Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Recomeços: Como Encontrar Sentido Após a Dor
A vida é um sopro, um instante entre o que fomos e o que ainda seremos. E por mais que, às vezes, pareça que tudo perdeu o sentido, que os dias cinzentos insistem em permanecer, eu escolho acreditar que há um novo amanhecer esperando por mim. Porque, no fundo, a vida não é sobre o que perdemos, mas sobre o que ainda podemos construir, sobre as pegadas que deixamos e os corações que tocamos.
Eu não sei exatamente para onde esse novo ciclo vai me levar, mas sei que não estou sozinha. Sei que cada lágrima rega um futuro que ainda não consigo ver, mas que Deus, em Sua infinita bondade, já escreveu para mim. Se Ele me permite respirar mais um dia, é porque ainda há um propósito a ser cumprido, ainda há estradas a serem percorridas, pessoas a serem encontradas e histórias a serem escritas.
Então, hoje, eu decido seguir. Não porque a dor passou, mas porque ela me transformou. Decido viver, não porque esqueci, mas porque escolhi honrar cada momento vivido, cada lembrança, cada ensinamento que ficou. Decido me abrir para o novo, para as oportunidades que a vida ainda tem para mim, para os sonhos que, mesmo adormecidos, ainda pulsaram em meu coração no tempo certo.
Os próximos capítulos? Eu não sei. Mas sei que serão escritos com fé, com coragem e com a certeza de que Deus continua segurando minha mão. Sei que, mesmo sem enxergar o caminho completo, posso dar um passo de cada vez, confiando que Ele sempre estará à frente, preparando cada detalhe, abrindo portas e restaurando minha força.
Se você que me acompanha também está vivendo um momento de incerteza, de dor ou de recomeço, saiba que não está sozinho. A vida pode nos quebrar, mas também nos ensina a nos refazer, mais fortes, mais sábios e mais preparados para viver a plenitude que nos espera.
Então, que venham os novos dias, os novos sonhos e as novas oportunidades. Que venham os recomeços. Porque, apesar de tudo, a vida segue… e eu escolho segui-la com fé.
Como pedir demissão da vida?
Em meio ao caos e à solidão,
Decido escolher a razão:
Pra que sentir essa dor?
Pensamentos malignos diversos se formam,
No entanto, o que me para é o temor.
Temor de perder o amor,
Temor de não conseguir ver a cor.
Será que vale a pena essa falsa sensação de última dor?
Então, como pedir demissão da vida?
É cutucar ainda mais essa ferida?
Ou se lembrar dos momentos
E sentir esses sentimentos?
A resposta é simples: a resposta é pedir ajuda.
Procurar a cura e acabar com essa tortura,
Se assegurando na fé,
Com uma xícara de café.
Porque às vezes, recomeçar
É só parar, respirar... e aceitar.
Como se perde uma palavra? Ela desaparece na memória, como um brinquedo velho no armário, e fica escondida nas teias de aranha e na poeira, esperando para ser limpa ou redescoberta?
Muito se fala de IA e gigantes da tecnologia hoje em dia. Mundos virtuais. Como vai ser? Quando chegaremos lá?
Perguntas-me do silêncio
eu digo
meu amor que sabes tu
do eco do silêncio
como podes pedir-me palavras
e tempo
se só o silêncio permite
ao amor mais limpo
erguer a voz
no rumor dos corpos
As palavras têm o seu valor. Depende de quem e como as usa.
Dizem que, quando você está prestes a morrer, sua vida passa diante dos seus olhos como um filme. Ou um livro. Diante dos meus olhos, sempre estiveram os seus.
Ouvi um podcast. O cara disse que é como termos construído uma casa cheia de dinamite. Fazendo essas bombas e os planos. As paredes estão prontas pra explodir, e continuamos morando nela.
Para mim, um romance nunca nasce como uma história já definida e eu nunca sento para escrever sabendo exatamente tudo que vai acontecer. Às vezes é uma ideia um pouco vaga, uma situação.
O mais perto que chego da poesia de maneira satisfatória é na letra da canção, que eu entendo como a forma literária mais próxima. Na feitura das letras, existe muito o rigor da poesia, mas com o apoio do ritmo e da melodia.
Assim como a busca pela identidade, a pulsão de compor e escrever é permanente – essa inspiração não mudou para mim.
Tenho mais fé do que certeza. Embora a fé cristã seja definida como - certeza do que se espera. Neste caso, tenho certeza da minha fé.
Aceito como razoável dois elementos do possível:
1) Tudo é possível ao que Crê, e
2) Tudo é possível ao que Quer.
Uma religião que atua sem amor é como flor artificial, conserva a aparência, mas carece do essencial.
O brilho da verdade aparece no meio do engano e da mentira, assim como a prepotência da luz surge na presença da escuridão.
