Epígrafe sobre Fotografia

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Não é possível se apaixonar -se por uma fotografia. Nela há o ângulo perfeito. O verdadeiro amor, precisa do dinâmico, do imperfeito.

Você não falhou na fotografia porque tentou, você falhou porque tentou do mesmo jeito esperando resultados diferentes.

Enquanto você justifica o preço da fotografia, o fotógrafo posicionado simplesmente cobra e fecha.

Resistir à mudança na fotografia não preserva sua arte, apenas acelera sua irrelevância.

Seu maior concorrente na fotografia não está lá fora, está dentro da sua cabeça te convencendo a não agir.

A linha entre ser apaixonado pela fotografia e ser refém dela é muito tênue.

Postar mais na fotografia não resolve se ninguém enxerga valor no que você posta.

O problema da fotografia não é o mercado estar fraco, o problema é você estar invisível.

Técnica de fotografia sem posicionamento é apenas talento desperdiçado.

Cobrar caro na fotografia sem entregar valor percebido é arrogância, cobrar barato sem necessidade é autossabotagem.

Marketing na fotografia não é sobre gritar mais alto, é sobre falar com quem precisa ouvir.

Sua concorrência na fotografia não é outro fotógrafo, é a percepção do cliente sobre você.

O cliente de fotografia não compra megapixels, compra a emoção que você consegue capturar.

Dar desconto em fotografia é confessar que você é substituível.

A fotografia é o olhar no tempo que emociona.

⁠Na busca pela eternidade, Deus permitiu que o homem inventasse a fotografia para eternizar os breves momentos da vida.

“A fotografia faz o momento ser eterno.”

⁠📸

Fotografia é memória, eterna memória.

A fotografia está ao alcance de todos.
Máquinas baratas que produzem fotos de qualidade, a possibilidade de repetir dezenas e até centenas de vezes a mesma foto sem precisar dos outrora caros filmes e da difícil técnica da revelação.
Sistemas de medição de luz automáticos, programas de computação que fazem o trabalho de corrigir os defeitos, até a completa transformação da foto original em outra quase irreconhecível.
Com todas essas ferramentas na mão qualquer pessoa pode fazer fotos incrivelmente bonitas, que chamam e prendem a atenção.
Mas em parte sempre foi assim.
O domínio da técnica, em cada época, o correto uso dos equipamentos e outras ferramentas que poderiam se limitar a algumas lentes e filtros, fizeram toda a diferença nas fotos dos homens e dos artistas.
Tenho visto a postagem de fotos geniais tiradas com as câmeras dos telefones e o programa instagram.
Os jovens preferem essas fotos tecnicamente modificadas para ajustar quase tudo. As feições, as cores e até mesmo os ambientes.
As fotos ficam bonitas, chamam a atenção, desviam-na dos narizes rechonchudos, das olheiras profundas, das rugas, das dobras, das gordurinhas e das gorduronas.
Quando você compara a fotografada com a foto, certamente não a reconhece. O fim da admiração pode estar aí. A foto é bem melhor do que a original.
Mas com o tempo todo mundo usa as mesmas técnicas automáticas e a ajudadas pelos mesmos modelos de óculos e das mesmas caras e bocas (ou bicos), parece que todas são a mesma pessoa e só a sua é a gordinha feiosa ...
É aí que começa a diferença na arte da fotografia.
O fotógrafo artista enquadra, requadra, escolhe o fundo como se escolhesse a moldura para a obra prima, orienta a modelo, provoca a expressão e clica, numa única fração de segundo, captando a expressão que faz de algumas fotos um original sem cópias como são alguns manuscritos.
Há fotos sem assinatura onde você reconhece o fotografo como sua assinatura estivesse aposta.
Não há que se tirar o mérito de todas as fotos.
Uma só imagem pode valer mais do que mil palavras.
Mas certamente cem palavras da Danusa Leão valem mais do que todas as crônicas que eu escrevi...

Inserida por marinhoguzman

O piano emudeceu-se, como o riso na fotografia da parede, hoje só restam lembranças, do ontem so ficou saudade.

Inserida por PriscillaCavalcante