Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Adoro quem pensa como eu, mas amo quem me faz pensar de um jeito que eu não tinha imaginado.
Adoro quem me faz sonhar, mas amo quem me faz viver.
Adoro quem me inspira a escrita, mas amo quem me deixa sem palavras.
Adoro quem me entende, mas amo quem fica ao meu lado mesmo sem me entender.
Adoro quem tem paciência para me ouvir, mas amo quem me escuta quando eu não falo.
Adoro quem faz o que eu quero, mas amo quem faz o que eu nem sabia que queria até ser feito.
Eu choro lágrimas invisíveis, para não mostrar aos outros o meu sofrer e como um palhaço sigo minha lida, sorrindo por fora e chorando por dentro.
Assim como lavamos o corpo deveríamos lavar o destino, mudar de vida como mudamos de roupa — não para salvar a vida, como comemos e dormimos, mas por aquele respeito alheio por nós mesmos, a que propriamente chamamos asseio.
Não me abandone no fim do verão
pois o outono chegará como uma facada
o frio mostrará que estou só na estrada
e vou ter de continuar em meio a solidão.
As vezes as coisas não são como planejamos, mas a vida continua.....
Ah felicidade não dura para Sempre.
Ser feliz, são os momentos bons que passamos com as pessoas que amamos
E nos momentos Ruins, Quando somos consolados.
Estar em harmonia é ter paz no coração.
E respeitar a si mesmo..
Alias ninguem é perfeito!.
O retorno de uma batalha sem vitórias não deve ser encarado apenas como uma derrota e sim em uma nova oportunidade de lutar com uma arma de valor chamada experiência; Esta arma é a ambição de todas as pessoas que buscam um talento escasso chamado de razão!
Não tenho o dom de escrever lindas frases como os poetas,mas tenho o dom de te adorar como nenhum poeta consegue espressar.
Eu sei de tudo que se passa
Nessa sua vida
Eu sei que assim como eu
Você não esta feliz
Eu sei que as vezes pensa
Em mim quando está sozinha
Isso prova que esse amor
Tá criando raiz
Todo caso perde o medo
E curte essa paixão
E entra pela porta da frente
Do meu coração!
Nisto consiste a concentração: Dê o máximo de atenção no que estiver fazendo como se não houvesse outra coisa a fazer.
Você realmente não sabe como é estar no meu lugar. Ninguém nunca saberá como estar no seu lugar. Amor, dor, ódio, orgulho, frases soltas dentro de uma mente. Loucura, paz, bem estar. Palavras repetitivas dentro de uma cabeça. Eu. Olhos perdidos dentro de um ser. Você. Palavras, frases, e olhos perdidos em você. E depois de amor, dor, ódio, orgulho, paz e bem estar só existem sentimentos guardados dentro de mim.
Já está firme como rocha,
Talvez frio como gelo,
E já não se quebra,
E nem se derrete,
Nele contém os sentimentos,
Que já se revelaram,
Mas que hoje estão presos,
Guardados em um cofre.
Assim como não concebia uma felicidade sobre-humana, também não conseguia conceber uma eternidade além da curva dos dias. A felicidade era humana e a eternidade quotidiana. Tudo resumia-se em saber humilhar-se, harmonizar o coração ao ritmo dos dias, em vez de obrigá-los a seguir a curva de nossa esperança.
Da mesma forma que é necessário, em arte, saber parar, pois chega sempre um momento em que uma escultura não deve ser mais tocada, e que, para isso, a vontade da inteligência serve melhor ao artista do que os mais amplos recursos da clarividência, assim também é necessário um mínimo de ininteligência para se conseguir uma existência feliz. E quem não a tiver, tem de conquistá-la.
Mística
Há coisas que não chegam... acontecem. Como a lua quando toca o mar sem jamais perguntar se pode. Há encontros que parecem acaso, mas carregam no silêncio a assinatura de algum mistério antigo. E há olhos que não apenas olham: reconhecem.
Talvez a alma saiba antes do corpo. Talvez o corpo apenas reconheça aquilo que a alma já sabia, antes mesmo que o coração compreendesse o sussurrar do destino.
Eu não temo o que não consigo explicar, mas paraliso o olhar diante do que não sei nomear. Há beleza demais no invisível para exigir do mistério uma certidão de existência, uma prova, todas as garantias.
Prefiro acreditar que algumas portas se abrem sozinhas, que certas presenças chegam na hora exata, como um soprar dos ventos, sem aviso, sem promessa, apenas porque era tempo de chegar. E que algumas histórias já foram escritas em algum lugar onde o tempo não alcança.
Maktub. Estava escrito. Ou talvez apenas esperando o instante certo para ser lido.
Porque há coisas que não se entendem. Sentem-se. Reconhecem-se.
E quando a alma sente, até o silêncio se torna oração e canção.
E talvez seja essa a mais bonita forma de mistério: não saber de onde veio, não saber para onde vai, mas sentir, no mais profundo de si, que aquilo que chegou já nos pertencia antes mesmo de chegar.
Como se devolve aquilo que nunca se recebeu?
Você sabe o que é não ter e, ainda assim, ter que ter para dar? É aprender a esconder a própria fome para repartir o pão. É guardar a dor na gaveta porque alguém precisa encontrar em você um abraço. É enxugar as lágrimas antes que elas caiam, porque há outras lágrimas esperando o seu ombro.
Há dias em que a vida parece nos cobrar exatamente aquilo que nunca nos ofereceu: um amor que nunca nos ensinaram, uma paciência que nunca tiveram conosco, um cuidado que um dia desejamos receber, mas que nunca chegou.
E, então, nasce a pergunta que atravessa a alma: como se devolve aquilo que nunca se recebeu?
Talvez a resposta seja dura. Não se devolve. Porque ninguém pode devolver o que nunca teve.
O que fazemos é diferente. Escolhemos construir. Escolhemos oferecer justamente aquilo que nos fez falta. Não porque transbordamos, mas porque conhecemos a dor da ausência. Quem já caminhou pelo frio sabe o valor de um cobertor. Quem já enfrentou o abandono compreende o peso de uma presença. Quem já implorou por amor aprende, mesmo entre cicatrizes, a semear aquilo que um dia esperou colher.
Mas até a terra mais fértil precisa de chuva.
E há momentos em que é preciso voltar para dentro de si. Habitar a própria casa. Abrir as janelas da alma, tocar as paredes que o tempo ergueu em silêncio e lembrar que também somos lugar de descanso. Porque quem vive oferecendo luz aos outros não pode esquecer de acender a própria.
Talvez seja esse o maior milagre: transformar a ausência em presença, a falta em cuidado e a dor em um amor que, embora nunca tenha sido recebido da forma esperada, escolheu existir.
No fim, talvez não se trate de devolver aquilo que nunca recebemos. Talvez se trate de impedir que a ausência determine quem nos tornaremos. Porque as maiores virtudes, muitas vezes, nascem justamente daquilo que mais nos faltou.
Fragmentos que Ecoam
Há instantes que o tempo não leva.
Eles permanecem, suspensos,
como se aguardassem o toque de um olhar
para voltarem a existir.
Não é sobre a imagem em si.
É sobre quem escolheu parar,
sentir, priorizar e preservar um pedaço do mundo.
Sobre quem decidiu que aquele segundo
não poderia se perder no esquecimento.
Cada fotografia é uma ponte:
não liga apenas o passado ao presente,
mas reconecta o coração
às sensações que moldaram quem somos.
No fim, não é sobre a foto,
mas sobre o ato de lembrar.
Sobre guardar, dentro de si,
as marcas invisíveis das emoções
que insistem em ecoar.
