Epigrafe para Tcc Música

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Lança o barco contra o mar
Venha o vento que houver
E se virar, nada

Pega a mala que couber
Vira a estrada sem saber
E se perder, calma

⁠Vou cantar sofrência igual Marília Mendonça
Nossa vizinhança já já se cansa

⁠Eu de marte, tu de plutão
Eu planeta, você não
Duas mentes diferentes
Tentativas de concordância em vão
Eu poeta, tu ativista
Eu nos livros, tu na pista
À vista de todos
Menos de mim

Eu me sinto tão mal
Tudo que padecer
Eu me sinto tão caos
Tudo que eu tento ser

Furta-cor
A luz revolve
Ela me engole

⁠Não adianta nada
Vir remar contra a maré
Vacilão aqui se arrasa
Porque nós tem muita fé em Deus

MC Cabelinho

Nota: Trecho da música Maré.

Quero ser Fernando Pessoa, não Fernando Beira Mar
Pablo Neruda, e não Pablo Escobar
Deu pra sacar?
Não é pela cifra, é pela safra
Por amor, e pra isso eu entro até em estado de estafa
A gente não fala, a gente desabafa
O Brazza não escreve, o Brazza psicografa

Acha que precisa ser durona
Não dá espaço para a dor passar
Tem um grito preso na garganta
Que não está deixando ela falar

Que sonho ser estável
Que sonho ser amável
Que sonho não botar tudo a perder, ser controlável
Mas eu sinto demais, me desculpo, faço errado
Ser de verdade tem um preço, e eu sempre pago

O futuro também pode ser escrito com notas musicais para a vida ter mais harmonia.

Entre palavras, melodias, malte, lúpulo e álcool minha mente se esvai lenta e prazerozamente. As pequenezas do dia a dia são incapazes de coexistir junto aos prazeres e tentações liberadas nesses breves momentos de insensatez.

A geração sofrência jamais será lanterna dos afogados

Dizem que o Diabo tem as melhores músicas. Isso é em grande parte verdade. Mas o céu tem os melhores coreógrafos.

Admito, sinto medo às vezes
A violência me olha com sede
Homem da caverna de Platão
Atirando pra pintar paredes
Orixás moram na minha testa
Coroa celestial
Prêmios por minha cabeça
Quem tentar sabe o final

Uma chuva fina cai sobre a cidade. No rádio a canção de Gal Costa que fala sobre a poeira do caminho. Pois é. O pó das eras também viaja comigo; bem acomodado no meu banco.

⁠E foi amor, eu sei que foi, mas você me magoou
Quando abriu aquela porta meu coração despedaçou

Histórias, nossas histórias, dias de luta, dias de glória! Hoje estou feliz. Acordei com o pé direito, eu vou fazer de novo, vou fazer muito bem feito.

Ninguém mais pode criar meu futuro para mim e ninguém pode conseguir o que eu quero para mim, então eu tenho que sair e conseguir sozinha. Eu tenho que fazer isso e ser minha própria pessoa.

O que me causa indignação desde a puberdade, é que as pessoas com o melhor som nos carros, sempre tiveram o pior gosto para a música. Mas ninguém é perfeito.

Gurias que ficam em casa sábado a noite, tomando mate e ouvindo um vanerão ou uma milonga conforme o coração. Acreditem: São pra casar!

Não me importo que ela não me olhe
Não diga nada e nem saiba que eu existo, quem eu sou
Pois eu sei muito bem quem ela é
E fico contente só em ver ela passar