Encontro entre Amigos
"A diferença entre uma pessoa burra e um idiota é que a pessoa burra faz as coisas erradas por não ter consciência do que está fazendo, enquanto o idiota é uma pessoa burra e sabe disso, mas, ao invés de querer consertar a si próprio, continua sendo burro conscientemente."
O problema nunca foi a festa. Foi o fato de que, quando dói entre nós, você prefere pertencer a um lugar onde eu não faço falta.
Não me preparei pra viver com escolhas erradas.
Quando errei? Quando te deixei.
Entre dois caminhos, escolhi o mais fácil,
fechei os olhos e parti,
num impulso covarde fugi.
Te amo ainda e só sei viver com escolhas certas.
Hoje, nós dois é a escolha certa...
eu sei,é difícil de administrar
mas eu prometo resistir à tentação de converter nós dois em impossível,
se eu puder voltar.
Cabe ao inteligente discernir entre o papo-furado de um tolo e a palavra de um sábio, pois o conteúdo poderá vir embrulhado em rebuscadas dificuldades.
Céu de nuvens
Muita beleza ao mesmo tempo,
A arte ganhando vida em movimentos únicos,
Entre desenhos formados a olho nu, uma imensidão de cenários pedem passagem,
É esplendoroso ver as nuvens correndo quando olhamos para o céu!
Jesus não te ama. O amor é uma relação direta entre humanos que exige convivência e provas concretas; como ninguém possui evidências duma relação direta com ele, a conclusão é lógica: Jesus não ama ninguém!
“Entre acordes e sorrisos, a vida encontra seu ritmo: nada é mais forte que a verdade que nasce quando a gente toca junto.”
São os homens que fazem distinção entre pecado e pecado; mas para Deus, “todos pecaram”... Romanos 3.23.
Entre a morte de meus olhos.
Estão meus pesares por sua despedida.
Clamo entre os imortais..
Minhas lágrimas veladas pela angústia de viver entre eras numa escuridão sem fim.
A luz calida em minha memória tornasse uma obsessão na monotonia.
Sonsa luz que atormenta minhas ilusões...em tempo de alegrias minha alma cantava para seu espírito nas linhas da eternidade.
Austera voz que me condena simplesmente por existir.
Ser o que sou diante o firmamento do amor.
Eu adoo segredos....
gosto de tudo entre quatro paredes...
momentos só nossos... nossas confidências... nossas sacanagens...
nossos encontros escondidos...
é de tirar o fôlego.... aguardando o próximo...
Chapada chega, tatuada e serena,
sorriso de vinho, mente que acena.
Entre fumaça e goles de prazer,
ela vive a vida sem nada temer.
O mundo gira, mas ela flutua,
entre notas de vinho, a alma continua.
Cada traço na pele conta uma história,
cada risada dela é pura vitória.
No balanço do vento, no sol ou no espaço,
Chapada é liberdade, é riso, é abraço.
Com vinho, com baseado, a noite se enfeita,
ela dança com a vida, e a vida se deleita.
“Para a minha flor R.S 🍷✨, que transforma cada gole e cada fumaça em poesia de liberdade. Brilha, amiga, do jeito único que só você sabe ser.”
Carrego no peito um vazio que pesa,
lembranças cortam, a mente não sossega.
Entre saudade e silêncio, sigo em frente,
coração cansado, mas ainda resistente.
Já chorei no escuro, já quis sumir,
mas encontrei no abraço razões pra existir.
Minha rede me ampara
quando a queda ameaça,
me segura firme,
transforma dor em graça.
Sou feita de queda,
mas também de coragem,
na dor escrevo versos, tatuo a paisagem.
E mesmo que a vida me teste
sem fim,
eu sigo inteira,
sigo sendo… eu, Lucci, enfim.
Antes eu estava em três.
Já estive até em quatro.
Hoje estou entre muitos.
O número mudou,
a régua não.
O que sustenta nunca foi quantidade,
foi verdade.
Três era contorno.
Quatro foi tentativa.
Muitos é expansão.
Não melhor, não pior.
Mais amplo.
Fingimento não vira sinceridade
só porque tem plateia.
E prazer de verdade
não acontece em quem se divide.
Só existe com quem é inteiro,
não meia metade tentando caber.
Nada é insubstituível
quando a base é honestidade.
O que é real se refaz.
O que é inteiro permanece.
"E o amor chega como uma certeza tranquila: a de que, entre tantos lugares, existe um onde a gente não quer apenas estar — quer permanecer."
O DESERTO QUE BROTA NO PEITO.
Clamamos por amor nas longas estradas.
Entre sombras, esperas e jornadas.
Erguemos as mãos ao céu desmedido.
Perguntando por que o coração segue ferido.
Mas o amor que suplicamos em oração.
Talvez tenha partido de nossa própria mão.
Talvez tenha morrido na palavra negada.
Ou na ternura esquecida e nunca semeada.
Queremos jardins floridos ao amanhecer.
Sem lançar uma semente sequer.
Ansiamos pelo abrigo, pelo calor e pela luz.
Mas recusamos o peso da própria cruz.
Pedimos afeto às portas do destino.
Como quem exige água sem cavar o caminho.
Esperamos colheitas em vasta amplidão.
Onde jamais trabalhou nossa dedicação.
O coração humano é campo profundo.
Que fecunda ou devasta seu próprio mundo.
Quem distribui bondade em cada estação.
Constrói silenciosamente a própria habitação.
Nenhum rio alcança o mar de repente.
Nenhuma estrela resplandece ausente.
Toda grandeza nasce em discreta ação.
Todo amor regressa ao seu ponto de emissão.
Se a alma se fecha em rigor e frieza.
Receberá de volta a mesma aspereza.
Mas se espalha perfume pelas veredas da dor.
Encontrará flores onde antes havia dissabor.
Não é o universo que nos esquece.
Nem a providência que desfalece.
Muitas vezes a carência que nos consome.
É o eco do bem que jamais tomou nome.
Assim segue o homem pela vastidão.
Procurando fora a própria redenção.
Sem perceber que a fonte procurada.
Nasce da água que foi compartilhada.
Reflexão
Muitas vezes lamentamos a ausência do amor, sem notar que ele obedece à mesma lei das sementes. Ninguém colhe aquilo que nunca plantou. O afeto que oferecemos, a compreensão que distribuímos e a misericórdia que exercitamos tornam-se forças que retornam, cedo ou tarde, ao encontro de nossa própria existência. O amor que nos falta, não raro, é justamente aquele que ainda aguardava nascer através de nós.
ENTRE PAIS E FILHOS.
EVOLUÇÃO E RESPONSABILIDADE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS À LUZ DA CONSCIÊNCIA ESPÍRITA.
A travessia histórica que experimentamos caracteriza-se por acentuado progresso técnico e simultânea instabilidade moral. A inteligência humana amplia suas conquistas científicas, mas o discernimento ético nem sempre acompanha tal expansão. Essa assimetria produz um fenômeno recorrente nas sociedades de transição. A ilusão de que liberdade exterior equivale automaticamente a maturidade interior.
A Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec em 1857, estabelece distinção rigorosa entre progresso intelectual e progresso moral. Em "O Livro dos Espíritos", questão 780, afirma-se que o progresso moral acompanha o intelectual, mas nem sempre o segue de imediato. Há descompassos. Há atrasos da consciência. A ampliação de direitos civis e a multiplicação de recursos tecnológicos não garantem, por si, elevação ética.
Nesse cenário, a missão dos pais adquire relevo singular. Segundo a questão 582 da mesma obra, a paternidade e a maternidade constituem verdadeira missão. Missão não no sentido místico superficial, mas no sentido ético de incumbência deliberada. Educar um filho é participar do processo evolutivo de um Espírito que retorna à experiência corpórea com necessidades específicas de aprendizado.
A reencarnação, fundamento pedagógico da lei de causa e efeito, indica que cada criança traz consigo tendências, inclinações e desafios anteriores. Não se trata de determinismo, mas de predisposições que requerem orientação consciente. Pais e mães não recebem páginas em branco, mas consciências em elaboração. A tarefa educativa consiste em favorecer a retificação de inclinações inferiores e o florescimento das virtudes latentes.
Sob perspectiva psicológica, tal compreensão encontra paralelo nas teorias do desenvolvimento moral. A criança nasce com disposições temperamentais, porém a estrutura ética consolida-se pela interação com figuras parentais. O lar é o primeiro espaço de internalização de normas, de construção de autocontrole e de aprendizagem empática. A ausência de limites claros compromete a formação da segurança psíquica. Permissividade não é sinônimo de respeito. É frequentemente abdicação da responsabilidade formativa.
A mãe, historicamente associada ao cuidado primordial, exerce função estruturante na formação do apego seguro. Estudos da psicologia do desenvolvimento demonstram que vínculos estáveis favorecem a regulação emocional e a capacidade de confiar. Contudo, reduzir a maternidade a sentimentalismo seria empobrecer sua grandeza. A mãe educa também pela firmeza serena, pela coerência moral, pela presença vigilante que orienta sem humilhar.
O pai, por sua vez, não pode ser compreendido apenas como provedor material. Sua atuação consistente contribui para a consolidação do senso de responsabilidade e para a interiorização da autoridade legítima. A figura paterna simboliza referência normativa. Quando equilibrada, favorece a autonomia responsável. Quando ausente ou incoerente, pode gerar fragilidade na estrutura identitária.
Na perspectiva espírita, educar é cooperar com o aperfeiçoamento de um ser destinado à continuidade da existência além da matéria. Essa concepção amplia a gravidade de cada gesto cotidiano. Palavras impensadas, omissões reiteradas, exemplos contraditórios produzem marcas profundas. A educação não ocorre apenas nos grandes discursos, mas nos hábitos diários, na forma como os pais lidam com frustrações, conflitos e deveres.
A autoridade genuína fundamenta-se no exemplo. A tradição moral sempre reconheceu que o caráter se transmite mais por convivência do que por instrução verbal. Pais que exigem honestidade, mas praticam duplicidade, comprometem a credibilidade da própria orientação. A coerência entre discurso e conduta constitui o eixo da pedagogia doméstica.
Importa igualmente compreender que responsabilidade não significa controle absoluto. O excesso de vigilância pode sufocar a individualidade em formação. Educar é equilibrar afeto e disciplina. É permitir experiências graduais de autonomia, mantendo diretrizes firmes. A liberdade saudável é aquela que se exerce dentro de referenciais éticos estáveis.
A época contemporânea desafia a família com estímulos constantes, relativização de valores e cultura de imediatismo. Nesse ambiente, a missão parental torna-se ainda mais exigente. Exige presença qualitativa. Exige diálogo fundamentado. Exige consciência de que cada geração transmite à seguinte não apenas patrimônio material, mas herança moral.
A evolução coletiva principia no núcleo familiar. Reformas sociais autênticas emergem de consciências bem formadas. O lar antecede a escola e o Estado na construção do caráter. Quando mães e pais assumem a educação como dever sagrado e racional, contribuem para a edificação de uma sociedade mais justa e equilibrada.
Educar, sob a ótica espírita, é também caminho de autotransformação. Ao orientar um filho, o adulto confronta suas próprias imperfeições. Aprende paciência. Desenvolve empatia. Exercita renúncia. A parentalidade converte-se, assim, em instrumento de progresso mútuo.
Liberdade verdadeira é aquela que se harmoniza com responsabilidade. Evolução autêntica é a que integra conhecimento e virtude. Mães e pais que compreendem essa distinção tornam-se artífices silenciosos do futuro moral da humanidade. No recolhimento do lar, longe dos aplausos públicos, forjam-se consciências capazes de renovar o mundo.
Educar é plantar no presente a dignidade que florescerá nas gerações futuras, e cada gesto consciente no interior da família é semente de um amanhã mais lúcido e mais nobre.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
" Contudo, há distinção entre a mágoa que paralisa e a lágrima que purifica. A mágoa é apego à ferida. A lágrima é reconhecimento da ferida. A primeira endurece. A segunda humaniza. Quando a lágrima é secreta, ela dialoga apenas com Deus e com a própria consciência. Torna-se oração silenciosa. "
" O ódio corrói, paralisa e obscurece. O perdão reorganiza, fortalece e ilumina. Entre permanecer na sombra da ofensa ou avançar na direção da consciência pacificada, o Espírito é sempre chamado a escolher. "
" Entre o sonho e a realidade, há sempre uma xícara de coragem esperando que eu a beba para confessar que amar-te é aprender a amar mais aquilo que sou quando estou diante de ti. "
