Enxerga mais longe a Gaivota que Voa mais Alto

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Paulo não era o mais religioso. Era o mais quebrado. A guerra dentro dele era maior que as de fora. Por isso se jogou no evangelho sem freio: era entregar tudo ou ser consumido. _At 9:15-16_

_Quando a falta de oração, de Palavra e de lágrimas não dói mais,
é porque o coração não só esfriou… morreu.__

Muitos brasileiros sentem mais
Saudades de Ronaldo, Rivaldo e
Romário... Do que do próprio Autor da
Vida. Me diz se isso não é idolatria?

Quanto mais presentes somos na vida das nossas crianças, menos espaço damos para o mal.
Quando ocupamos o lugar dos nossos filhos, o inimigo perde terreno.

O diabo sabe que do Brasil se levanta um dos clamores mais intensos da Terra. Por isso, ele não ataca apenas de frente; prefere se infiltrar silenciosamente.


Levanta falsos mestres, promove a imoralidade, a perversão e a vaidade. Seu objetivo é abrir brechas na Igreja, esfriar o amor pela verdade e neutralizar a força do povo de Deus.

Quanto mais pura é a mulher, mais profundo é o sofrimento causado pela calúnia; a mentira fere onde a integridade mais resplandece."

Deus coloca pessoas no nosso caminho
que nos direcionam até mais
que nossos próprios parentes.


Não foi coincidência.
Foi cuidado de Deus.


Sem a vida delas,
muitos de nós estaríamos sem rumo.


Honre quem te guiou.

Não incomode mais o Mestre."
As maiores tentações nem sempre chegam em forma de pecado.
Às vezes, chegam em forma de conselho.
Não ouça a voz que tenta interromper o seu encontro com Jesus.

CONVERSE MENOS com os HOMENS.
DIALOGUE MAIS com DEUS.
MANTENHA DISTÂNCIA do MUNDO.
APRENDA A OUVIR sua ESPOSA.


#FamiliaSaudavel

Busque menos a aprovação dos homens.
Dialogue mais com Deus.
Não se deixe levar pelo mundo.
Aprenda a ouvir sua esposa.


#boanoite

NÃO EXISTE TECNOLOGIA
MAIS AVANÇADA QUE A
SABEDORIA DE DEUS.

Há mais obediência num cavalo açoitado do que num homem orgulhoso.

Catarse de Fogo Verde

Cessará, cessará o latejamento.
As correntes de espinhos não vão mais rasgar a pele e a carne no calor.
A lâmina não precisará mais cortar o pulso.
E a noite será igualmente o conforto de todos.

Padrões em fluxos,
Ondas de carne,
Os bipedes sem essência.
Tomadas em explosões de descarga.

Retome o frescor depois de desmaiar,
A energia e a cobra-hiena voltará.
Sempre a espreita da coluna de ferro,
Sempre na estação mais próxima.
Tocha, espada e canivete na mão.

Ateie fogo verde e veneno nos demônios do escaldo,
Pois os demônios não suportam o próprio veneno.
Espada desembainhada.

- Ramile Godon

Explosão de Sangue Solar

Não há mais saída. Colapsou.
O alerta da porta de saída pisca em vermelho.
Correr é inútil; ficar é inútil.
Assista ao pôr do sol como quiser,
como e onde quiser,
com o que estiver fazendo.

Minhas artérias explodirão com o grito do sol.
Seus olhos choram sangue.
Minha alma grita, agonizando.
Meu espírito se debate.

Eu peço perdão.
Eu me reconcilio com a vida.
Ela acaba aqui, finalmente.

- Ramile Godon

A complexidade social não elimina a necessidade do Direito; torna ainda mais indispensável sua capacidade de estabilizar expectativas sem paralisar a transformação.

"Hoje é só um dia comum, até virar a lembrança que você mais quer de volta."

Criaturas inventaram um modo capitalista que, quanto mais trabalha-se para Deus, parece que menos Deus trabalha para ti.


Enquanto os presentes básicos de Deus forem comercializados pela matrix, Deus continuará parecendo o pix.

A inteligência artificial exige mais do que eficiência técnica: exige responsabilidade jurídica por suas consequências humanas e institucionais.

⁠Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar nem suas alegrias.


Porque a Felicidade, quando encontra acolhimento, deixa de ser apenas uma experiência individual e se transforma em comunhão; enquanto a Tristeza, quando não encontra sequer um ouvido disponível, corre o risco de se tornar uma espécie de exílio dentro de si mesmo.


Há uma profunda contradição na existência humana: vivemos cercados de pessoas, conectados por tantas redes, atravessados por inúmeras possibilidades de comunicação e, ainda assim, não são poucos os que experimentam a solidão de não ter com quem dividir aquilo que verdadeiramente lhes acontece.


A sociedade nos ensinou a exibir conquistas, fotografar sorrisos, anunciar vitórias e transformar alegrias em espetáculos públicos.


Entretanto, pouco nos ensinou sobre a delicadeza de acolher as dores alheias.


Parece haver quase sempre plateia para o sucesso, mas nem sempre companhia para o sofrimento.


Muitos querem participar da celebração, poucos se dispõem a permanecer quando a música termina.


E talvez seja justamente aí que se revele a qualidade mais profunda dos nossos vínculos: não na quantidade de pessoas que aplaudem nossas chegadas, mas na existência daqueles que não abandonam nossas partidas; não em quem deseja conhecer nossas conquistas, mas em quem também suporta conhecer nossas fragilidades.


Filosoficamente, talvez a maior pobreza humana não seja a ausência de posses, mas a impossibilidade de atribuir sentido ao que sentimos na presença de alguém.


Afinal, compartilhar não significa simplesmente repartir acontecimentos; significa permitir que outra consciência testemunhe nossa existência, reconheça nossas contradições e nos devolva, pelo afeto, a certeza de que não estamos inteiramente sós.


E há uma tristeza ainda muito mais silenciosa: aquela de quem já não consegue compartilhar sequer as próprias alegrias.


Não necessariamente porque lhe faltem motivos para sorrir, mas porque lhe faltam pessoas com quem o sorriso possa ser espontâneo, verdadeiro e desinteressado.


É quando a felicidade se torna uma notícia sem destinatário, uma celebração sem testemunhas, uma primavera que não encontra ninguém com quem dividir suas flores.


Por isso, não confundamos popularidade com pertencimento, presença com companhia, nem proximidade física com intimidade.


Há pessoas que frequentam nossos dias, mas desconhecem nossas noites.


E há outras que, mesmo distantes, possuem a extraordinária capacidade de nos fazer sentir acompanhados.


No fundo, talvez viver seja também encontrar alguém diante de quem não precisemos editar nossos sentimentos: alguém com quem possamos chorar sem constrangimento, sorrir sem justificativas, silenciar sem desconforto e existir sem a obrigação permanente de parecer fortes.


Porque a verdadeira riqueza dos relacionamentos não está apenas em encontrar quem celebre nossa felicidade, mas em encontrar quem nos permita atravessar a tristeza sem que precisemos escondê-la.


Que nunca nos faltem pessoas com quem repartir o peso das lágrimas, mas que também nunca nos faltem aquelas com quem multiplicar a leveza dos sorrisos.


Afinal, existem alegrias que só se completam quando compartilhadas e tristezas que começam a diminuir simplesmente porque alguém se dispõe a escutá-las.


Talvez a forma mais bonita de felicidade seja esta: ter alguém com quem a vida possa ser inteira — sem precisar esconder os dias de sol, nem disfarçar as noites de tempestade.

No Barril de Cerâmica
William Contraponto


É mais livre quem desapega,
para dizer o que pensa.
No palácio o pensamento se vende,
no barril de cerâmica não se rende.


A cidade adora coroas,
mas teme quem anda descalço.
O luxo brilha e apodrece,
a verdade mora no espaço escasso.


Quem tudo possui, é possuído,
quem nada tem, respira inteiro.
O ouro pesa mais que a alma,
e o desejo é um cativeiro.


O sábio dorme entre pedras,
mas sonha com clareza.
O tolo repousa em seda,
e acorda sem certeza.


É mais livre quem se basta,
quem não precisa fingir grandeza.
Entre o trono e o chão da praça,
fico com a nudez da natureza.