Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Gosto de grave como tambem de agudo, gosto que grite mais tambem de um sussuro. Mais não gosto que xingue como também não finja; Não quero que brigue, apenas corrija o que lhe foi aqui esclarecido.
Amar como se fosse a primeira ou a última vez.
Amar como se não fosse nem a primeira nem a última vez.
Amar como se fosse a vez do meio.
Queria ser como você, que ignora, fica nao se apega, trata tudo como uma brincadeira, não fala o que sente. Queria mesmo de verdade. Mais não eu não sou assim, sou transparente, meio psicótica, verdadeira. Desmonstro o que estou sentindo , sendo correspondida ou não. Você poderia ser chamado de homem de ferro, é o que parece!
Mais no fundo pode-se chamar de manteiga derretida, porque muitas vezes quer me ligar, quer me ver, mais se importa com o que vão pensar de você! Se vai se passar de bobo apaixonado ou de pateta . Ou no fundo tem medo! de se apegar, de gostar, de querer pra você ou até da mulher de verdade que eu sou.Porque homem de mentira tem medo da mulher de verdade. Sabe as pessoas pode falar, pode fofocar, podem dizer o que quiser. O importante é eu saber o que estou fazendo o melhor pra mim, o que me faz me sentir bem . Por isso muitas vezes sou assim doida, exaltada, imperfeita. Porque isso me faz feliz! sei que isso vai fazer bem pra mim, colocar pra fora tudo o que está sentindo e bem melhor, do que ficar corroendo aquilo por dentro, e não saber de respostas. As vezes tenho respostas negativas, mais o importante é que é que eu tentei, dei a cara pra bater, me joguei. Ao final desse texto eu chegue a uma conclusão mais clara. Talvez eu seja CORAJOSA demais e você MEDROSO demais.
Não, não rasgue a página... Pois ela, como muitas outras, compõe o livro de sua vida, e por alguma lógica ali foi inserida. Simplesmente vire-a, e ela se juntará a tantas outras páginas viradas, que fazem parte da memória de tudo o que você já viveu.
Assim, se um dia o tempo provocar suas lembranças, cada página folheada será testemunha viva das histórias que compõem a sua vida, e da intensidade com que foi usufruída. Afinal, se a vida é feita de lembranças, nós somos tudo aquilo que intensamente foi experimentado ou vivido.
E quando uma coisa não acontecer como o planejado, não se preocupe. Se for pra acontecer, nem que seja daqui a dez anos, com certeza essa tal coisa voltará.
Estou me sentindo estranha, é como se faltasse algo, eu não estou sabendo combinar as palavras, meus pensamentos estão confusos, eu não sei se devo caminhar ou ficar parada. E eu queria alguém que me dissesse o que devo fazer, alguém que eu possa contar, alguém que nunca me deixe. Eu tento não pensar nisso, afinal eu gosto de estar aqui no meu quarto escuro, eu me sinto bem, nunca fui o tipo de pessoa que gostasse da companhia de alguém, eu odeio que as pessoas me vejam sofrendo. Eu odeio que tenham pena de mim, é como se eu implorasse pela misericórdia delas, mas não é assim, eu sei que não preciso de ninguém, mas esse coração quer ter alguém, que coração idiota. Eu me sinto vazia, eu não sinto nada, por ninguém, nem consideração, nem amor, nem pena, talvez ódio, quem sabe... eu não sei nem se sou capaz de odiar alguém.
Eu ignoro pra não sofrer, mas como me conheço bem, sei que depois quando ele vai embora, eu sempre acabo me arrependendo de não ter vivido o momento.
Toma o meu coração como prova do meu amor por vc.
Cuidado para não machucá-lo pois vc está dentro dele.
Eu me perguntava, constantemente, como seria quando eu encontrasse alguém como você?
Eu não sabia de que maneira os ventos te trariam, mas eu saberia que era você.
As pessoas costumam pensar que quando se afastam, perdem o valor pra mim. Não têm ideia de como fazem falta.
Sou como uma criança mimada e pirracenta, quando quero uma coisa bato o pé e não paro enquanto não consigo, Mas também quando me canso desta e cismo em buscar outra coisa... Sai de baixo.
Como é incômoda esta gente que tem mania de julgamentos. Sei não, sempre fui um pouco fechado, àspero, errado, tão eu, tão meu, mas desde sempre compreendi que cada um tem um pecado em si. Um dia tu também vais compreender que todo mundo é um pouco assim, meio aspero, meio-amargo, chato. Que ninguém é de ferro, bonito por perto. Ninguém tem sempre o cheiro de flores, todos erramos nos gestos, nas falas, nas cartas, nos versos. Um dia, tu e eu vamos notar e entender que somos apenas humanos, como é triste esta coisa de julgar, ser julgado. Um dia tu e eu iremos aprender que da vida alheia não se cuida, do sentimento alheio não se menospreza, o coração alheio não se machuca… Que nem tudo é o que parece, que nem tudo que reluz é ouro, que as brincadeiras são cheias de verdades, e as mentiras, são cheias de corações de brincadeira (tão triste esta gente que leva sentimentos alheios na brincadeira, a vida não é feita de sentimentos contados, de fazer o que se quer, o que se gosta, o que se faz), todos nós somos inocentes, todos nós somos culpados desta vida que sempre roda como ciranda de pedra, que nos tira as dores, que nos dá as costas. Tão bom seria esta gente, tão bom seria este dia se as mentiras me doessem menos nos nervos, se eu não fosse tão julgado, se todos estes juízes virassem sapos. Tão bom seria esta vida, se todos, todos nós, ficássemos um pouco mais calados…
Toda ve que penso em você
meu coração dói por não
entender como é possível
amar assim alguem que não
posso ter.
Penso em nós dois e crio
um futuro que não existirá
mas o docê pensamento desse
amor imaginário faz meu coração acalmar.
Trovoadas, furacão, os meus
pensamentos são um vulcão
pronto a despertar e trazer
a tona esse fervilhão de sentimentos
confusos e dispesos.
O que você fez comigo rapaz?
Me tirou a paz, me tomou a razão,
me trouxe de volta a infancia
querendo apenas brincar.
Tepeço perdão pelo que vou
lhe pedir, mas não posso
mais suportar está agonia
de viver a te esperar.
Me deixe, por favor, me deixe
meu bonbomzinho querido. Deixe-me
viver para amar alguem que possa
me amar.
A dor de te esqueçer me trará de
volta a alegria de viver
A maior das gauchadas
Que há na Sagrada Escritura,
- Falo como criatura,
Mas penso que não me engano! -
É aquela, em que o Soberano,
Na sua pressa divina,
Resolveu fazer a china
Da costela do Paisano!
Bendita china gaúcha
Que és a rainha do pampa,
E tens na divina estampa
Um quê de nobre e altivo.
És perfume, és lenitivo
Que nos encanta e suaviza
E num minuto escraviza
O índio mais primitivo!
Fruto selvagem do pago,
Potranquita redomona,
Teus feitiços de madona
Já manearam muito cuera,
E o teu andar de pantera,
Retovado de malícia
Nesta querência patrícia
Fez muito rancho tapera!
Refletem teus olhos negros
Velhas orgias pagãs
E a beleza das manhãs,
Quando no campo clareia...
Até o sol que te bronzeia
Beijando-te a estampa esguia
Faz de ti, prenda bravia
Uma pampeana sereia!
Jamais alguém contestou
O teu cetro de realeza!
E o trono da natureza
É teu, chinoca lindaça...
Pois tu refletes com graça
As fidalgas Açorianas
Charruas e Castelhanas
Vertentes Vivas da Raça!
A mimosa curvatura
Desse teu corpo moreno
É o pago em ponto pequeno
Feito com arte divina,
E o teu colo que se empina
Quando suspiras com ânsia
São dois cerros na distância
Cobertos pela neblina.
Quem não te adora o cabelo
mais negro que o picumã?
E essa boca de romã
Nascida para o afago,
Como que a pedir um trago
Desse licor proibido
Que o índio bebe escondido
Desde a formação do Pago?
Pra mim tu pealaste os anjos
Na armada do teu sorriso,
Fugindo do Paraíso,
Para esta campanha agreste,
E nalgum ritual campestre,
Por força do teu encanto,
Transformaste o pago santo
Num paraíso terrestre!
Parte, e tu verás
Parte, e tu verás
Como as coisas que eram, não são mais
E o amor dos que te esperam
Parece ter ficado para trás
E tudo o que te deram
Se desfaz.
Parte, e tu verás
Como se quedam mudos os que ficam
Como se petrificam
Os adeuses que ficaram a te acenar no cais
E como momento que passaram apenas
Parecem tempos imemoriais.
Parte, e tu verás
Como o que era real, resta impreciso
Como é preciso ir por onde vais
Com razão, sem razão, como é preciso
Que andes por onde estás.
Parte, e tu verás
Como insensivelmente esquecerás
Como a matéria de que é feito o tempo
Se esgarça, se dilui, se liquefaz
E qualquer novo sentimento
Te compraz.
Repara como um novo sofrimento
Te dá paz
Repara como vem o esquecimento
E como o justificas
E como mentes insensivelmente
Porque és, porque estás
Ah, eterno limite do presente
Ah, corpo, cárcere, onde faz
O amor que parte e sente
Saudade, e tenta, mas
Para viver, subitamente, mente
Que já não sabe mais
Vida, o presente; morte, o ausente -
Parte, e tu verás.
Soneto de Tristeza
Eu gosto de você
Como nunca gostei de niguém
Não sei se você gosta de mim também
Mais eu penso você desde o amanhecer
Ela diz que atração
Mais não entende meu coração
Ele está doente, dá e não recebe
E ela não percebe que ele só quer compaixão
Meu coração espedaça por não saber
Se um dia poderá acontecer
Algo entre eu e você
Amanhã ou outro dia
Eu nunca te esqueceria
Pois sem você não sei viver.
