Enquanto o Sol Brilhar
Enquanto você insiste em amar aí, acima do nível do mar, eu mergulho até perder o fôlego, para as pérolas mais raras alcançar.
Não seja pessoa rasa, que teme amar.
Enquanto as pessoas viverem apenas tomando um lado, sem pensar, analisar ou criticar, nunca serão protagonistas da própria vida. Muitos dizem: ‘não existe um protagonista, todos são protagonistas da própria história’. Mas a verdade é que, quando você adota como suas as opiniões dos outros, você abre mão desse papel. Protagonistas existem sim: líderes, políticos, empresários, presidentes — eles têm opinião própria e a impõem sobre os outros, ou então possuem valores tão fortes e uma visão tão clara que as pessoas escolhem ouvir e copiar. Esse é o poder de um protagonista. Enquanto as pessoas aceitarem opiniões apenas porque gostam delas, e não porque são verdadeiras ou coerentes com seus valores, continuarão sendo NPCs do mundo real.
Enquanto você não tiver uma opinião própria, e assumir a opinião dos outros como sendo a sua, nunca será protagonista da própria vida. Imitadores não passam de NPCs no mundo real.
Recuso-me a aceitar que viemos a este mundo apenas para sofrer.
Enquanto tiver fôlego de vida, vou continuar lutando por dias melhores.
Quando te conheci meus olhos estavam cheios de lagrimas,
enquanto você me acalmava,
uma coisa estranha senti,
depois de muito tempo me acostumei,
meus sentimentos não demonstrei,
mas agora não dá mais pra guardar oque eu imaginava,
ao seu lado não queria mais saber de nada,
gosto de escutar você falar mesmo se for poucas palavras,
o amor não da para descrever com palavras,
e o que eu sinto por você é mais que palavras,
as vezes acho que a vida é uma historia sem fim,
mais com você tenho meu final feliz.
O diferente é que eu assumo o inferno q existe em mim, enquanto muitos insistem em dizer q são luz.
Eu caminho tranquilamente dentro do meu caos e paro pra observar meu vazio.
Me aconselho de sabedorias q nunca vou usar e me condeno ao q tenho medo de ser.
Assim, só assim eu consigo entender q não sou nada a não ser eu mesmo.
Cada palavra transmite o sentimento do momento, enquanto escrevo simplesmente penso. Já enquanto leio, viajo da minha forma no pensamento do escritor, é simples ao mesmo tempo que complexo a cada nova frase no livro de minha vida .
Quantas vezes podemos sofrer?
Quantas vezes podemos sofrer enquanto vida estiver? Não sei ao certo, varia de indivíduo.
Eu já passei várias vezes e aparentemente vou continuar passando, não sei se a vida faz essas coisas pra aprendizado, mas, eu ainda não aprendi nada e não sei se terei tempo.
Mas, se falando de amor, que é o que devemos levar adiante para todos os seres humanos que encontrarmos, cito um trecho do meu livro: “Quando se ama.”
No contrário das ondas, no andar contra o vento, no desespero da dor.
Na insônia de minhas noites, na solidão das minhas dores.
Eu amei na inutilidade que meu ser devora, na ausência de saúde em mim, no pensar de uma canção de outrora, no pesar de quem não fui bastante, na incerteza e desprezo do meu choro em pranto.
Amei sem poder amar, mas, amei!
Enquanto eles não descerem do espetáculo palanquial e o povo aprender a votar, continuarão a discutir quem é o responsável pela “segurança do mosquito”!
Enquanto alguns formulam teorias e suposições, achando que tudo é um plano contra si, eu, simplesmente, trabalho.
E assim, sigo escrevendo a cada dia mais uma página da MINHA vida."
Na água cristalina, um mergulho sereno,
Enquanto chapadamos, no infinito terreno.
A alma se renova, leve e inteira,
Ao contemplar a natureza verdadeira.
(Chapada dos Veadeiros-Go)
Minha alma jamais encontrará paz enquanto carrego os pecados do meu infortúnio passado. Toda vez que tento ser melhor, sou levada a julgamento — e meu acusador é a minha própria consciência dilacerada.
Enquanto o eco dos versos passavam, se dissipando no ar úmido da noite, eu me arrastava para o sofá puído, onde o tempo se esticava como uma goma velha e mastigada. A amizade, esse amor disfarçado que ela cantava, não passava de uma piada amarga para mim agora, vazio em um quarto sem janelas. Preguiça? Ah, ela era minha companheira fiel, enrolando-se em mim como uma cobra sonolenta, sussurrando que o esforço era para tolos, que o mundo lá fora girava sem precisar do meu olhar.
Sozinho, via o céu como túmulos de sonhos esquecidos, inalcançáveis aos meros preguiçosos e fracos. O tigre flamejante rugia distante, o gatinho gritava em vão? Eu nem me mexia. Por que lutar contra o medo, contra o tempo que devora tudo? Deixei o relógio ticar, o amor passar como um trem que nunca para na minha estação abandonada. Amargo era o café frio na xícara, solitário o silêncio que engolia minhas risadas antigas, preguiçoso o corpo que se recusava a levantar.
E assim, continuei a história, ou melhor, a falta dela. Deitei ali, esperando que a morte, essa preguiçosa rainha, viesse me buscar sem pressa, sem drama. Pois no fim, o que restava? Somente o vazio, o amargo gosto de nada, e a solidão que se estendia como um dia infinito sem sol.
Saudade é amor em estado de trabalho, dói enquanto reorganiza a presença de quem falta.
©25 jul.2020 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Não existe mágica para a cura, existe processo. Enquanto você esperar um milagre, continuará refém do sintoma. A autonomia emocional é uma construção técnica, não um presente divino.
Agradeça pelo que tem enquanto busca o que deseja com fervor no coração. Ver a bênção no pequeno detalhe transforma o ordinário em maravilhoso.
