Entenda como Quiser So Nao me Julgue

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Bom dia! Que nosso dia seja protegido de tudo aquilo que não enxergamos, mas que sentimos como energias densas. Amém!

Deus teria deixado um manual. A Bíblia. Não como um livro de frases motivacionais ou promessas fáceis, mas como um mapa de funcionamento da condição humana. Um texto que expõe padrões, consequências, limites. Um manual que muita gente carrega sem ler e muita gente lê sem aplicar. E, segundo essa lógica, Deus ainda teria feito algo mais radical. Entrou no próprio jogo. Vestiu um corpo humano. Experimentou fome, cansaço, rejeição, medo. E jogou diante de todos. Esse humano foi Jesus.


Isso muda a leitura da existência. Porque se o próprio criador entrou no jogo e também teve um fim, então o fim não é falha do sistema. É parte dele. O problema não é morrer. O problema é viver como se não fosse morrer. O problema é adiar decisões essenciais achando que haverá tempo. O problema é gastar energia tentando construir uma imagem eterna dentro de um corpo provisório.


Você, homem ou mulher, não escapa dessa matemática. Não importa o quanto produza, o quanto acumule, o quanto seja amado ou odiado. O seu tempo aqui é finito. E isso não deveria gerar desespero, mas foco. A clareza de que cada dia é uma página que não volta a ficar em branco. Você escreve com ação ou com ausência. Ambos contam.


Quando você entende que ninguém além de um círculo muito restrito lembrará de você, algo interessante acontece. A necessidade de provar valor para o mundo começa a perder força. A pergunta muda. Deixa de ser como serei lembrado e passa a ser como estou vivendo agora. Não para aplauso futuro, mas para coerência presente.


Jesus não construiu legado no sentido comum. Ele não trabalhou para ser lembrado. Ele viveu aquilo que acreditava ser verdadeiro, mesmo sabendo que isso o levaria ao fim. E talvez seja aí que esteja o ponto mais desconfortável da história. A ideia de que o sentido não está em durar, mas em alinhar. Não está em permanecer, mas em atravessar com integridade.


Você vive em uma época obcecada por visibilidade. Likes, registros, arquivos, perfis. Tudo precisa ser documentado, compartilhado, validado. Como se o esquecimento fosse a maior tragédia possível. Mas o esquecimento é o destino padrão. O esforço para ser lembrado muitas vezes serve apenas para evitar a pergunta mais incômoda. Estou vivendo de acordo com aquilo que digo acreditar?


O fim chega para todos. Para o anônimo e para o reverenciado. Para o justo e para o injusto. Para quem construiu impérios e para quem mal conseguiu sobreviver. A diferença não está no fim, mas no percurso. E não no percurso externo, mas no interno. No modo como você lida com o tempo que recebeu.


Se Deus criou o jogo, o manual não promete vitória fácil. Promete sentido. Promete direção. Promete que viver com consciência custa, mas viver sem ela custa mais. Jesus não escapou do fim. Ele atravessou o fim. E isso redefine o valor da sua própria travessia.


Você não controla quanto tempo tem. Controla apenas como ocupa o tempo que passa. E isso não exige heroísmo histórico. Exige lucidez cotidiana. Exige parar de viver como se tudo fosse ensaio. Não é. É ato único. Sem replay.


Quando você entende que até o perfeito teve um final, você para de exigir eternidade de si mesmo. Para de adiar vida em nome de uma promessa futura que talvez nunca chegue. Começa a viver com mais presença, menos ilusão, menos teatro.


O fim chega para todos. E justamente por isso, cada escolha importa mais do que parece.

Entre o Sim e o Não

Quando o “não” chega ás nossas vidas, como anunciá-lo ao coração e fazê-lo compreender? Como explicar a quem sempre teve o “sim”, nas mãos que, às vezes, o não é a única opção.

como não se sentir culpado se a culpa parece ter criado raízes dentro de você, como se cada pensamento carregasse um peso, como se existir já fosse, por si só, um erro difícil de justificar… como não erguer muralhas se toda vez que você tentou abrir o peito, algo te atravessou, algo ficou, algo que te ensinou que sentir demais custa caro demais, e então você levanta paredes, não porque quer se afastar, mas porque já não sabe mais como não se proteger… e como conviver com esse vazio, esse espaço oco que não importa o que você faça, não preenche, um silêncio interno que grita, que ecoa, que te lembra o tempo todo que falta algo, ou pior, que talvez falte você mesmo dentro de você… esse sentimento de ser um peso, de ocupar espaço demais e ao mesmo tempo não significar o suficiente, de olhar ao redor e achar que tudo funcionaria melhor se você fosse menos, falasse menos, sentisse menos… existisse menos… de não ser o suficiente, nunca, como se você estivesse sempre devendo algo que nem sabe o que é, como se todo esforço chegasse atrasado, incompleto, falho… de mais atrapalhar do que ajudar, como se sua presença fosse um erro em andamento, como se, por mais que tente, tudo que você toca carregasse um pouco do seu caos junto… de querer amar profundamente, mas nunca conseguir se sentir amado de volta, como se existisse um bloqueio invisível, como se o amor até chegasse perto, mas nunca conseguisse entrar, ou pior, como se você não soubesse mais reconhecer quando ele está ali… e então fica essa contradição sufocante: um coração que ainda quer dar tudo, preso dentro de alguém que já não acredita que merece receber… como viver com um coração quebrado, quando cada batida parece irregular, cansada, sem direção, quando amar virou dor, lembrar virou dor, existir virou dor… e uma mente perdida, que não descansa, que não silencia, que te leva sempre pro mesmo lugar escuro, um labirinto onde cada saída parece falsa, onde cada esperança dura pouco demais… e no meio disso tudo você ainda está aqui, e isso não parece vitória, não parece força, não parece nada além de cansaço…

[Doce Prazer da Queda Livre]


a felicidade
não é real,


bem como
todos os outros
sentimentos
e emoções.


ela é apenas
uma percepção
criada por nossa mente,


através de um coquetel
hormonal
e uma poderosa dose
de neurotransmissores,


que ludibriam
nossa consciência,
nossas memórias
e projeções.


nada além de bioquímica.


mas apesar da física
ser impiedosa,
nem todo corpo
respeita a gravidade.


e te digo outra coisa,
é absolutamente fabuloso
estar entorpecido.


ainda que provavelmente,
estejamos equivocados.


10/04/23
Michel F.M.

*É como eu te disse, dias nublados existem porém as estrelas nao perdem seu brilho por conta disso.
Voce nasceu estrela e brilhará por onde vc passar e estender as estacas.
Te amo @⁨🌵Maisa Guanabara⁩
Sucesso sempre.

Te olhar de longe não é fácil; é como ficar tentando enxergar o sol, e não poder te ver.

O amor não faz barulho, é como uma brisa do mar; bonito como um céu estrelado, bonito como o luar.

Eu não entendo como um amor começa, mas hoje compreendo, como ele se eterniza.

Hoje acordei, e o Diabo, sentado aos pés da minha cama, disse-me:
“Ama — como quem já não tem tempo.
O inferno não é a ausência de amor,
mas lembrar que podias amar e não quiseste.
Nem Deus te salva do que deixaste de viver.”

⁠Nossa beleza não está nos cabelos! A Unção está dentro de nós! E a Palavra em nossas línguas como fogo!

Ao cabo de muito refletir sobre a justiça das coisas, não chego a compreender como é que uns ainda no ventre da mãe estão destinados a serem felizes por toda a vida, ao passo que outros são atirados para a roda e só conhecem tribulações durante todo o tempo que se demoram por este mundo de Cristo! E, entretanto, a vida é isto, e às vezes até qualquer imbecil é protegido pela sorte.

Amo a temática, a poesia retratada em pintura onde o óbvio não é objetivo, a metáfora como impressão digital por cerdas distintas, expressivas e profundas, que convidam a comunicação com a alma pelo cristal de nossos olhos

Como você está? Essa pergunta parece com um peso, não é?
Eu entendo, a resposta "Estou bem" muitas vezes esconde mais do que revela.

Tenha paciência. Não como fuga dos desafios, mas como contemplação do momento.

Sua coragem não o tornará imune à sanha dos covardes: estes apenas mudarão de tática. Mas como os dois lados nunca usam as mesmas armas, a coragem precisará ser redobrada e a vigilância também.

⁠**Quem me ver não sabem quem sou.
E quem sabe quem sou também não me ver.

Como também o que eu falo ninguém escreve,
Como também o que eu escrevo ninguém fala.
Sou pesadelo de quem nunca viu.
Mas sou um sonho de quem ver.
Ontem teve mil,
E hoje mil não tem.
Sem eiras e beiras

Se perdoar é como acender uma luz suave dentro de si.
Não é esquecer o que doeu,
mas entender que a dor não precisa ser eterna.

Me ajude nas minhas fraquezas
Não sei como devo pedir
Espírito Santo, vem interceder por mim
Todas as coisas cooperam pra o bem
Daqueles que amam a Ti
Espírito Santo, vem orar por mim Eyshila

Há um instante em que o olhar se recolhe e as cortinas se fecham, não como fim, mas como pausa — a lente descansa do excesso, aprende a não capturar a dor que insiste, e no silêncio desse apagar de luz, nasce a coragem de escolher: ou se acende de novo por dentro, ou se aceita, com dignidade, que até desistir também pode ser um gesto de lucidez.