidado; sustenta porque é chão. Se deixa de existir sob meus pés, eu caio. Sem intenção. Sem julgamento.

A água não me protege. Ela corre. Quando está limpa, sustenta a vida; quando está contaminada, pode carregar essa alteração para dentro dos sistemas dos quais dependemos. O ar não se oferece. Ele está. E quando deixa de estar em condições que permitam a vida, não há filosofia capaz de substituí-lo.

Nada na natureza precisa me explicar o sentido da vida. Sua função não é me oferecer respostas. Basta que suas condições tornem a vida possível.

Não vivo em um mundo que foi criado para me refletir. Vivo em um mundo que me antecede e continuará depois de mim.

Minha história não é o centro da história da Terra. É uma passagem. Sou um instante dentro de algo muito maior, um acontecimento breve em um processo que não começou comigo e não terminará comigo.

E, ainda assim, existo.

Não como dono.

Como parte.

Cada respiração revela uma dependência. Cada passo pressupõe um chão. Cada alimento carrega uma cadeia de vida, matéria, água, energia e trabalho. Cada dia é uma experiência de equilíbrio que não controlamos inteiramente.

Nada em nós é garantido.

A Terra não é boa nem má. Não cuida de nós como uma consciência materna, nem nos pune como um juiz. Ela simplesmente segue suas leis e seus ciclos.

Mas nós sentimos.

Nós tememos.

Nós lembramos.

Nós escolhemos.

E é exatamente aí que algo muda.

A natureza não precisa ter intenção para produzir consequências. E nós não precisamos controlar o planeta para interferir profundamente nele.

A vida acontece enquanto suas condições permitem.

Dentro dessa fragilidade, construímos cidades, cultivamos alimentos, inventamos máquinas, criamos culturas, amamos, lembramos e sonhamos. Somos capazes de transformar o mundo porque dependemos dele. Essa é uma das grandes contradições da nossa existência: temos poder suficiente para modificar aquilo que não podemos substituir.

Somos forma por um tempo.

E toda forma, cedo ou tarde, muda.

O corpo retorna aos ciclos da matéria. A água continua circulando. Os elementos permanecem em movimento. Aquilo que chamamos de fim, muitas vezes, é apenas uma transformação dentro de processos muito maiores que nós.

Mas a nossa experiência individual é finita.

Eu posso desaparecer.

Você pode desaparecer.

Uma geração pode desaparecer.

E é justamente porque somos passageiros que nossas escolhas importam enquanto estamos aqui.

Existir é frágil. Não porque a vida não tenha valor, mas porque ela não vem acompanhada de nenhuma garantia de permanência.

O mundo não foi feito para mim.

Eu fui feito dentro dele.

E o modo como escolho viver dentro dele não é neutro.

Tudo o que faço interfere em alguma coisa: aquilo que extraio, consumo, desperdiço, transformo, descarto ou preservo. Nem tudo retorna diretamente para mim, nem tudo retorna da mesma maneira, mas quase nada simplesmente deixa de existir porque decidi chamar de “lixo”.

O que descartamos continua fazendo parte do mundo.

O que degradamos pode alterar os sistemas dos quais dependemos.

O que destruímos pode levar décadas, séculos ou gerações para se recompor — quando ainda pode se recompor.

Por isso, a natureza não precisa pedir admiração.

Precisa que reconheçamos limites.

Não precisa dos nossos discursos.

Precisa das nossas escolhas.

Não somos espectadores de um planeta externo a nós. Somos participantes de sistemas dos quais dependemos a cada instante.

Talvez esse seja o erro mais profundo da nossa época: imaginar que estar no mundo significa estar separado dele.

Não estou fora da natureza observando-a.

Estou dentro dela.

Meu corpo não é estrangeiro ao planeta. Minha água veio de ciclos anteriores. Meu alimento depende de solos, chuva, luz, organismos e trabalho. Minha respiração depende de uma atmosfera que não produzi.

Não carrego a Terra dentro de mim como símbolo.

Dependo dela como condição.

Se ela sustenta as condições necessárias à vida, eu existo.

Se essas condições se degradam, minha existência também se torna mais vulnerável.

Isso não é metáfora.

É condição material.

A natureza do planeta não é apenas uma ideia, um símbolo ou um consolo espiritual. É a base física sobre a qual a vida acontece.

Compreender isso não deveria nos tornar maiores.

Deveria nos tornar responsáveis.

Porque não estou aqui para dominar o mundo.

Estou aqui dentro dele.

E aquilo que me sustenta também sustenta milhões de outras formas de vida.

Talvez, portanto, a pergunta não seja “o que o mundo pode me dar?”.

Talvez seja:

“O que a minha presença deixa no mundo?”

Depois de mim, o que permanece?

Uma marca?

Uma ferida?

Uma construção?

Uma memória?

Um cuidado?

Uma possibilidade?

Não posso impedir que o mundo continue sem mim.

Mas posso escolher a maneira como participo dele enquanto estou aqui.

Posso consumir sem transformar tudo em descarte.

Posso construir sem considerar tudo ao redor como matéria disponível.

Posso usar sem esquecer que aquilo que uso veio de algum lugar.

Posso existir sem precisar transformar minha existência em domínio.

Porque não sou o mundo.

Não sou seu proprietário.

Não sou seu centro.

Sou uma pequena parte de uma realidade muito maior que me antecedeu, me sustenta e continuará existindo quando meu nome já não estiver sendo pronunciado.

E talvez essa consciência não seja uma diminuição.

Talvez seja uma libertação.

Não preciso ser o centro para ter valor.

Não preciso possuir a Terra para pertencer a ela.

Não preciso durar para sempre para que minha passagem tenha significado.

Sou apenas algo que acontece dentro deste mundo.

Breve.

Frágil.

Consciente.

E enquanto aconteço, posso escolher.

Posso cuidar.

Posso limitar.

Posso preservar.

Posso reparar.

Posso, ao menos, tentar não transformar em ruína aquilo que tornou possível a minha presença.

Talvez seja essa uma das formas mais silenciosas de responsabilidade humana:

saber que o mundo não existe para nós e, ainda assim, compreender que somos responsáveis pela maneira como existimos dentro dele.

Não sou o mundo.

Sou o que ele me permite ser.

E aquilo que eu fizer com essa possibilidade também fará parte do mundo.

Marco Arawak

AUTOANAMNESE


Entre a memória e o que ainda podemos ser


Existe uma história dentro de cada pessoa.


Uma história que não está escrita apenas em fotografias, documentos ou lembranças. Ela também vive nos gestos, nas escolhas, nos medos, nos sonhos, nas palavras que ficaram e, principalmente, naquilo que fazemos sem perceber.


Somos feitos de encontros, despedidas, descobertas, perdas, conquistas, erros e recomeços. Somos também feitos de perguntas que nunca encontraram respostas e de respostas que o tempo modificou.


Talvez por isso a autoanamnese seja tão importante: porque, antes de compreender o mundo, precisamos aprender a observar aquele que o contempla.


Volto os olhos para trás,
não para morar no passado,
mas para compreender
as pegadas que deixei.


Há caminhos que escolhi conscientemente. Outros surgiram diante de mim quando eu sequer sabia para onde estava indo. Alguns abandonei. Outros me abandonaram. E existem aqueles que ainda percorro, tentando compreender por que os escolhi.


Fazer uma autoanamnese é estabelecer um diálogo sincero com a própria história.


É perguntar:


Quem fui?
Quem sou?
O que me trouxe até aqui?
O que ainda carrego?
E o que já posso deixar partir?


Não se trata de procurar culpados, nem de transformar o passado em sentença. Trata-se de compreender.


Porque aquilo que não compreendemos muitas vezes se repete.


Repetimos comportamentos, escolhas, relações e pensamentos sem perceber que estamos seguindo antigos caminhos.


Por isso, olhar para dentro pode ser um ato de liberdade.


Há hábitos que herdei,
há pensamentos que aprendi,
há caminhos que percorri
sem jamais perguntar
se realmente eram meus.


A autoanamnese nos permite separar aquilo que somos daquilo que simplesmente aprendemos a ser.


Na vida pessoal, ela nos ajuda a reconhecer nossos valores, limites, desejos e contradições.


Nas relações, revela como amamos, confiamos, ouvimos, perdoamos, reagimos e estabelecemos limites.


Na família, permite compreender as histórias que recebemos e decidir conscientemente quais heranças queremos preservar e quais precisam ser transformadas.


Na vida acadêmica e profissional, ajuda a perceber talentos, interesses, escolhas e caminhos que talvez tenham sido construídos mais pelas expectativas externas do que pelos nossos próprios propósitos.


Nas decisões, cria um espaço entre o impulso e a escolha.


E, nesse pequeno espaço, pode nascer a consciência.


Antes de responder,
eu observo.
Antes de escolher,
eu compreendo.
Antes de seguir,
eu pergunto
para onde estou indo.


Também precisamos fazer uma autoanamnese dos nossos erros.


Não para viver em culpa, mas para transformar experiência em aprendizado.


O erro pertence à nossa história, mas não precisa determinar nosso destino.


A pessoa que fomos tomou decisões com os conhecimentos, sentimentos e circunstâncias que possuía naquele momento. Hoje podemos saber mais. Podemos enxergar diferente. Podemos escolher diferente.


Ontem eu não sabia.
Hoje compreendo.
Amanhã talvez transforme
aquilo que hoje ainda estou aprendendo.


Isso também é amadurecer.


Olhar para quem fomos sem desprezo, olhar para quem somos sem arrogância e olhar para quem podemos ser sem medo.


A autoanamnese também alcança nossos sonhos.


Quantos desejos são verdadeiramente nossos?


Quantos nasceram das expectativas de outras pessoas?


Quantas vezes confundimos sucesso com aprovação?


Quantas vezes seguimos uma estrada porque todos diziam que era o caminho certo?


Há sonhos que permanecem,
sonhos que se transformam
e sonhos que descobrimos
que nunca foram nossos.


Conhecer a própria história é também descobrir quais sonhos ainda fazem sentido.


E talvez esse seja um dos maiores poderes da reflexão: perceber que o passado explica muito, mas não determina tudo.


Somos memória, mas também possibilidade.


Somos consequência, mas também escolha.


Somos continuidade, mas também transformação.


O passado pode explicar nossas cicatrizes, mas não precisa escrever sozinho os próximos capítulos.


Carrego o que vivi,
mas não sou apenas o que vivi.
Carrego minhas marcas,
mas elas não são meu nome.
Carrego meus erros,
mas eles não são meu destino.


A vida inteira pode ser compreendida como uma grande conversa entre aquilo que fomos e aquilo que estamos nos tornando.


E talvez seja justamente por isso que precisamos, de tempos em tempos, silenciar o mundo.


Desligar o ruído.


Parar.


Respirar.


E perguntar:


O que está acontecendo dentro de mim?


Nem toda resposta surgirá imediatamente.


Algumas perguntas precisam permanecer conosco durante algum tempo. Algumas respostas chegam lentamente, através da experiência, da reflexão e das mudanças que fazemos no cotidiano.


A autoanamnese não é uma fotografia de quem somos.


É um espelho em movimento.


Hoje enxergamos uma parte.


Amanhã compreenderemos outra.


E, enquanto vivemos, aprendemos que conhecer a si mesmo não é encontrar uma definição definitiva, mas permanecer disposto a se conhecer novamente.


Sou memória
e sou possibilidade.
Sou passado
e sou caminho.
Sou aquilo que aprendi
e aquilo que ainda posso aprender.


Por isso, fazer uma autoanamnese não é voltar para trás.


É voltar para dentro.


É revisitar a própria história com honestidade, reconhecer o que nos construiu, compreender o que nos limita, valorizar o que nos fortalece e escolher, com maior consciência, aquilo que desejamos levar adiante.


Porque a vida não é somente aquilo que nos acontece.


É também aquilo que fazemos com o que nos acontece.


E enquanto houver consciência, haverá aprendizado.


Enquanto houver aprendizado, haverá transformação.


Enquanto houver escolha, haverá possibilidade.


E enquanto houver vida,


a história ainda estará sendo escrita.

“O tempo é o mestre invisível que ensina a existir, molda com dor, corrige com o silêncio e, ao final, consome o próprio ensinamento para devolvê-lo à eternidade.”

M. Arawak.

“A motivação não nasce do grito, mas do instante em que o cansaço e o desejo se olham e a alma decide continuar viva.”

M. Arawak

“A liberdade que cansa os que controlam é a mesma que desperta os que dormem.”

M. Arawak

“A alma não desperta no barulho da fé, mas na serenidade da compreensão.”

M. Arawak

O saber só é justo quando também desperta a compaixão.