Epígrafe Monografia

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Ninguém é assim tão velho que não acredite que poderá viver por mais um ano.

O homem pode acreditar no impossível, mas nunca pode acreditar no improvável.

Os que vencem, não importa como vençam, nunca conquistam a vergonha.

Só acredito naquilo que posso tocar. Não acredito, por exemplo, em Luiza Brunet.

A democracia surgiu quando, devido ao fato de que todos são iguais em certo sentido, acreditou-se que todos fossem absolutamente iguais entre si.

Acredito cada vez mais que não se deve julgar o bom Deus por este mundo, pois foi um estudo dele que saiu errado.

Cada um é tão infeliz quanto acredita sê-lo.

Homens fracos acreditam na sorte. Homens fortes acreditam em causa e efeito.

O homem acredita mais com os olhos do que com os ouvidos. Por isso longo é o caminho através de regras e normas, curto e eficaz através do exemplo.

Dois homens não podem passar meia hora juntos sem que um conquiste uma evidente superioridade em relação ao outro.

Sonhos determinam o que você quer. Ação determina o que você conquista.

Renunciar ao amor parecia-me tão insensato como desinteressarmo-nos da saúde porque acreditamos na eternidade.

Às vezes acredito que há vida em outros planetas às vezes eu acredito que não. Em qualquer dos casos, a conclusão é assombrosa.

O ego é dotado de um poder, de uma força criativa, conquista tardia da humanidade, a que chamamos vontade.

Escrevi uma vez que era um cético que só acreditava no que pudesse tocar: não acreditava na Luiza Brunet, por exemplo. Cruzei com a Luiza Brunet num dos camarotes deste Carnaval. Ela me cobrou a frase, e disse que eu podia tocá-la para me convencer da sua existência. Toquei-a. Não me convenci. Não pode existir mulher tão bonita e tão simpática ao mesmo tempo. Vou precisar de mais provas.

Todos se dizem amigos; mas doido é quem acredita: nada há de mais banal que esse nome; nada é mais raro do que isso.

Ama-se mais o que se conquista com esforço.

Povos livres, lembrai-vos desta máxima: A liberdade pode ser conquistada, mas nunca recuperada.

Levar insidiosamente o próximo a uma boa opinião de nós e, depois, acreditar piamente nessa boa opinião: quem consegue imitar nesta habilidade as mulheres?

Aquele que acreditar que o dinheiro fará tudo pode bem ser suspeito de fazer tudo por dinheiro.