Enquanto o Sol Brilhar
Acordar é tão Fácil, basta estar vivo!
E enquanto Deus te deixa acordar, é porque Ele espera que você Desperte.
Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.
Elas conduzem na terra, no ar e na água.
Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.
Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.
Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.
Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.
No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.
Ame e honre a sua mãe enquanto ainda a tem, pois saudade nenhuma será motivo suficiente para trazê-la de volta.
Enquanto os idiotas da Esquerda e da Direita se digladiam, o encardido aplaude a agressividade cobrada pela medonha distração coletiva.
Porque enquanto imbecis se digladiam na arena da vaidade, convencidos de que lutam por ideias, quando, na verdade, brigam por espelhos, o encardido sutilmente se acomoda na arquibancada polarizada.
Não precisa sujar as mãos: a agressividade já foi terceirizada, cobrada como ingresso para o espetáculo da medonha distração coletiva.
O ódio vira método, o grito vira argumento, e a escuta é tratada como traição.
Cada lado acredita combater o mal absoluto, sem perceber que, ao demonizar — e até desumanizar — o outro, alimenta exatamente aquilo que diz enfrentar.
A distração é tão eficiente que ninguém nota o assalto tão silencioso quanto medonho: enquanto os punhos se levantam, a consciência abaixa a guarda.
O encardido não cria o caos — ele só o administra.
Aplaude quando a raiva substitui o pensamento crítico, quando a identidade vira trincheira e a complexidade é condenada como fraqueza.
Seu aplauso é mudo, mas constante, porque toda vez que alguém prefere ferir a compreender, o trabalho está feito.
Talvez a verdadeira resistência não esteja em escolher um lado mais barulhento, mas em recusar a coreografia do ódio.
Em interromper o aplauso invisível com um gesto raro e subversivo: silêncio para pensar, coragem para escutar, humanidade para discordar sem destruir.
Se a distração acaba, o espetáculo perde público — e o encardido, enfim, deixa de sorrir.
Quando nada mais conseguir nos distrair — senão pensar com a nossa própria cabeça — os inquilinos de mentes não encontrarão tantas cabeças disponíveis e dispostas a retroalimentar essa polarização medonha.
Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.
Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.
O tropeço, para esses, não é punição: é convite.
Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.
A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.
Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.
Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.
Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.
O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.
Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.
A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.
Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.
Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.
No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.
E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.
Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.
Enquanto eu tentar ser o que os outros esperam de mim, nunca vou ser feliz. Felicidade é viver sem pedir permissão para existir. Tem gente que diminui o outro só para se sentir maior, e disso eu já me cansei. Todos os dias deixo para trás o que não me cabe, o que me fere, o que me apaga. Prefiro a minha companhia à dor de me moldar para agradar. Já me machuquei demais e não aceito mais migalhas. Não corro atrás de ninguém, sigo apenas em direção ao que vem inteiro até mim. Sou inteira, não sou troféu, não sou brinquedo. Gosto do meu barulho, da minha verdade. Quem ficar, que fique por quem eu sou— sem me rasgar para caber. Eu só sento à mesa onde me reconheço
Enquanto você busca agradar e conquistar a todos, acaba se perdendo de si e paralisando seus próprios passos. A necessidade de aprovação rouba a autenticidade e trava a ação. Quando o foco muda — de convencer o mundo para conquistar a si mesmo — nasce a liberdade. É nesse encontro interno que a coragem aparece, as escolhas se alinham e a vida começa a fluir com verdade. Quem se conquista por dentro, não precisa provar nada para fora.
O pecado alimentado pelo pecador mata a sua vida lentamente, enquanto que a graça de Deus rejuvenesce o seu espírito dia a dia.
Em um show musical há muita euforia pelos seus ídolos, enquanto que em culto de adoração há tristeza pelo arrependimento de pecados.
Há líderes que se fazem impondo autoridade, enquanto outros surgem e servem pela sua responsabilidade.
O homem natural deposita suas bênçãos na conta corrente cambial, enquanto que o homem espiritual partilha com outros bênçãos mil, por conta do Dono do maior banco celestial.
Não há como tirar a Dilma Rousseff do poder, enquanto ela estiver cumprindo as ordens de Deus para punir a nação brasileira pela idolatria, corrupção e pornografia.
De madrugada alguns se levantam para praticar o mal, enquanto outros se inclinam para pedir perdão, santidade e proteção.
... a Verdade
enquanto verdade não hesita,
tampouco se contradiz - sequer
acata viciosos jargões, os fortuitos
maldizeres que presos a sinuosidade
dos maus hábitos e imperfeições,
tramam criar brechas e pretextos - os
mais febris artefatos, no intuito
de maliciosamente
contestá-la!
... enquanto
nos ocuparmos em
lustrar bancos de templos e
igrejas à cata de salvações
e milagres; lamento dizer que
o Messias permanecerá
crucificado!
... enquanto
as leis de uma nação
forem norteadas pela desordem,
é certo que pagarão caro por tamanha
supressão aqueles que receosos
quanto ao destino do seu país,
suas gentes, tencionem
contrariá-la!
... enquanto
fores bom, que poderá a injúria
contra ti,senão reafirmar o teu valor?
E que o tempo, reconhecido,
te venere!
... enquanto
não dedicarmos ao bem
o mesmo vigor e a mesma audácia
devotados ao mal, este permanecerá
cada vez mais violento e
devastador!
