Entre Tantas Pessoas

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A maior parte das pessoas seriam bem sucedidas em coisas pequenas se não estivessem tão preocupadas com grandes ambições.

Quem não sabe nada, seja ele senhor ou príncipe, deve ser incluído no número das pessoas vulgares.

Se você consegue sinceramente gostar das pessoas, é difícil para elas resistir em gostar de você em retorno.

Conservadores não são necessariamente estúpidos, mas a maioria das pessoas estúpidas são conservadoras.

Não tentes curar o mal com o mal. Muitas pessoas preferem a medida justa à justiça rigorosa.

Líderes não forçam pessoas a os seguir – eles as convidam para uma jornada.

Você perde um monte de tempo odiando as pessoas.

Se tens conhecimento, deixa que as outras pessoas acendam as suas velas na tua.

Ao receberem e darem os seus pensamentos, as pessoas comunicam entre si como nos beijos e abraços; quem recolhe um pensamento não recebe alguma coisa, mas alguém.

Você recebe o melhor das pessoas quando dá o melhor de si.

A própria pobreza torna orgulhosas as pessoas que não a merecem.

As pessoas são mais facilmente derrotadas por êxitos baratos e vitoriosos do que pela adversidade.

A ciência tira a sabedoria das pessoas e costuma convertê-las em fantasmas carregados de conhecimentos.

As pessoas tendem a procurar por informações que confirmem suas crenças e a rejeitar informaçoes que as contradigam.

E depois isso passa. Depois te esqueço. Como já esqueci tantas vezes. E você não é mais ninguém como de fato já não é há muito tempo.

Há uma bússola localizada bem ao lado esquerdo do meu peito. E apesar de tantas buscas, encontros e desencontros; corajosamente, sigo. Combinei comigo não deixar de acreditar...

Não tenho medo de morrer; tenho pena, porque são tantas as ideias para realizar.

É muito bom finalmente me dar essa segunda chance, depois de ter dado tantas pra quem nem valia à pena.

É uma dor tão recorrente na vida de tantas mulheres e tantos homens, é assunto tão reprisado em revistas, é um sofrimento tão clássico e narrado em livros e filmes e canções, que mesmo que eu não lembrasse, lembrariam por mim. É uma dor que se externa. Uma dor que se chora, que se berra, que se reclama. Uma dor que tentamos compreender em voz alta, uma dor que levamos para os consultórios dos analistas, uma dor que carregamos para mesas de bar, e que vem junto também para a solidão da nossa cama, para o escuro do quarto, onde permitimos que ela transborde sem domínio e sem verbo. A dor massacrante do abandono, da falta de telefonemas, da falta de beijos, da falta de confidências. No entanto, perde-se o homem, perde-se a mulher, mas o amor ainda está ali, mesmo sendo o deflagrador do vazio. Por estranho que pareça, há uma sensação de pertencimento, algo ainda está conosco. A saudade é uma presença.
Então vem a etapa seguinte.
Essa não é tão divulgada, tem-se por ela mais respeito e menos informação, pois é vivida em silêncio. O que acontece é que tem uma hora em que ninguém mais aguenta ouvir a gente entoar nossa sina, lamentar nossa má sorte, procurar explicações sem fim. É quando a gente se dá conta de que já abusou da paciência dos amigos, dos familiares, e cala. Sofrimento cansa. Não só cansa aquele que sofre, mas cansa aqueles que o assistem.

Tantas formas revestes, e nenhuma
Me satisfaz!
Vens às vezes no amor, e quase te acredito.
Mas todo o amor é um grito
Desesperado
Que apenas ouve o eco...

Miguel Torga
TORGA, M., Penas do Purgatório, 1954

Nota: Trecho do poema "Esperança"

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