Epígrafe Estudo Contabilidade

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⁠" Se o Espiritismo fosse uma simples teoria,um sistema,poderia ser combatido por outro sistema, mas ele repousa numa lei da Natureza, assim como o movimento da Terra. "
Allan Kardec.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠Fora das obras fundamentais da
Doutrina Espírita,existe um grande número de livros, tanto antigos quanto
modernos,úteis ao complemento desses estudos,e que são ignorados,ou sobre os
quais faltam informações necessárias para obtê-los. É visando preencher esta
lacuna que a Livraria Espírita foi fundada."
Allan Kardec

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

" ⁠Certamente os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis pelos animais, muitas vezes tomados de súbito por esse pavor que vos parece infundado, e que é causado pela vista de um ou vários desses Espíritos mal-intencionados para com os indivíduos presentes ou para com os donos desses animais. :
Espírito: Erasto.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

" ⁠Eis a verdadeira caridade benevolente, a caridade prática, sem a qual a caridade é palavra vã; é a caridade do verdadeiro espírita, como do verdadeiro cristão; aquela sem a qual aquele que diz: Fora da caridade não há salvaçãoAllan Kardec , pronuncia sua própria condenação, tanto neste quanto no outro mundo. "
Allan Kardec.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠Observações preliminares.

" 1. É um erro crer-se que basta a certos incrédulos o testemunho de fenômenos extraordinários, para que se tornem convictos. "
Allan Kardec.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠"...e Quando Deus me perguntar, Abbé Pierre: _ Que fizestes das ovelhas que eu te confiei? Eu baixarei a minha camisa e ficarei quieto,mas se em segunda vez Ele me perguntar, eu responderei eu lágrimas: Senhor, perdão, não eram ovelhas,mas lobos por entre ovelhas! Perdão Senhor. "

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠" É comum que o estado ridículo dos idiotas sem noção,faça com que eles primeiro duvidem daquilo que nada ou pouco compreendem para logo diante dos fatos e da compreensão se mostrarem os faladores mancos sobre aquilo que ainda não compreendem. "

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

Um objeto só poderia legitimamente ser considerado arte se fosse uma manifestação externa e não adulterada da psique do artista - dos seus pensamentos e sentimentos autênticos.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

Crescer um pouco todo dia ajudará a enfrentar as ondulações nebulosas da trajetória da vida cristã.
(Estudo, análise, aprofundamento e prática da Palavra)

Inserida por ProfessorMarcos


É difícil fazer umas boas trovas,
dessas que a toda gente seduz,
tem que contar sílabas, que prova!
só se pedir ajuda ao senhor Jesus
Mas Ele não pode a isso atender,
seria até pecado aproveitar,
já tem tanto enguiço para resolver
e vai dizer que preciso estudar
Ai, querido senhor "Jesus Cristinho",
desculpa essa minha intromissão,
mas escrever assim bem certinho
é para mestres e já não sou isso não...

Inserida por neusamarilda

⁠Acredito na educação com valores e propósito como uma ferramenta poderosa de transformação.

Inserida por Zaika_Capita

⁠Leia, estude, aprenda.

Pois um homem culto e bem informado vale por dois ou mais.

Conhecimento é tudo!

Inserida por ajmesquita

⁠Atenção nos detalhes é a diferença
Tenha paciência, faça o seu melhor.
Importante aperfeiçoar o seu estudo
Levando a sério e com sabedoria
Atingimos o magnífico merecimento.
Responsável somos pela nossa história.

Inserida por NABYCURY

⁠Um bom cientista mantém a mente aberta.

Inserida por JaneSilvva

⁠Leiamos as Sagradas Letras, para interpretarmos fielmente, mas permitamos que a mesma nos leia, e nos mostre onde precisamos mudar para o crescimento ser saudável, para a glória de Deus o pai.

Inserida por fabiocabral

⁠Não se torna um profissional da NOITE para o DIA, mas se você DESISTIR dos ESTUDOS, não vai acontecer NUNCA.

Inserida por fabiocabral

⁠“Não existe ninguém melhor do que você, mas existe quem estudou mais do que você.”

Inserida por DAmico

TENSÃO APARENTE ENTRE VOCAÇÃO E DEVER FAMILIAR NAS ESCRITURAS.
Desde as primeiras civilizações organizadas a existência humana foi atravessada por uma tensão estrutural entre pertencimento e transcendência. O homem antigo não se compreendia como indivíduo isolado. Ele era clã, sangue, herança e continuidade. A família constituía o eixo econômico moral, religioso e simbólico da vida. Honrar os pais não era apenas virtude ética. Era condição de sobrevivência social e cósmica, por ser em si mesmo um sentimento inato e divino no homem. Romper com esse eixo significava desordem perda de identidade e exclusão. Por isso toda tradição religiosa séria jamais tratou o dever familiar com leviandade. A Escritura hebraica nasce nesse horizonte antropológico profundo no qual a família é célula do mundo e espelho da ordem divina.
É justamente por essa razão que os episódios bíblicos que aparentam tensão entre vocação espiritual e dever familiar exigem leitura séria e não literalista. Não se trata de oposição entre Deus e a família como se ambos competissem no mesmo plano. Trata-se da hierarquia do sentido último da existência. A Escritura não anula o humano. Ela o orienta para seu fim mais alto. Quando analisamos Mateus 8:21 e Lucas 9:59 à luz do contexto semítico antigo compreendemos que a expressão sepultar o pai não se refere necessariamente a um funeral imediato. Trata-se de uma fórmula cultural que indicava permanecer sob o teto paterno até o fim natural da vida do genitor. Em termos concretos isso podia significar décadas de adiamento.
Do ponto de vista sociológico essa escolha representava estabilidade. Permanecer na família assegurava proteção econômica status e continuidade. Psicologicamente oferecia segurança afetiva e previsibilidade. Filosoficamente significava optar pelo conhecido, pelo mundo já estruturado. O chamado de Jesus rompe exatamente com essa zona de conforto. Não porque despreze o afeto filial mas porque identifica ali um risco interior. O risco de transformar o afeto em justificativa para a postergação indefinida do dever espiritual. O ensinamento não condena o cuidado com os pais. Ele denuncia a instrumentalização do dever familiar como escudo contra a exigência da verdade.
Jesus dirige-se à intenção íntima e não ao gesto exterior. Sua palavra revela um princípio antropológico profundo. O ser humano é capaz de revestir o medo com linguagem moralmente nobre. Quando isso ocorre o chamado precisa ser radical para desvelar a divisão interior. O Reino de Deus não admite adiamento quando a consciência já foi despertada. Não por rigorismo mas por coerência existencial. Uma consciência desperta que posterga o bem maior fragmenta-se internamente. E essa fragmentação gera angústia culpa e esterilidade espiritual.
Em contraste 1 Reis 19:20 apresenta um cenário distinto. Eliseu encontra-se em plena maturidade psicológica moral e espiritual. O chamado não o surpreende em hesitação. Ele já está interiormente decidido. Seu pedido para despedir-se dos pais não é fuga nem barganha temporal. É fechamento consciente de um ciclo. Sociologicamente é um gesto de honra. Antropologicamente é um rito de passagem. Psicologicamente é integração e não divisão. Filosoficamente é liberdade madura. Elias consente porque reconhece a inteireza interior daquele que responde.
O gesto seguinte de Eliseu sacrificar os bois e queimar os instrumentos de trabalho possui valor simbólico decisivo. Ele rompe com a economia antiga da própria vida. Não há plano de retorno. Não há reserva psicológica. Não há dupla pertença. Esse gesto revela que a despedida não foi adiamento mas confirmação. A Escritura aqui ensina que o critério nunca está no ato visível isolado mas no estado interior da consciência.
Essa lógica atravessa os séculos e permanece atual. O mundo contemporâneo continua oferecendo escolhas que aparentam neutralidade moral mas que escondem adiamentos existenciais. Carreira, status, conforto aprovação social, vínculos afetivos podem tornar-se absolutos disfarçados. A lei divina inata inscrita na consciência humana ( 621 L.E. ) continua convocando ao sentido, ao bem, ao verdadeiro. O conflito não é entre Deus e a família mas entre verdade e autoengano. Quando o afeto é usado para evitar a responsabilidade espiritual ele precisa ser relativizado. Quando o afeto é expressão de retidão e ordem interior ele é preservado e honrado.
A tradição bíblica não legisla mecanicamente. Ela educa a consciência para o discernimento. Ela ensina que Deus está acima de tudo não como tirano mas como fundamento do sentido. Que o dever familiar é sagrado quando não se opõe à verdade. E que a vocação quando amadurece não admite reservas internas. Somente aquele que não se divide interiormente pode responder plenamente ao que lhe foi confiado. E somente esse caminha com firmeza serenidade e inteireza rumo ao destino que dá sentido à própria existência.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

Um país sem ciência é um país sem significado

Inserida por Camila_Cardoso