Encontro entre Amigos
Redenção
Nas sombras do tempo, um eco perdido,
caminho entre ruínas de um sonho esquecido.
Os sinos ressoam em prantos de aço,
chorando o destino selado no espaço.
O vento murmura segredos da dor,
cortando as correntes do antigo temor.
Minha alma, em silêncio, ferida e vazia,
busca um altar sob a luz sombria.
Oh, luz oculta no véu da escuridão,
conduz-me ao brilho da redenção.
Liberta-me das cinzas do abismo,
salva-me na aurora de um novo amanhecer.
Que o fogo eterno purifique o meu ser.
Sob luas pálidas, dançam os espectros,
no véu dos mortos, ressurge o eleito.
Quebram-se as correntes, o sangue é vertido,
a fênix desperta do fogo esquecido.
Erguem-se torres de luz sobre as trevas,
cai o império de sombras eternas.
Um hino ressoa, um véu se desfaz,
e a noite se curva à glória da paz.
Redenção... redenção...
Onde a Luz Se Recusa a Morrer
por Michael Bruthor
Verso 1
Andei entre os estilhaços da memória,
Beijei o silêncio de um tempo que não volta.
Amei como quem escreve história
Num corpo feito de fogo e revolta.
Pré-Refrão
Disseram que era o fim —
Mas minha alma sussurrou,
Que onde tudo escurece,
Ainda há uma flor que brotou.
Refrão
Se eu cair, que seja como estrela cadente,
Rasgando o céu com tudo que sou.
Se eu partir, que minha luz seja semente
Onde a dor um dia me apagou.
Pois eu sou a chama que se nega a apagar,
Sou amor onde a noite quer dormir.
Sou o brilho no olhar de quem ousa lutar —
Sou a luz que se recusa a partir.
Verso 2
Me vi sozinho, mas era o universo em mim,
Cada cicatriz: uma constelação.
Aprendi que o fim é só o começo, enfim,
Quando se canta com o coração.
Pré-Refrão
Caminhei entre ruínas e promessas,
Mas não perdi meu chão.
Fui tempestade, fui clareza,
Fui poema em combustão.
Refrão
Se eu cair, que seja como estrela cadente,
Rasgando o céu com tudo que sou.
Se eu partir, que minha luz seja semente
Onde a dor um dia me apagou.
Pois eu sou a chama que se nega a apagar,
Sou amor onde a noite quer dormir.
Sou o brilho no olhar de quem ousa lutar —
Sou a luz que se recusa a partir.
Ponte
Não nasci para ser silêncio,
Fui moldado pelo som do impossível.
E mesmo quando o mundo me fecha,
Meu peito abre portas no invisível.
Refrão Final
Se eu cair, caio dançando no ar,
Com um sorriso no rosto, a brilhar.
Deixo um eco de mim em quem ficou,
Uma esperança que nunca se calou.
Porque sou a chama que insiste em viver,
Sou a voz que ninguém vai extinguir.
Sou a luz que se recusa a morrer,
Sou a luz… que escolheu resistir.
A sublime intercessão entre o bem e o mal, batalha no limite na linha do tempo por um momento de paz, buscando ver a beleza na imperfeição em cada sorriso de felicidade.
Tô pensando em você, na busca cega do amor,
perdido entre incertezas, grito teu nome sem cor.
Mas você não ouve, não responde à minha dor,
sou eco no vazio, sou ausência sem sabor num pântano esquecido.
A procurar sentidos entre motivos e insensatez,
vivo uma tortura silenciosa, amordaçado,
sem carrasco, sem sentença,
preso numa cela sem grades,
onde a justiça não me condena,
mas o amor me aprisiona.
Tudo isso por não estar contigo,
deusa sublime que governa meu coração,
rainha do desejo,
minha única salvação.
Valoriza teu princípio moral, não te preocupas com as falas de opositores eles enterram entre eles.
A um equilíbrio entre o certo no lugar certo, o junto no lugar justo, no entanto ambos trilham do mesmo valor para o confronto de um bom caráter.
A porta entre os mundos parece que está aberta, a muitas anomalias desfilando na terra assombrando os moradores por não entender a origem dos mundos.
'HIPERTEXTO'
Absorvo cliques secretos,
cursor entre páginas,
colunas.
Anônimo sem eco.
Virtual,
visceral,
subscrito...
Ausento realces,
linhas,
endereços.
Incógnito 'fontes',
cobertores,
diálogos.
Plagio códigos,
bibliotecas...
Ratifico o abandono,
trilho embaraçado.
Invento faces,
ego gelado.
Sou impressão nos dias de chuva,
'Web matéria',
punhados de agravos...
Eu queria um sentido, sentido ridículo. Entre aspas simples, para deixar evidente. Inequívoco como as nuvens, que se transformam no vento. Que fosse escasso, nada retórico. Pode vir sem aspas, para deixar confuso, mais intruso, menos cênico. Que me abraçasse, aconchegante, desesperado.
A desconexão entre nós cria uma sensação de calor que só pode ser extinto com um beijo enlouquecido de paixão...
QUERER II...
Queremos tantas coisas, mas apenas uma importa.
Ela se esconde entre sombras,
um segredo que carregamos em silêncio,
porque algumas verdades doem mais que mentiras...
O mundo nos pressiona, sufoca, exige respostas.
Mas como responder quando nem nós sabemos a pergunta?
Fingimos com maestria, vestimos máscaras leves,
enquanto nosso eu verdadeiro clama por ar...
Ah, os loucos! Eles sim, entendem a liberdade.
Não se importam com regras, com juízos, com o tempo.
Dançam na chuva, riem do vento,
enquanto nós calculamos cada passo...
Seguimos em frente, sempre em frente,
como se o caminho já estivesse escrito.
Mas no fundo, somos náufragos,
buscando uma ilha que talvez não exista...
E é isso que nos mantém vivos:
o desejo que nunca se sacia,
a jornada que nunca termina,
e a coragem de fingir que sabemos para onde vamos...
"Deus está lhe dando alguns anos de vida para no mínimo dois motivos: fazer boas obras e entregar a sua vida a Cristo".
Anderson Silva
Nesse momento não há mais nada entre nós o futuro não é interessante o importante é o presente o aqui e agora, te espero na cama vem logo meu amor não demora.
Ali entre quatro paredes em cima da cama,não há defeitos não há maior beleza que o amor reciproco,almas em sintonia beijos que mais parecem viagem astral, uma conexão perfeita onde a alma se deleita onde cada parte do corpo tem seu açúcar seu doce diferenciado, não há espaço para timidez pois ali estão dois seres humanos, fazendo valer a pena sua existência...
Uma xícara de café quente para um coração frio, uma xícara de café fresco para um coração que entrega as suas energia de luta ao suor que rompe com os poros fechados e faz escorrer rios no rosto e transforma as axilas em fontes de água, uma xícara de café quente para animar o espírito criador que se esconde na sombra da preguiça, uma xícara de café para a vitória ser certa, uma xícara de café para a luta continuar.
Esta vontade voraz de te possuir anestesia-me os sentidos e atinge o auge com a vontade de se entregar sem retrucar, a morte fica pequena e a voz da consciência que se impõe é vencida pela paixão. Esta paixão que não se explica e esconde o verdadeiro amor, faz-se perigosa.
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