Ensina
Confie em Deus e creia que nada acontecerá por acaso. A vida é a grande mestra que nos ensina sempre, torna-nos mais conscientes, faz-nos amadurecer. Guardemos o coração em paz e em oração.
A beleza tem nome
Corpo de menina, personalidade de mulher,
A vida por mais que te ensina,
Ela Sempre sabe o que quer.
Tão pura, objetiva e serena,
Beleza, que tem cor morena.
De um coração amigo,
E a suavidade de um lindo sorriso.
Há uma beleza estampada em tua face,
Mulher maravilhosa, perfumada e de classe,
De uma pureza sincera que é dela.
Não estou falando de uma flor,
Nem tão somente de Amor,
E sim de uma mulher que a natureza fez bela.
As vezes menina, muitas outras vezes mulher,
Uma beleza que o próprio nome revela,
Pois aqui, beleza tem nome,
E atende, pelo nome Mãe.
a vida ensina o valor de cada coisa, e com o tempo a gente aprende… Aprende a sentir com suavidade e delicadeza o seu encanto; aprende a não desperdiçar nenhum instante de ternura e abraçar com coragem, tudo aquilo que ela derrama sobre a nossa existência, como um ato de amor e generosidade.
Hoje é o dia do professor
Hoje é o dia do mestre do saber
Quem ensina jamais deixa de aprender
Ensinando com coragem e com amor
Esses mestres que demonstram seu valor
Ensinando todo mundo a toda hora
Todo mundo guarda o mestre na memória
Nunca esquece quando estuda ou quando lê
Recordando o conceito de aprender
Parabéns pelo dia desse mestre
Que alcancem o respeito que merecem
Parabéns para os mestres do saber.
O fracasso é o destino humano. O fracasso nos ensina que a vida é apenas um rascunho, um ensaio para um show do qual nunca vai participar.
Eis porque o sábio age pelo não-agir, e ensina sem falar.
Aceita tudo que lhe acontece. Produz tudo e não fica com nada.
O sábio tudo realiza - e nada considera seu.
Tudo faz - e não se apega à sua obra.
Não se prende aos frutos da sua atividade.
Termina a sua obra, e está sempre no princípio.
E por isto a sua obra prospera.
“Não basta o que a vida ensina, pois como mestra a vida ensina mal: é demorada, insuficiente, especula com os dados de seu interesse imediato e muito se inclina a acomodar-se. Ela por si não larga segredos. O fundamental consiste em que cada um aprenda como as coisas são. Nesse aprendizado, sucessão de atos de coragem e dureza, principalmente coragem de fechar as portas ao erro que foi verdade, encontra-se a justificativa mais ilustre da existência humana”.
“Jiu-Jitsu me ensina que derrotas são apenas momentos, podem até ser dolorosos, mas sempre existe uma nova chance de vencer”
Ser estudante é compreender o que se ensina e além de compreender, pôr em prática sendo capaz de opinar criticamente diante da realidade social.
Senhor, faça de mim a "menina dos teus olhos"... Ensina-me a caminhar em segurança... Protege-me de todo o mal e de toda seta do inimigo... Dá-me sabedoria em meio ao inesperado... Fortalece-me com Teu amor e não permita que em momento algum eu perca as minhas forças... Por fim, esteja sempre comigo e à frente da minha vida, amém. (Priscilla Rodighiero)
A sabedoria popular nos ensina que há sempre um aprendizado a ser recolhido depois da dor. É verdade. As alegrias costumam ser preparadas no silêncio das duras esperas. Não é justo que o ser humano passe pelas experiências de calvários sem que delas nasçam experiências de ressurreições.
Por isso, depois do cativeiro, o aprendizado. Ao ser resgatado, o sequestrado reencontra-se com seu mundo particular de modo diferente. A experiência da distância nos ajuda a mensurar o valor; e o sequestrado, depois de livre, mergulha nesta verdade.
Antes da necessidade do pagamento do resgate, da vida livre, sem cativeiro, corria-se o risco da sensibilidade velada. A vida propicia a experiência do costume. O ser humano acostuma-se com o que tem, com o que ama, e somente a ruptura com o que se tem e com o que se ama abre-lhe os olhos para o real valor de tudo o que estava ao seu redor. As prisões podem nos fazer descobrir o valor da liberdade.
As restrições são prenhes de ensinamentos. Basta saber parturiar, fazer vir à luz o que nelas está escondido.
A ausência ainda é uma forma interessante de mensurar o que amamos e o que queremos bem. Passar pela experiência do cativeiro, local da negação absoluta de tudo o que para nós tem significado, conduz-nos ao cerne dos valores que nos constituem.
O resgate, o pagamento que nos dá o direito de voltar ao que é nosso, condensa um significado interessante. Ele é devolução. É como se fôssemos afastados de nossa propriedade, e de longe alguém nos mostrasse a beleza do nosso lugar, dizendo: “Já foi seu; mas não é mais. Se quiser voltar, terá que comprar de novo!” Compramos de novo o que sempre foi nosso. Estranho, mas esse é o significado do resgate.
Distantes do que antes era tão próximo, recobramos de um jeito novo. Redescobrimos os detalhes, as belezas silenciosas que, com o tempo, desaprendemos a perceber. A visão ao longe é reveladora. Vemos mais perto, mesmo estando tão longe. Olhamos e não conseguimos entender como não éramos capazes de reconhecer a beleza que sempre esteve ali, e que nem sempre fomos capazes de perceber.
No momento da ameaça de perder tudo isso, o que mais desejamos é a nova oportunidade de refazer a nossa vida, nosso desejo é voltar, reencontrar o que havíamos esquecido reintegrar o que antes perdido ignorado, abandonado. O que desejamos é a possibilidade de um retorno que nos possibilite ver as mesmas coisas de antes, mas de um jeito novo, aperfeiçoado pela ausência e pela e pela restrição.
Depois do resgate, o desejo de deitar a toalha branca sobre a mesa, colocar os talheres de ocasião sobre mesa farta. Fartura de sabores e pessoas que nos fazem ser o que somos!
Refeição é devolução! Da mesma forma como o alimento devolve ao corpo os nutrientes perdidos, a presença dos que amamos nos devolve a nós mesmos. Sentar à mesa é isso. Nós nos servimos de alimentos e de olhares. Comungamos uns aos outros, assim como o corpo se incorpora da vida que o alimento lhe devolve. A mesa é o lugar onde as fomes se manifestam e são curadas. Fome de pão, fome de amor!
Depois do cativeiro, a festa de retorno, assim como na parábola bíblica que conta a história do filho que retornou depois de longo tempo de exílio. Distante dos nossos significados, não há possibilidade de felicidade. Quem já foi sequestrado sabe disso. Por isso, depois do sequestro, a vida nunca mais poderá ser a mesma.
O temor do Senhor ensina a sabedoria, e a humildade antecede a honra.
"Para corromper o indivíduo, basta ensiná-lo a chamar 'direitos' os seus desejos pessoais, e 'abusos' os direitos alheios."
Senhor, mostra-me quais são os teus caminhos; ensina-me por onde devo andar. Ajuda-me a andar na Tua verdade; ensina-me o que é certo, pois Tu és meu Deus, o meu Salvador. Confiarei em ti por toda a minha vida.
Escute a dor. É uma professora de história e uma vidente. A dor ensina quem nós somos. As vezes é tão ruim que sentimos que morremos... Mas não dá pra viver sem morrer um pouquinho, não é?
A borboleta nos ensina que etapas são necessárias para que nos transformemos. Ela passa por vários estágios, de ovo para larva, desta para pupa e finalmente chega a fase adulta. Não se pode pular nenhum deles porque são indispensáveis para seu processo de autotransformação. Temos muito a aprender com elas... clareza mental, leveza, paciência, autoconhecimento, persistência, liberdade. Ah... as borboletas, como dizia Rubem Alves, "não as haveria se a vida não passasse por longas e silenciosas metamorfoses."
Eu venho desse chão que ensina, desse povo que acolhe, desse território onde o passado não se perde — ele se transforma em raiz. E é dessa raiz que eu cresço, que eu floresço, que eu me reconstruo. É dela que vem a coragem de olhar o mundo com sensibilidade, de transformar cada fotografia, cada palavra, em memória viva.
Meu trabalho é isso: um gesto de honra. É minha forma de agradecer à terra que me moldou, ao povo que me guiou, à cultura que me abraçou. É sobre eternizar o que muitos passam apressados e não veem: o riso tímido das crianças correndo nas ruas, o cheiro de casa antiga, o cuidado das mãos que fazem o cotidiano acontecer.
Eu faço questão de enaltecer tudo que sou, tudo que me fez ficar de pé: minhas raízes, meu pertencimento, meu crescimento.
Porque antes de qualquer conquista, existe a minha cidade pulsando dentro de mim — e é por ela que eu sigo, contando histórias, preservando memórias, deixando viva a beleza que insiste em existir aqui.
A dor maltrata, mas ensina.
E você determina a superação, a lição e a pausa.
Sinta, reflita, viva e aprenda com cada etapa e cada causa.
