Enquanto o Sol Brilhar

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Quando o sol brilha, os amigos aparecem; mas é na tempestade que você descobre quem está disposto a se molhar ao seu lado.

Não importa o lugar, nem a estação, Se Deus prometeu alegria ao coração, Ela virá como Sol após a chuva, E o propósito Dele florescerá em tua vida, Como jardim em primavera, com as flores da felicidadebrotando no teu coração.

A seu tempo, as pessoas mostram quem são de verdade, pois a verdade é como o sol: pode ser encoberta por nuvens, mas diante da Luz de Deus sempre brilhará.

Foi preciso navegar no mar revolto, atravessar a forte tempestade, para finalmente ver o sol a brilhar, então perceber que Deus guiou nosso coração para um Porto seguro.

Se muitos trazem no coração a mais escura tempestade,
que você possa trazer o Sol para Iluminar seus corações.

Escalei as montanhas do coração,para ver no horizonte, o sol da felicidade brilhando!⁠

Depois de uma noite escura fria, veio a barra do dia no romper da aurora, o sol nasceu e fez a alegria da fauna e a flora, amanheceu o dia, a passarada agradeceu com muita alegria e cantoria sonora, tudo numa inspiração e renovação, enquanto o humano fala em reclamação e chora.

A luz do sol, é como o brilho dos seus olhos. Basta abrir os seus olhos e verá o brilho do sol.

⁠Bom dia! O brilho do sol já nos contagia e nos trás a luz de Deus. Que seu dia seja repleto de energia e muita luz ao seu próximo.

Um homem que correu, uma criança que chorou
Uma garota que ouviu, uma voz que mentiu
O sol que queimava um vermelho-flamejante
A visão de uma cama vazia

"Não para de chover
E eu preciso do sol pra lembrar teu calor
Se eu te magoei
Desculpa, estou aprendendo o que é amor..."

— By-Marcélio Oliveira⁠

Menino de Sol e Vento

Num canto qualquer da rua encantada,
dançava um menino de alma dourada.
Cabelos cacheados, nuvem em espiral,
como se o vento pintasse um vendaval.

Olhos castanhos, cor de aconchego,
onde mora a calma e também o apego.
Brilham como tarde em fim de verão,
com o calor do mundo em seu coração.

Riso leve, quase cantiga,
voz pequena que o tempo abriga.
Passa entre folhas, corre com o chão,
como quem guarda segredos na mão.

Ele sonha alto, mesmo sem saber,
que em seu olhar há tanto por ver.
É feito esperança que não se desfaz,
menino de luz, de amor e de paz.

Cacheado de sonhos, castanho de céu,
carrega a ternura como um anel.
E onde passar, deixa poesia,
como quem vive pra ser alegria.

Na manhã meu rosto sentirás o afago do sol ao beijar-me com seu calor, transforme-se em energia Viva,
Na mesma tarde eu sintirei os ventos,à abraçar-me entrelaçando sobre meu corpo...transforme-se em segurança ...Na mesma noite a Lua me banharás com sua luz de seus mistérios ,transforme-se em nossos segredos...
Todos dias calçarei de forças ao pisar em suas terras , transforme-se em equilíbrio ...
Um novo dia com lágrimas em observação,terei gratidão ♡transforme-se em renovação.

⁠Entre o círculo central na conjunção da pupila, assemelha-se ao sol da igualdade. A retina comunica-se não apenas pelo que não vê, mas pelo que pertence a ela.

⁠Sol brilhando lá fora; tempestade aqui dentro.

LUZ DO SOL


Luz do sol que irradia na alma.
Canções que transbordam calma.
Dia bonito combina com poesia.
Sensações que despertam frenesia...
E uma vontade louca de viver.
E de sentir. Se permitir. Fascinar.
Deixar de ser refém do medo.
Consentir a vida transformar.
Luz que brilha lá fora...
Também reflete dentro do peito.
E faz a gente voltar a acreditar.
Pois, se ter coragem for defeito.
Eu prefiro 'errar' direito...
Do que apenas existir,
Ou passar a vida sem sentir.
Sem sonhar, sem amar...


Fim
Carol Brunel

Sem exigências,
Apenas aceito meu destino
E pulo nessa dança,
Sentindo o vento me levar
Ao sol do meio-dia.

Se você já amou, sabe que o sol queima mesmo à distância, que as estrelas seguem seu rumo sem pisar lugar algum, e que podemos tudo até perder.

Como a fênix que ressurge das cinzas, o coração renasce após a dor, e o sol, incansável, volta a pintar o céu com cores de esperança — porque cada fim é apenas o solo fértil para um novo começo.

⁠O Som da Luta


Uma história sobre coragem, esperança e propósito em Angola


O sol ainda dormia, mas o bairro já acordava.
O cheiro do carvão aceso misturava-se com o barulho dos chapas lotados e das vozes que se perdiam nas ruas estreitas.
Era mais um dia em Angola — onde o relógio da sobrevivência nunca para, e a esperança é o último bem que o povo se permite perder.


No meio daquela correria, Manuel ajeitava o seu pequeno carrinho de madeira, carregado de garrafas de sumo natural que ele mesmo preparava à noite.
Enquanto o resto da cidade ainda sonhava, ele já estava em movimento.
O seu lema era simples:


> “Quem quer mudar de vida, começa antes do sol nascer.”






Manuel não nasceu com oportunidades.
Cresceu num bairro onde a poeira é mais constante do que a eletricidade, onde o trabalho é pesado e o reconhecimento é raro.
Mas, desde cedo, ele aprendeu com a mãe que “trabalhar com dignidade é melhor do que mendigar respeito.”


Durante anos, procurou emprego.
Fez cursos, entregou currículos, e ouviu promessas vazias.
Cada “vamos te ligar” soava como uma esperança que morria devagar.
Até que um dia, cansado de esperar, ele decidiu criar o próprio caminho.
Pegou um carrinho velho, juntou umas frutas emprestadas e começou a vender sumos na rua.


No início, foi alvo de risos e comentários:
“Um formado a vender sumo? Isso é vergonha!”
Mas Manuel respondia com um sorriso e dizia calmamente:


> “Vergonha é roubar. Trabalhar nunca foi.”






O tempo passou.
O carrinho que parecia um fracasso virou uma barraca simples, mas movimentada.
As pessoas começaram a reconhecer o sabor dos seus sumos — e, mais ainda, o brilho da sua determinação.
O que era sobrevivência começou a virar sustento.
E o sustento, aos poucos, virou inspiração.


Manuel passou a ajudar outros jovens do bairro a começarem pequenos negócios.
“Não temos muito”, ele dizia, “mas temos mãos, mente e vontade. Isso já é capital.”


Hoje, quem passa pela sua barraca vê mais do que produtos — vê uma história viva de resistência.
Ele ainda enfrenta dias difíceis, ainda há contas que não fecham, ainda há lágrimas escondidas.
Mas, em cada amanhecer, Manuel prova a si mesmo que o sucesso não é sobre ter tudo — é sobre fazer algo com o pouco que se tem.


Quando alguém lhe perguntou o que o manteve firme em tempos de desespero, ele respondeu sem hesitar:


> “Foi a fé. Eu acreditei que Deus não me fez para desistir.”






O som da luta continua ecoando nas ruas do bairro.
O mesmo som que vem dos vendedores, das zungueiras, dos mototaxistas, dos estudantes que andam quilômetros para aprender.
Cada um à sua maneira, todos gritam a mesma verdade:
“Enquanto houver esperança, há motivo para continuar.”


E assim, no coração de Angola, entre poeira e calor, entre lágrimas e sorrisos, nasce uma geração que aprendeu a lutar com o que tem — e a acreditar que o amanhã pode, sim, ser melhor.


> Porque em cada angolano há um guerreiro.
E enquanto o coração bater, nunca vamos desistir.