Epígrafe de Livro

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1478
"O sujeito não conseguiu plantar uma árvore nem escrever um livro. Mas filhos já fez meia duzia. O Tal não está seguindo fielmente o que diz o ditado, Hum!"
TextoMeu 1478

"Então, eu disse para Meu Cunhado: 'Não conseguiu escrever um livro? Ainda não plantou aquela árvore? Não teve filho? Tu não é de nada, Hein?' Ele sumiu, HeHeHe!"
Frase Minha 0185, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Cinema e Literatura marcam-me muito, a ponto até de me influenciar. E foi um livro, de um escritor mineiro, que me fez conhecer Minas Gerais, durante todas as ferias de boa parte da minha juventude. Ah, Minas Gerais!"
TextoMeu 1333

" 'Livro bom é aquele que você quer conhecer o Autor', disseram! Vou além: Livro bom é aquele que você quer conhecer o Autor, quer experimentar o que o Autor narra e quer conhecer os locais por ele citados, digo Eu!"
TextoMeu 1369

1687
"No 'Livro das Justificativas' deveria vir impresso, já na capa, o seguinte: 'Não contestarás'. Fortalece os Seguidores Mais Velhos e Esclarece logo os Mais Jovens!"

0185 "Eu, conversando com Meu Cunhado: 'Não escreveu um livro? Não plantou uma árvore? Não teve filho? Tu não é de nada, Hein?' Ele sumiu!"

0587 📜 "Usando pseudônimo, aquela escritora famosa lançou novo livro e vendeu pouquíssimo. Assim que ela revelou o nome verdadeiro, pronto: o livro foi para a lista dos mais vendidos. Leitores Zinhos fazem isso (com frquencia)!"

2196 📜 "Por mais fabuloso que possa parecer, 'Plantar uma Árvore, Escrever um Livro e Ter um Filho' ainda é pouco. Quero ver ter apenas uma Conta em cada uma das Redes Sociais de que participa. Quero ver!"

2244 📜 "Livro 'Danado de Bom' é aquele que o faz conhecer, mais do que o Autor, os locais citados por ele. Aconteceu várias vezes comigo!"

"Na Minha Avaliação (com uma ou outra exceção) Livro de 'Autoajuda' tem nome muito apropriado pois esse tipo de produto ajuda muito o autor, não exatamente o leitor. Daí o nome 'Autoajuda' (para quem escreveu). Na Minha Avaliação (com uma ou outra exceção), repito. 'Capito'?"
Texto Meu No.1029, Criado em 2021


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Por favor, 'desencoste' e não pegue em mim. Vá pegar um livro, vá. Será muito melhor (para nós dois)!"
0806 | Criado por Mim | Em 2015


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

1506
"Dizem que o covarde que matou Lennon teria dito que o livro do Salinger o inspirou. Mentira generalizada: dele e de quem tenta sustentar isso. O livro era 'apenas' o Livro do Momento, na época. Como foi, por exemplo, 'O Pequeno Príncipe', anos anteriores. O resto é Conversa. Conversa Fiada!"


1505
"Decidir pelos Outros como deve ser a Vida dos Outros é o quê? Alguns disfarçam, mas agem assim!"



1504
"Falar Mal dos Outros desabona qualquer Fachada!"

1636
"Anos depois de ler aquele livro do Mario de Andrade é que descobri que Amar é verbo também Trânsito Direto e Verbo Pronominal. E descobri mais: ninguém, na minha Casa, providenciou uma Fräulein para Mim. E eu gostaria. E eu bem que merecia!

Giovanna & Benício

Quando a vida se tornar difícil
Busquem um livro
Ou escutem uma canção do seu eterno vozinho.
O Amor será sempre nosso guia neste mundo caótico.

Deus existe. Essa poderia ser a sentença ideal para iniciar um livro. Ou talvez: Deus não existe.
Qual delas prenderia mais a atenção do leitor?
Nada é simples assim. Nem uma, nem outra. Ambas são complexas, teses de difícil comprovação. No campo da fé, a primeira frase pode convencer com facilidade, sobretudo pessoas crédulas. Já a segunda talvez encontre terreno ainda mais fértil se o leitor for cético, agnóstico ou mesmo religioso sem convicção profunda. Em ambos os casos, não se trata de verdade ou mentira imediata, mas do lugar íntimo de onde o leitor parte. A frase inicial não prova nada; apenas revela quem lê.
Seguindo por esse caminho, este será o meu livro mais inquietante. Não porque eu nunca tenha tratado desse tema. Ao contrário, como filósofo, escrevi muitos livros que, de uma maneira ou de outra, trabalharam com essas duas possibilidades. Mas este é diferente. Ele nasce do lugar em que me encontro agora.
Para um leitor curioso, este livro será uma janela aberta para dois abismos. Duas escolhas, duas teses, duas possibilidades. Ainda assim, creio que será um trabalho penoso. Habitar o espaço entre esses dois polos, descer ao mais tenebroso caos para investigar, sob uma perspectiva dialética, questões que há milênios retiram a paz de homens e mulheres de alma profunda, exige coragem.
Se Deus não existe, estamos perdidos. Revoltados, em desespero total, sem nenhuma base para a esperança. Com essa afirmação, Deus não existe, enterramos a metafísica e já não necessitaremos buscar sentido nessa ciência frágil. Então, comamos e bebamos, surtemos e executemos todos os desejos carnais, certos de que não haverá julgamento nem punição moral após a morte, apenas o retorno ao pó.
Contudo, antes de concluir qualquer uma dessas afirmações, é preciso investigar a história de ambos os lados. As pessoas que acreditaram em cada uma dessas posições, o que as levou a sustentar tais teses e quais foram os resultados morais, sociais e históricos dessas escolhas.
Mas de onde partiremos, na corrente do tempo? Em que lugar cultural fixaremos nosso ponto de partida? Que história ou mito serviu para determinar o princípio de tudo? Seria ideal partir de uma crença específica, de uma tradição particular, ou isso seria um argumento frágil, sem credibilidade universal?
Se eu escolher o óbvio, o mito de Adão, não lograrei êxito com aqueles que não creem na tradição oral ou escrita dos judeus. Talvez, se optar por outro cerne, como a cultura africana, ainda assim enfrentarei sérios problemas para resolver essa questão inicial. O impasse persiste.
Contudo, é preciso definir um ponto de partida e seguir adiante. O atraso excessivo também é uma forma de recusa. O que me ocorre agora é outra possibilidade. Sugerir várias origens, vários mitos, várias tradições, e deixar a critério do leitor qual delas melhor lhe servirá.
Talvez não caiba a este livro impor uma origem, nem eleger uma tradição soberana, mas oferecer caminhos. Permitir que cada leitor escolha de onde olhar para o abismo. Afinal, a pergunta sobre Deus talvez diga menos respeito à resposta correta e mais à coragem de sustentar a pergunta.
Então, antes de fixarmos a mente no homem como ser racional ou como criação divina, levantemos os olhos. Olhemos para as estrelas.
Comecemos com um pouco de ciência. Observemos o universo não como metáfora, mas como fato. Sabemos hoje que ele não é estático. Expande-se. Galáxias afastam-se umas das outras, o espaço se dilata, o tempo carrega consigo a memória de um início violento e incompreensível. Houve um momento inaugural, que a ciência chama de Big Bang, no qual matéria, energia, espaço e tempo surgiram juntos, sem testemunhas, sem linguagem e sem propósito declarado.
A ciência descreve o como com rigor crescente. Fala de inflação cósmica, de forças fundamentais, de partículas elementares, de um universo que lentamente se organiza a partir do caos primordial. Mas permanece silenciosa quanto ao porquê. Ela mede, calcula, observa, mas não confere sentido. Talvez não seja essa a sua função.
É nesse ponto que a pergunta por Deus reaparece, não como afirmação, mas como hipótese extrema. Onde Deus caberia nesse projeto? Antes do início, como causa primeira? Como princípio organizador? Ou como invenção tardia de uma consciência assustada diante da vastidão e do silêncio?
Olhar para cima é um gesto filosófico. Diante da imensidão indiferente do cosmos, o homem percebe sua fragilidade e, ao mesmo tempo, sua singularidade. Somos poeira que pensa, matéria que pergunta, universo tentando compreender a si mesmo. Se Deus existe, talvez não esteja nos detalhes morais imediatos, mas nesse espanto original diante do infinito. Se não existe, o espanto permanece, talvez ainda mais cruel.
Todo evento, afirma a ciência, necessita de um observador, pois acontece em um ambiente, no espaço e no tempo. Essas condições são frágeis, mas reais. É dentro delas que algo pode ser reconhecido como acontecimento. Essa probabilidade científica, instável e limitada, talvez seja tudo o que temos para buscar algum sentido no estado das coisas físicas, materializadas. Fora disso, restam apenas hipóteses, silêncio e a vertigem de tentar compreender um universo que existe independentemente de nos perceber.

Não sou um livro aberto
Não sou uma ilha
Sou terra habitada
Por hábito e mobília.
Sou feito de barro
Que chora e se humilha
Que sofre e tem medo
Da sombra da noite
Que guarda o segredo
Do eterno retorno
Que traz recomeço
Do trágico querer
Me perco no sonho
Do dia futuro
Construindo um muro
Em volta de mim, para permanecer.
A carne se esgaça como roupa velha
A alma se estica pra não se perder

"A maior prosperidade que você vai ter em sua vida, é seu nome no livro da vida"

Não adianta abrir um livro com a cabeça fechada.

"A arte é um livro aberto."

“Há dois tipos de pessoas, aquela que ao ler uma frase faz um livro e aquela que ao ler um livro não faz uma frase.”