Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Confiança é como gravidez: não existe “meia confiança”. Sempre que precisamos avaliar previamente um resultado a ser produzido por outrem, invariavelmente a confiança já não se faz presente. A culpa será do outro, certamente, quando seu histórico nos aponta para o motivo; mas quando não existe tal fato gerador, claro está que o problema se deve a nossa própria insegurança. Isso irá requerer uma auto-análise sobre a natureza do poder que desejamos exercer sobre o que nos cerca. E se houver uma intenção real de entendê-lo, pode ser que descubramos que tudo não passa de arrogância, necessidade de dominação ou, no mínimo, soberba disfarçada de “gestão participativa”.
Como posso lhe ensinar se nada sei? Não passo de alguém que repete para a própria alma o que precisa vê-la acreditando para ter minimizada a covarde descrença e incutir-lhe a coragem de um aprendiz insaciável.
Esses dias me chamaram de bom criador de conteúdo.
Mas, pra ser sincero, eu não me vejo como criador de nada, muito menos de conteúdo.
Se tivesse que escolher um nome, talvez “destruidor de conteúdo” me caísse melhor.
Eu gosto é de desmontar, de rasgar até o osso pra entender como as coisas respiram.
Sempre fui mais curioso com os processos do que com os resultados.
Quando criança, minha obsessão era quebrar eletrônicos.
Desmontava até o fim, sem motivo algum.
Era só o fascínio de ver onde cada coisa se encaixa.
E foi assim que acabei virando artista.
Não me importo com a obra pronta, nem com elogios.
O que me move é falar do caminho, do que aconteceu até chegar lá.
A arte nunca termina, nunca repousa.
A beleza está no processo, na descoberta, na criação que sangra e não para.
Isso é infinitamente mais profundo que qualquer obra finalizada.
E eu não crio conteúdo, apenas tenho conteúdo de mais pra compartilhar.
Como não te amar.
Nos momentos de turbulência, foi você quem esteve ao meu lado.
Quando caí, foste tu quem me levantou.
E quando as lágrimas da dor escorriam no silêncio da noite,
foi tua mão que as enxugou, tua presença que me sustentou.
Como não te amar,
se em cada queda, em cada pranto,
você foi abrigo, foi força, foi amor.
você quer saber por que as religiões não enfatizam que o Criador habita dentro de nós, como luz interior, e que, com essa consciência, a pessoa não precisaria de uma religião organizada para se conectar a Deus.
Dizem que recordar é viver, mas viver apenas de recordações não é vida. O passado é como uma história contada muitas vezes, cada uma com versões diferentes. Não há o que se prender às lembranças, pois a vida acontece no presente.
Como posso te ajudar neste círculo de rotação, onde não existe opinião própria? A decisão é tua, e o caminho se abre para muitas paisagens. Decide agora, antes que a emoção esqueça a trilha da felicidade.
Conheça os passos vividos olhando os passos vividos lá atrás, não a como mudar o ontem seja o melhor hoje.
Tem situações vividas que não há como esquecer a sena vivida, a aqueles que o ajudou no momento que mais precisou segurou contigo a parada, a também aqueles que não deu o luxo de estar ao teu lado.
Não há como esconder o sol, a lua e a verdade. O clima pode mudar, a situação pode estar contra, mas o sol brilha, a lua brilha e a verdade sempre será revelada.
Eu me vi como um lobo solitário feroz, a ponto de não dividir o orgulho. A vaidade compromete outro caçador. Mesmo um lobo feroz é melhor do que eu, pois ele está sempre disponível para a matilha em prol da vida.
Essa reflexão nos convida a contemplar o céu não apenas como um lugar físico futuro, mas como a verdadeira habitação espiritual que desejamos: estar em comunhão eterna com Deus. O ponto central é que, embora o céu seja o destino final de paz e morada, Deus já habita em nós, pois somos o Seu templo. Assim, viver com Deus não é apenas uma esperança distante, mas uma realidade presente que nos convida a cultivar essa paz interior e espiritual enquanto caminhamos na vida.Essa ideia nos inspira a valorizar a presença divina em nosso ser e a reconhecer que o céu, como um estado de paz plena com Deus, já é acessível por meio da fé e da conexão espiritual. Portanto, nosso verdadeiro lar celestial começa aqui e agora, na intimidade com Deus que habita em nós.
Como pode alguém, diante do mar, sentir sede — há tanta água não pode beber. Assim é o ser humano: cercado de possibilidades, mas impedido de saciar o que mais deseja.
Ninguém pode trilhar o caminho de quem não deseja andar. Se você não fizer o bem por si, como pode ser justo com o próximo.
Você não faz ideia do que é. E isso é exatamente como deve ser. Não é para se ter ideia — porque o que não é ideia, permanece fora do alcance da compreensão. É uma ausência que se disfarça de conceito, uma sombra que se projeta sobre o pensamento sem jamais se revelar. Aquilo que não é ideia continuará sendo apenas uma ideia — uma ideia que não sabe o que é, que não se reconhece, que existe apenas como possibilidade, como ruído no fundo da consciência. É uma ideia sem ideia de si mesma, e talvez por isso, a mais pura de todas...
Não tenho nada a te dizer,
assim como nada há em ti que eu queira ouvir.
Entre nós, o silêncio pesa mais
do que qualquer palavra que ousou existir.
Não há afeto, nem ternura,
nem sequer o vestígio de uma paixão.
O que resta é um espaço deserto,
um quarto esquecido, onde a emoção
apagou a luz e deixou a porta entreaberta.
E nesse vão,
o que antes foi esperança virou pó,
e o que poderia ser carinho amor
transformou-se em distância,
cravada no peito como ausência.
Há uma alegria silenciosa em não ter nada, e ainda assim sentir como se tivesse tudo. É como se o vazio fosse preenchido por uma abundância invisível, onde a ausência se transforma em presença e a falta se revela como
Quando nada nos pertence, descobrimos que tudo nos envolve, a paz, o instante, o sopro da vida.
-A vantagem de não possuir é perceber que o essencial já nos habita, mesmo sem forma ou objeto.
Na ausência de tudo, há um espaço aberto onde o universo é tudo.
Você não lembra, vou te lembrar.
Havia um amor que queimava como chama, iluminando noites frias e silêncios profundos.
Mas o tempo, cruel e inevitável, levou consigo aquilo que parecia eterno.
Aquele amor já não existe.
Partiu sem esperar um adeus, sem pedir licença, sem deixar sequer um último olhar.
Foi embora como o vento que se perde no horizonte, deixando apenas o eco da saudade.
E eu fiquei aqui, entre lembranças e ausências, tentando costurar com palavras o vazio que ficou.
O coração ainda insiste em procurar vestígios, mas tudo o que encontra são sombras de um passado que não volta.
Você não lembra, mas eu carrego cada detalhe.
O sorriso que se apagou, o abraço que não se repetiu, o silêncio que se tornou definitivo.
E nesse silêncio, aprendi que alguns amores não morrem — apenas se transformam em memória.
Ler sobre carros e direção defensiva não te ensina a dirigir, assim como assistir o êxito alheio não te faz vencedor. Dirija sua vida, escreva sua história e seja protagonista das suas conquistas e vitórias.
Insta: @elidajeronimo
Você não entrou na minha vida. Você sempre esteve lá, como uma memória do futuro que meu coração insistia em esperar...
--- Risomar Silva ---
