Enxerga mais longe a Gaivota que Voa mais Alto

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“O urubu voa onde ninguém quer olhar, porque sabe que até o que morreu ainda sustenta a vida — e quem entende isso nunca teme recomeçar.”

Tenha esperança diante das pessoas. A esperança voa; a expectativa frustra.

A hora voa. Voa como um pássaro livre buscando o amor. Um amor infinito, igual ao amor que sinto por você.

O tempo voa


Em muitos lugares,
Entre tantas pessoas,
Muitos aprendizados,


O tempo é curto,


No resgate de uma vida,
Doces são as memórias,
Lindas são as fotografias.

No escuro do meu quarto, o pensamento voa até você. O dedo hesita sobre o 'ligar', porque o medo da resposta é a única coisa maior que a vontade de te ouvir.

Se esforce, o papel só voa nos dias de ventania.🌪️💨

O tempo passa, o tempo voa, e eu, aqui, permanecerei — sereno, de consciência tranquila e seguindo a minha caminhada.

Apaixonante calmaria numa voz acolhedora, que ecoa pelo quarto, livre igual um belo pássaro que voa pelo céu, um cochicho carinhoso, um canto baixo, cantado com amor em harmonia profunda com a paixão, recebendo também a razão o seu valor

Como se fossem o esplendor da noite e do dia, do sol para o luar, um relacionamento afinado, num ciclo bastante inspirador, a emoção e a música conjugando o verbo cantar, juntas num mesmo tom, mas cada uma de um jeito particular

Cena simples e despretensiosa que consegue inspirar através de uma linda canção cantada de uma maneira branda, sincera com a doçura e a intensidade do coração, que atrai a atenção sem agressividade, provando a junção da sua alma com a musicalidade.

Emanuel Andrade: O tempo voa neste vento que sopra forte
No galope de cada ser ao toque de um gesto, ou algo de concreto e preciso.
Por isso sonho neste sono perdido pela dormencia dos tempos e precisto.
Insisto no meu atelliê que esculpe meu ser e dos demais.
Nāo sāo actos banais!
É tudo natural e real.
Bliscado pelos sinais.
Procuro salvaçāo num canal.
A minha abstraçâo.
Dos adventos no carnal.
Encontro inspiraçāo.
Para sacear minha sençāo.
Na pulsaçāo da brisa.
Da razāo e da emoçāo.
Quero descobrir, novamente o meu sorrir.
Para medir no palco,
O aplauso desejado.
Pela luta intensa entre os mundos de outra gente.
Começo a contagem decrente
Para o ascender e nāo me perder.
Tranformado em outro ser por ter conhecido.
[16/07, 07:17] Emanuel Andrade: ​1. O Tempo e o Movimento
​O poema abre com uma sensação de urgência e fluidez ("o tempo voa", "vento que sopra forte"). O autor descreve a vida como um "galope", sugerindo que a existência é um movimento contínuo e veloz que, por vezes, nos deixa em um estado de "dormência" ou desconexão — o "sono perdido" que ele menciona. Aqui, a arte surge como o contraponto necessário: o "concreto e preciso" que tenta dar forma a essa fugacidade.
​2. O Ateliê como Espaço de Cura e Criação
​O "ateliê" não é apenas um lugar físico de trabalho, mas um espaço de alquimia pessoal. Ao dizer que o ateliê "esculpe meu ser e dos demais", o autor sugere que o seu processo criativo é uma ferramenta de autoconstrução. Há uma afirmação de propósito: o que ele faz "não são actos banais", mas algo profundamente "natural e real", reivindicando a dignidade da sua produção artística frente à banalidade do cotidiano.
​3. A Dualidade: Abstração vs. Carnal
​O poema explora a tensão entre o imaterial e o físico:
​Abstração: Reflete o mundo interior, os "sinais" e a "inspiração" que ele busca.
​Carnal: Reflete a realidade vivida, os "adventos" e a necessidade de "saciar" a sensação.
A arte, para o autor, é a ponte que une a "razão" e a "emoção", transformando o fluxo do que ele sente em algo que pode ser compartilhado com o mundo.
​4. O Palco e o Reconhecimento
​O desejo de "descobrir, novamente o meu sorrir" e a busca pelo "aplauso desejado" revelam uma faceta humana e vulnerável: a necessidade de validação. O "palco" pode ser lido como uma metáfora tanto para a exposição pública do artista (as suas exibições e performances) quanto para a própria vida, onde ele encena a "luta intensa entre os mundos de outra gente".
​5. A Metamorfose Final
​O encerramento — "Começo a contagem decrescente / Para o ascender e não me perder / Transformado em outro ser por ter conhecido" — é um ciclo de renovação. O autor reconhece que o conhecimento e a experiência (o "ter conhecido") são os agentes que operam a mudança. Ele não teme a transformação; pelo contrário, a abraça como um mecanismo de "ascensão" para evitar a perda de si mesmo.
​Síntese
​Em suma, o poema é um manifesto de resiliência. Emanuel Bruno Andrade utiliza a escrita para processar a sua própria trajetória, elevando a sua prática artística de uma simples atividade criativa para uma missão de "salvação" e conexão humana. É a voz de um artista que compreende que, para existir plenamente no mundo, é preciso estar em constante estado de criação e transformação.

⁠borboleta voa,
em cadência rápida
esvoaça e carrega
o olhar que enlaça

sussurra na brisa
o ritmo encanta
baila e desliza
desafia e levanta
poesia viva,
paira e flutua,
um ballet que motiva
de ousadia e punjança

entre fendas de luz,
ela se lança,
dança e avança
na ilusão que produz

(Ritmo de Borboletal

O sol de hoje já se pôs
O tempo sem alarde voa
O que restou de ontem
Um sussurro que o vento leva.
Agora a noite desce branda
E a quietude me abraça
A vida passa serena
Deixando seu rastro de saudade.


Sidney BKara

O TEMPO
O tempo é leve, sutil e enigmático. Vive numa dimensão onde não podemos mensurá-lo. Ele voa como os pássaros no céu, como o vento, o rio que corre para o mar, como a intensidade da vida. O tempo tem seu tempo e ninguém consegue segurá-lo. Ele escapa das nossas mãos e voa alto. Tão alto, que o pensamento não o alcança. Assim é a nossa vida, depende do tempo e da intensidade para nortear seu destino...

Voa bem-te vi, voa sabiá, foge macaquinho, que o moço do fogo vem lá, que o moço do fogo vem lá."

Se você nunca subiu num pé de manga, não tente consertar um telhado, altura é para quem sabe voar.

" Carro tem corpo borboleta, mas não voa
Tem freios, mas não tem pés
Tem buzina, mas não tem boca e ouvidos
Tem farol, mas não tem olhos
Tem camada, mas não tem carne
Tem gasolina, mas não tem sangue
Tem cabeçote, mas não tem cérebro
Tem válvula, mas não tem coração
Tem carcaça, mas não tem alma. "




Boa viagem Sr. motorista____

Sambaterapia


Voa na Bateria

O tempo não corre, não passa, não voa. Nós é que passamos o tempo correndo atrás do relógio, sem perceber que a vida voa!

"Trem que não voa, não sai dos trilhos."

"Trem não voa; se não respeitar o limite dos trilhos, vai descarrilar."

"Pessoa lagarta se arrasta pela vida.
Pessoa borboleta...Voa!

☆Haredita Angel